<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145</id><updated>2011-11-13T04:58:07.408-02:00</updated><title type='text'>macro no micro</title><subtitle type='html'>cada peça do quebra-cabeça tem uma história a contar...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>135</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-6785072129093939869</id><published>2011-10-31T23:56:00.001-02:00</published><updated>2011-11-01T08:42:47.319-02:00</updated><title type='text'>Casal comum (Conto)</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Era um casal comum, numa situação comum. Mas de alguma forma, no auge dos seus não tão recém-completos 23 anos, muitos ‘comuns’ lhe pareciam extraordinários. Somos humanos e, apenas por isso, buscamos algo que dê uma maior importância às nossas existências irrisórias. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Conheceram-se no colégio: ele, veterano, terceiranista e dono do mundo. Ela fora transferida de outra escolar, um ano mais nova e nova também na cidade. O que ocorreu em seguida é óbvio: como todo pré-adulto, os hormônios se encarregaram de unir da cintura pra baixo e a ignóbil mente adolescente fez o resto - pra parecer mais bonito, a boca falou que era amor e que era pra sempre.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas não deixe o amargor do autor impedir que houve sim, beleza naquele encontro. Ambos eram leitores assíduos (ainda que o faziam para ostentar o título de ‘intelectuais) e gostavam por demasia de escrever (o faziam razoavelmente bem, aliás) e isso dava ao relacionamento a sensação de profundidade madura.&amp;nbsp; Criava uma separação do restante dos casais adolescentes do mundo, algo totalmente especial que só eles possuíam, que só eles poderiam entender. (Diga-se de passagem, este era o mesmo pensamento que 87% dos casais de namorados pré-adultos tinham então).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Gostos parecidos nos fazem tomar decisões parecidas. Escolheram a mesma faculdade, mesmo curso, mesmo tudo. Foram pro interior e moraram juntos (mesmo que escondidos dos pais). Acreditavam mesmo que o ‘pra sempre’ era algo reservado para poucos e se sentiam cosmicamente sortudos por serem um dos poucos que haviam encontrado o verdadeiro amor (claro que quando se vive no mesmo ambiente e no mesmo caminho, é fácil dizer que tudo é amor. Não se tem pra onde ir, então se caminha juntos. Mas, e quando há uma separação de trilhas no caminho?).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quando voltaram pra cidade grande, resolveram que iam continuar a morar juntos. Decidiram ficar noivos (os pais dela gostavam muito dele – “é um rapaz muito respeitoso e inteligente.” E os dele também – “é uma garota com o pé no chão, não que nem essas sem vergonhas por aí.”) e, no auge dos 22 anos, estavam vivendo o seu ‘pra sempre’ a cada dia. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ela decidiu fazer mestrado, seguindo na área acadêmica e ele recebeu uma proposta ‘irrecusável’ para trabalhar em uma empresa multinacional de tradução. Fazia sentido, ele teria que sustentar uma casa e pretendia formar família (como dizia seu avô (ou era o avô dela?), “é papel do homem botar comida no prato e sapato no pé”), nada mais natural que aceitar o emprego (leia-se: “bom salário”) oferecido.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Isso foi há um ano.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não tardou a mudar a escrita do romance. A ascensão da carreira acadêmica dela a deixou orgulhosa e prepotente (ou simplesmente trouxe à evidência o que já estava lá – não faz mal ser orgulhoso e prepotente quando se os é juntos). O status financeiro e o respeito profissional dela o tornou intransigente e egocêntrico. Logo, os “nós” que eram declarados aos borbotões, foram se tornando escassos e substituídos pelo “eu”. Os exclamações das certezas conjugais foram se reduzindo a pontos finais, depois se contorcendo em vírgulas e, logo em seguida, em interrogações. Os travessões que eram presentes nos diálogos sempre existentes no dia a dia do casal foram extintos e dava-se para resumir em um parágrafo curto o que se tinha a dizer um para o outro.&amp;nbsp; As definições dos verbetes que eram tão sólidas, eram reescritas no dia a dia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Queriam e não queriam que tudo voltasse a ser como era antes. E a vida não aceita que andemos por dois caminhos. As escolhas foram feitas (e foi a primeira vez que houve pluralidade na escolha). Ele trabalhava até tarde, ela dormia cedo. E foram se desencontrando, apenas para fazer o cotidiano retratar a realidade que já havia em seus corações (se não fosse tão triste, seria bonito. Eram tão parecidos que até na hora de se distanciar, o faziam com uma harmonia invejável. Se é que se pode ter inveja disso.)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;"Qual a real compreensão que eu posso ter do que significa ‘pra sempre’?" foi a pergunta que ela se fez quando acordou sozinha na cama de casal, naquela a manhã fria de meados de junho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Esta pergunta foi a resposta que ela precisava. Levantou-se, tomou banho, arrumou as malas e escreveu a carta que já tinha escrito na sua mente muitas vezes nos últimos meses.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quando ele chegou em casa, lá por volta das 15h, não a viu em lugar algum. Em cima da mesa, um envelope simples, com o nome dele na frente. Nunca acreditou em pressentimentos ou coisas do gênero, mas a convicção que ele teve de que aquele envelope seria o último, fez os pêlos da nuca se eriçarem. A resignação já havia se tornado maior que a esperança há tempos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Reticente, pegou o envelope e o abriu. Leu a carta dela e estava escrito mais ou menos assim (faz tempo que eu li, não lembro muito bem):&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“Eu te amo, mas não te amo mais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não mais que a mim mesmo, que minha vontade de ficar só pra saber quem sou.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não mais que o meu espaço, meu tempo e minha solidão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não mais que os meus sonhos que se recusaram a se fundir com os seus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não mais que a vontade de ir e não perder mais o que restou.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Eu te amo, mas odeio.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A paz egoísta e a saudade incômoda que eu sinto quando você vai.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A convicção que eu tenho de que estamos certos de que estávamos errados antes.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Olhar nos teus olhos e não me ver mais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Eu te amo, mas não mais.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mesmo triste por estar certo, não houve uma lágrima sequer. Ele não precisava ir até o quarto pra saber que ela tinha ido embora pra sempre (ou pelo menos, naquele dia, ele achou que entendeu um pouco mais do que isso significava). Pegou um papel novo e o mesmo envelope (colocou a aliança dele junto com a dela que já estava lá), riscou o seu nome e colocou o dela. No papel, um recado simples:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“Não existe lugar pior que o segundo lugar em um coração.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Seja feliz e um dia você encontre alguém que te faça amar sem conjunções.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Deixou na caixa do correio da casa da mãe dela.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ali morreu o leitor e escritor, mas ali também ele se tornou homem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-6785072129093939869?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/6785072129093939869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=6785072129093939869&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6785072129093939869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6785072129093939869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2011/10/casal-comum-conto.html' title='Casal comum (Conto)'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-8584474010995264351</id><published>2011-07-25T23:52:00.002-03:00</published><updated>2011-07-26T14:01:10.868-03:00</updated><title type='text'>Na curva do rio</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;Já haviam se passado 8 anos desde que ela saiu pela porta carregando todas as roupas, metade do coração e deixando todas as memórias.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ux7Yf-kWN-Y/Ti4qGtd2TfI/AAAAAAAAAFQ/WDqRdGDIfdk/s1600/door-ajar.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-ux7Yf-kWN-Y/Ti4qGtd2TfI/AAAAAAAAAFQ/WDqRdGDIfdk/s1600/door-ajar.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;Eles estavam casados há 4 anos, então. Eram o proverbial casal perfeito, faltavam apenas os filhos que, mais cedo ou mais tarde, iriam acabar surgindo. Ele queria três, ela se contentava com um casal com a menina mais velha. Acreditava que era melhor ter o caçula ao seu lado quando a filha saísse de casa em um futuro não tão longínquo quanto ela gostaria. Tinham acabado de voltar de Paris e, apesar da beleza da cidade não ser fielmente representada no comportamento do seu povo, a viagem havia beirado o inesquecível. Ao contrário dos outros casais, eles não viajavam durante o aniversário do casamento - eles sempre voltavam um dia antes. Dia 25 de julho era o dia em que se conheceram, foi o dia em que ele a beijou pela primeira vez, a pediu em namoro, alguns anos depois, a pediu em casamento e, no ano seguinte se casaram. Ele dizia ser um jeito romântico de celebrar uma data, criando memórias mais especiais. Ela dizia que ele só não queria ter que decorar muitas datas, principalmente depois de ter esquecido o aniversário dela no primeiro ano de namoro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;As mulheres são assim. Elas não guardam as memórias de modo desconexo em uma caixa lá embaixo da cama da mente como os homens. Elas tecem as partes em uma composição meticulosa de rancor e, quando a última gota cai, ou a TPM ataca, elas tiram as partes costuradas da gaveta para jogar na nossa cara. Com sorte, vai ser algo do tamanho de um guardanapo que rapidamente passa pelo rosto e some. Porque se a obra se fez numa colcha de retalhos que é capaz de te cobrir por completo, não há mais saída. O perdão depende do quanto ela é capaz de te ver além desta costura de retalhos de dor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;Ela era do tipo durona, inflexível, sempre preto no branco. E isso dificultava em alguns aspectos do relacionamento - por não admitir estar errada, mesmo quando sabia estar, ela ia aos poucos inibindo a discussão de alguns tópicos dentro de casa. Mas isso não era motivo para preocupação, pois o casal realmente se amava. Todo ano, no dia 25 de julho, eles iam àquele cafè, à beira do rio na cidadezinha em que tiveram seu primeiro encontro, no primeiro semestre da faculdade. Ele pedia um chocolate quente grande (nunca foi fã de cafeína) e ela uma pedia um moccachino com avelã e canela, com duas colheres de açúcar. Ele gravou isso bem na memória não apenas porque achou engraçado e, pra ser sincero, um pouco afrescalhado da parte dela, mas porque aprendeu que sempre deve-se lembrar os gostos das mulheres. Elas podem mudar de opinião e de humor a cada hora, mas elas nunca alteram o gosto para um prato de comida ou as flores que preferem ganhar. Não foi diferente no ano em que voltaram de Paris, pois no dia seguinte estavam lá, à beira do rio de novo, vendo algumas fotos das viagens e tomando suas bebidas. O bom de julho é que o tempo seco praticamente garantia que não houve chuva, mas ainda assim havia um vento frio e folhas caindo e caídas que tornava essa transição entre o outono e inverno a época ideal para tomar café sentado na grama.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-UHpw_HUf5RI/Ti4rybQINyI/AAAAAAAAAFg/152RvkGmGu8/s1600/istockphoto_9217549-picnic-couple.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="202" src="http://2.bp.blogspot.com/-UHpw_HUf5RI/Ti4rybQINyI/AAAAAAAAAFg/152RvkGmGu8/s320/istockphoto_9217549-picnic-couple.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;Ele não percebeu quando foi que o flerte inocente se tornou algo tão sério. A outra trabalhava no mesmo prédio e sempre se encontravam no elevador, no hall ou durante o almoço. Vez ou outra, também se cruzavam quando o happy hour das empresas era realizado no mesmo lugar. Não havia muitas opções nas redondezas, então os encontros eram mais frequentes. Era uma piadinha durante o happy hour, um sorriso, uma olhada mais prolongada. Na cabeça dele, não fazia por mal. Era apenas uma brincadeira, afinal, como diziam seus amigos, os homens precisam disso. Quando se deparou, estava em um quarto de um hotel qualquer, olhando para as paredes e se perguntando porque diabos estava fazendo aquilo. Sei que vai parecer clichê, mas no caso dele, foi de fato uma única vez que o ato se consumou - mas, que diferença faz? Se, porventura houver um grande juiz que irá o punir por estes erros, lhe daria duas sentenças - uma pela atitude leniente e outra pelo ato. Se tivesse parado antes de agir, isto não o livraria da condenação.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;Os homens são assim. Eles sempre baseiam (e justificam) seu comportamento, com alguma explicação meia-boca de que é algo ligado ao instinto, costume ou necessidade masculina. E, o pior de tudo, é que acreditam piamente neste código de conduta (quando lhes é propício) e encontram nos seus amigos, ou comparsas de crime, uma camaradagem que não existe apenas nas utopias entre os recantos femininos. Esta capacidade de separar corpo e coração é algo que existe (quando propício) de fato, mas por mais argumentos, exemplos e embasamentos científicos que você queira dar, isto apenas só vai fazer aumentar os retalhos que elas usam para costurar a sua colcha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;E no meio daquele outono, há oito anos, alguns dias após se desligar por completo da sua brincadeira (não tão) inocente, ele abriu o jogo com ela. Ela falou menos do que ele esperava, menos do que ele merecia. Disse que não havia retorno, que tudo estava acabado. No mesmo dia foi embora, não levou nada da casa. Alguns dias depois, os papéis do divórcio vieram por intermédio do advogado da família, um amigo de infância dele. Ele sentiu que houve malícia dela por ter enviado o amigo, mas não poderia culpá-la. Mesmo que um mal não justifica outro, o peso da culpa nos torna mais cegos do que a própria justiça. Ficou sabendo que alguns meses depois, ela se mudara para os Estados Unidos e, desde então, não teve mais notícias dela. Não se relacionou com ninguém desde então, mergulhou no trabalho, mas tinha uma vida social ativa. Saía com amigos, ia a festas e, vez ou outra, se atracava com uma moça sem nome (e muitos anos mais jovem) em uma danceteria qualquer pela cidade. Ele tinha de certa forma superado a dor, mas o lado que fere não tem feridas pra lamber, por isso não sabe quando se está curado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Gcei-rzGNME/Ti4rPZkGuiI/AAAAAAAAAFc/ISfi6QxWX1A/s1600/lonely-man.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-Gcei-rzGNME/Ti4rPZkGuiI/AAAAAAAAAFc/ISfi6QxWX1A/s1600/lonely-man.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;Ela finalmente fez o MBA e emendou o doutorado que almejava fazer em Harvard, tornou-se diretora e era a mais cotada para ser a vice-presidente da América Latina. Quando foi escolhida para o cargo, sabia que teria que voltar para o Brasil, mas não veio com peso no coração. Não avisou quase ninguém do seu retorno, tirando familiares e alguns poucos amigos (não em comum). Já se haviam passado pouco mais de sete anos desde que fora embora e, com o passar do tempo, não via mais em si as marcas daquilo que tinham a levado à fuga e ao refúgio. Seria mentira dizer que não pensava nele, mas não havia mais o gosto rançoso da traição quando sorvia as lembranças que iam surgindo com o passar do tempo e o passar nas ruas que tanto haviam mudado. Ficava o gosto doce dos risos compartilhados na boca e, ao engolir, o aperto no peito que era o sabor característico da saudade. A sabedoria que só vem com os anos de vida - e com as rugas no canto dos olhos - já gerava frutos em sua vida. Do pitbull, apelido "carinhoso" recebido pelo antigo chefe, que era quando saiu, havia se tornado uma águia - ainda astuta e capaz de atacar, mas capaz de enxergar o todo e o porvir. Mas o orgulho ainda a impedia de agir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-w9lMuUkUZFs/Ti4q7qImAAI/AAAAAAAAAFY/iK1WjMBnk_w/s1600/Home-is-Where-Your-Heart-is.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-w9lMuUkUZFs/Ti4q7qImAAI/AAAAAAAAAFY/iK1WjMBnk_w/s200/Home-is-Where-Your-Heart-is.jpg" width="195" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;Somos formados com o conceito de que a pessoa que errou que deve fazer o maior esforço para se consertar. Não há concepção mais errada - apenas a pessoa que foi lesada que pode reiniciar a construção da ponte. O esforço de quem está ferido é muito maior, porque o culpado está ocupado causando feridas em si mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;Não se sabe bem se foi a saudade que aumentou ou o cansaço de ficar remoendo naquilo que não doía mais, mas algo superou o orgulho. Ela decidiu que iria falar com ele, tentar reencontrá-lo. Não para reabrir feridas antigas, mas apenas para conversar, ver como ele estava.&amp;nbsp;A letra chinesa de perdão é formada por três partes - mulher, boca e coração. O perdão só é verdadeiro quando da boca sai o que há no coração da mulher.&amp;nbsp;Foi dormir pensando no que deveria falar, antecipando como seria revê-lo, o homem que um dia ela chamou de seu. O relógio despertou às 7h, como de costume. Ao olhar no relógio, ela viu que era dia 25 de julho e resolveu ir até o cafè na beira do rio. Qual lugar melhor para retomar forças para contatá-lo do que no lugar em que o viu pela primeira vez? Chegou um pouco mais tarde que costumava chegar quando estava com ele. Pediu o seu&amp;nbsp;moccachino com avelã e canela, com duas colheres de açúcar. A atendente se espantou com o pedido e disse que era a primeira vez que ouvia uma outra pessoa pedir esta mesma bebida naquele dia. Mais estranho ainda porque era o mesmo daquele rapaz que aparecia todo ano nesse mesmo dia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;Nos sete anos que antecederam este dia 25 de julho, lá estava ele no&amp;nbsp;cafè, pedia sempre as duas bebidas, ainda com sua aliança no dedo. Quando perguntavam dela, ele dizia que ela viria mais tarde e depois se sentava na grama e passava o dia inteiro olhando para o rio, sem nem bebericar seu chocolate esfriado. Naquele ano, ele também estava lá. Ela o viu do outro lado da rua e, com a naturalidade que sempre lhe foi peculiar, andou com passos calmos, no entrecair das folhas secas até o lugar onde ele estava sentado, com os dois copos cheios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;- Boa tarde. Posso sentar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;Ele continou olhando para o rio e respondeu, um pouco distante:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;- Desculpe-me, este lugar está ocupado. Estou aguardando minha esposa que está chegando de ...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;Parou de falar quando olhou para o rosto dela. Perdeu as palavras no mesmo momento que encontrou o mesmo sorriso que viu na primeira vez que tinha se visto naquele lugar. Sorriu de volta, virou-se pra enxugar o choro iminente e apenas foi um pouco pro lado pra que ela pudesse também se sentar na toalha que ele estendeu - ela sempre reclamava de como as calças dele ficavam sujas porque ele se sentava direto no chão. Ela sentou e deitou no ombro dele, ficaram conversando como bons velhos conhecidos, como se nada houvesse acontecido. Nos anos que se seguiram estavam lá tomando café juntos, inclusive com os três filhos que preferiam levar doces e fazer um piquenique por lá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-yVSI1x0v3NU/Ti4qceHEAhI/AAAAAAAAAFU/TyTVcxNzhL0/s1600/shoul.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="215" src="http://4.bp.blogspot.com/-yVSI1x0v3NU/Ti4qceHEAhI/AAAAAAAAAFU/TyTVcxNzhL0/s320/shoul.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;Na verdade, era ela que precisava de uma segunda chance, ele apenas entrou de gaiato e tirou o bilhete premiado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-8584474010995264351?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/8584474010995264351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=8584474010995264351&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8584474010995264351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8584474010995264351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2011/07/na-curva-do-rio.html' title='Na curva do rio'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ux7Yf-kWN-Y/Ti4qGtd2TfI/AAAAAAAAAFQ/WDqRdGDIfdk/s72-c/door-ajar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-8176310403613426974</id><published>2011-06-15T14:18:00.002-03:00</published><updated>2011-06-15T14:32:40.684-03:00</updated><title type='text'>Um sorriso de dois meio-dentes</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Meu filho me olhou e fez uma cara preocupada. Deve ter notado no meu semblante o cansaço dos dias e o meio sorriso que tentava forçar. Não pude suprimir uma ponta de orgulho ao ver que nisso ele puxou pro pai - nada fugia do escrutínio daqueles olhos. Como sempre prezei pela sinceridade, pus-me a falar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Acredite em mim quando eu digo, meu filho, que só se dá valor ao silêncio no momento em que se fala demais. Melhor é enfiar o pé na boca e engolir sapos do que ficar recolhendo cacos de um relacionamento que nunca irá se recompor. O fardo da indignação é muito mais leve que o da culpa e o peso de ser injustiçado é ínfimo frente ao denso remorso. Eu falei e falo demais e me custou demais, mais do que eu poderia ter perdido, aprender a segurar as palavras para os momentos propícios. Represar a verborragia que me é natural deve o mesmo efeito que as represas nos rios - um resultado mais proveitoso a um terrível custo que só é visto por quem fica do lado em que as águas, ou palavras no meu caso, se acumulam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Porque você ainda é jovem e seus erros são tidos como aprendizado, mas você ainda vai chegar na idade em que, independente de suas qualidades e dos seus olhos verdes, as pessoas só fixaram o olhar em suas falhas e defeitos. Na idade em que se é muito grande para brincar com as crianças, mas não o bastante para se juntar aos adultos. A voz não é alta o bastante para alcançar os sábios e não é baixa o suficiente para os ouvidos mais simples. As palavras escritas não são rebuscadas o bastante para os letrados e possuem sílabas demais para os que só lêem o que lhes é imposto. Mas não se deixe prender, enquanto estiver chegando nesta fase, nas correntes da falsa modéstia e da máscara de superioridade que te faz se tornar o mais nobre dos medíocres.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E, eu peço a Deus, que não seja tarde demais quando você perceba que a vida é a busca por um equilíbrio quase utópico entre saber a hora de agir e a hora de esperar, entre tomar decisões e ficar em cima do muro, entre risos e choros, entre amigos e corações partidos. Que quando você estiver crescendo, vai querer ser igual e se encaixar em um grupo. Mas que depois, a sua maior vontade será a de ser, ou ao menos se sentir, especial, diferente, único. Somos todos iguais perante os homens, a lei e Deus, apesar de sermos todos singulares e, quase sempre, solitários.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em nenhum momento, os olhos deles desgrudaram de mim enquanto falava. Ele estava com quase 8 meses e, quando me sentei na cama ao lado do berço e estendi os braços para pegá-lo no colo, ele me deu um sorriso com dois meio-dentes que começavam a despontar e não demorou a pegar no sono. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-8176310403613426974?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/8176310403613426974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=8176310403613426974&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8176310403613426974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8176310403613426974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2011/06/um-sorriso-de-dois-meio-dentes.html' title='Um sorriso de dois meio-dentes'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-9033123080072160153</id><published>2011-06-02T19:48:00.000-03:00</published><updated>2011-06-02T19:48:28.658-03:00</updated><title type='text'>Teenager love</title><content type='html'>Era mais um desses jovens quasi-adolescentes que andava com a franja na cara e os olhos no chão. Engraçava-se com as menininhas, tinha fama de pegador e sempre tinha uma dessazinhas à tira-colo. Faltava-lhe maturidade para entender os sentimentos e faltava-lhe idade para saber o que é o sofrimento. Optava por não saber a não ser amado, optava por se esconder por trás dos piercings e um sorriso pseudo-hedonista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia, como outro qualquer, viu-se perante uma mulher. Ela era diferente das meninas que costumavam estar por perto. Apesar de ter quase dois palmos a mais de altura, ela o olhava de cima pra baixo, como se tivesse o colocando, finalmente, em seu devido lugar. E assim começou a tal da história do amor adolescente que se repetia pelas gerações. Cortou o cabelo e passou gel, tirou os esmaltes das unhas, aparou a barba, trocou as calças jeans rasgadas por calças sociais com pregas e as camisetas surradas por camisas engomadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empenhava seu tempo entre fazê-la rir e conhecê-la mais. Seguia-a na empresa, pelas ruas e no twitter. Comentava todos os posts do facebook, mas sempre cuidadoso para não parecer desesperado - afinal, ele sempre esteve no controle da situação e sabia como lidar. Quando o via, ela sempre falava com risos sobre seus comentários e bom humor. Ela retribuia os elogios, demorava aquele segundo a mais quando o cumprimentava com o beijo no rosto e sempre que passava por ele nos corredores, dava um jeito de tocá-lo, mesmo que de leve. Ela tinha sua completa atenção e devoção e ele, em contrapartida, tinha a convicção de seus avanços e a proximidade de sua conquista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Combinou com os amigos de saírem no sábado para uma cerveja e papo-furado. Ele apareceu decidido a agir, ela apareceu acompanhada. Decidiu então tirá-la de seus planos, erradicá-la dos sonhos e fantasias e até privá-la de sua atenção nas ocasiões fortuitas que se encontravam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para provar que o amor quase nunca é feito para os adultos e definitivamente, nunca para os adolescentes - ela nem percebeu a diferença.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-9033123080072160153?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/9033123080072160153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=9033123080072160153&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/9033123080072160153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/9033123080072160153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2011/06/teenager-love.html' title='Teenager love'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-3603352817614759947</id><published>2011-04-14T11:52:00.001-03:00</published><updated>2011-04-14T11:53:25.338-03:00</updated><title type='text'>Theory of oblivion</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Maxwell Maltz disse que em 21 dias você se livra de qualquer vício.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Decidi me livrar de você, mas 21 dias era pouco então juntei minhas malas e fui visitar vários lugares que nunca estivemos juntos. 21 x 21 dias deveria ser o bastante pra te esquecer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Do alto do Kilimanjaro às profundezas da Fossa das Marianas, das raves aos templos budistas, das reuniões familiares ao exílio. Fui ao zênite e voltei do nadir, abracei e me desgarrei do mundo, fui ao topo, ao cume, às favas e pro brejo. Voltei a mim mesmo, à casa que se re-tornaria lar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A mão no meu ombro, o toque conhecido, a voz carregada de saudade e nostalgia. O sorriso era o mesmo e as intenções não mudaram. A teoria só não disse o tempo que levava pra eu me viciar de novo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quanto tempo dura um "oi"?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-3603352817614759947?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/3603352817614759947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=3603352817614759947&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3603352817614759947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3603352817614759947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2011/04/theory-of-oblivion.html' title='Theory of oblivion'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-845285564226395499</id><published>2011-03-06T12:54:00.002-03:00</published><updated>2011-03-06T13:00:17.009-03:00</updated><title type='text'>Moleque descalço</title><content type='html'>&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Aflito, com afinco às regras&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Lamúrias, augurios e percalços&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Neste caminho, o vidro quebra&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;E anda o moleque descalço&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Aliterando sem vacilo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Segue sempre sozinho, insensato&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Feições enrijecidas, sem riso ou choro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Alma e coração calejados&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Buscando o prumo, segue o rumo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Imberbe, todavia maduro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Pé imundo e nas costas, o mundo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Sincero, simplório e sisudo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Esvaído, perdido e amargo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Não há mais valor na chegada ao fim&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Se a cada passo no caminho errado&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;É um pedaço perdido de mim&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-845285564226395499?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/845285564226395499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=845285564226395499&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/845285564226395499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/845285564226395499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2011/03/moleque-descalco.html' title='Moleque descalço'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-3708098210653338239</id><published>2011-02-13T20:16:00.000-02:00</published><updated>2011-02-13T20:16:32.860-02:00</updated><title type='text'>Balcão da vida (conto)</title><content type='html'>- Moça, onde que eu vou pra realizar este sonho?&lt;br /&gt;- Já te deram um número de Concretização para confirmar pela internet?&lt;br /&gt;- Não, mas eu decidi vir até aqui pra resolver isso.&lt;br /&gt;- Olha, o máximo que eu posso fazer é te encaminhar para a Decepção. Lá eles te registram no sistema e te encaminham pra Centro de Aceitação de Mediocridade. &lt;br /&gt;- Mas o que eu faço com esse sonho aqui?&lt;br /&gt;- Olha moço, com as condições que você se apresentou, acho melhor deixar ele por aqui - ali na frente, do lado do elevador, tem um depósito de sonhos passados.&lt;br /&gt;- Bom, obrigado pela ajuda, mas vou levar esse de volta pra casa. Acho que ainda dá tempo de tentar fazer algo por minha conta.&lt;br /&gt;- Vai lá. Não são muitos os que voltam aqui, mas, se você chegou até esse ponto, acho que já tá na hora de sair de cima do muro e ir adiante. Boa sorte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-3708098210653338239?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/3708098210653338239/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=3708098210653338239&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3708098210653338239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3708098210653338239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2011/02/balcao-da-vida-conto.html' title='Balcão da vida (conto)'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-6757439664145917088</id><published>2011-01-24T23:09:00.003-02:00</published><updated>2011-01-24T23:09:59.930-02:00</updated><title type='text'>O sonho que cansou de ser</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: Calibri, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sonho de infância, sonha a criança&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com raízes desde quando o primeiro dente caiu&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sonho de leite, sonho permanente&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até que a vida desmente o anseio pueril&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não era um sonho qualquer&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De terminar a escola, de jogar bola&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De crescer, de ter um superpoder&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que sonha se desprendeu e fugiu&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Da saia da mãe, da sombra do pai&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tornou-se gente, coração doente&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cansado da procrastinação, desistiu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Piagetiando, dobrou a esquina e deixou de ser visto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Deixou de ser.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-6757439664145917088?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/6757439664145917088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=6757439664145917088&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6757439664145917088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6757439664145917088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2011/01/o-sonho-que-cansou-de-ser.html' title='O sonho que cansou de ser'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-378267404358057101</id><published>2011-01-19T10:01:00.000-02:00</published><updated>2011-01-19T10:01:37.071-02:00</updated><title type='text'>Neverending cycle</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Originalmente postado em 12/03/2007&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver a manhã esperando a tarde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver até tarde esperando amanhã&lt;br /&gt;Notívago, gritando adeus&lt;br /&gt;Insône, pedindo a Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem quer essa vida de viver Janeiro querendo Julho, não vendo a hora de dar Setembro pra que fique mais perto de Dezembro?&lt;br /&gt;E quem quer essa vida de acordar só pra pensar na hora que vai poder voltar pra cama? Que a maior alegria do dia é quando ele acaba?&lt;br /&gt;E quem quer essa... vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tem mês passado nem mês que vem no meu calendário.&lt;br /&gt;Não acredito em auto-ajuda, quando se precisa de outra pessoa ou livro.&lt;br /&gt;Não acredito em amor à primeira vista. Nem à segunda.&lt;br /&gt;Não fico com a primeira impressão.&lt;br /&gt;Não preciso ver pra crer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem prever o futuro&lt;br /&gt;Sempre ver o futuro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-378267404358057101?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/378267404358057101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=378267404358057101&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/378267404358057101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/378267404358057101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2011/01/neverending-cycle.html' title='Neverending cycle'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-615101449541563091</id><published>2011-01-14T00:01:00.000-02:00</published><updated>2011-01-14T00:01:08.941-02:00</updated><title type='text'>Criatividade, desesperança e o grilo falante calado (Conto)</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em um boteco qualquer, na véspera de um fim de semana qualquer&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele estava sentado na frente do bar, esperando os amigos, mas já bebendo o primeiro copo de cerveja. Era uma sexta-feira quente, começo de verão. A semana tinha sido corrida, cheia de trabalho e dores de cabeça e, honestamente, o que viesse naquele momento era lucro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando ela dobrou a esquina, ainda distraída com os cachorros que estava latindo do outro lado da rua, ele já sabia que teria problemas. 'Mesmo sem ver os olhos, ele já viu o futuro. Ele contaria essa história muitas vezes, de como se conheceram em um bar e como ele soube, antes mesmo da primeira troca de olhares, que com ela não seria apenas mais um encontro fortuito.'&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ela passou por ele sem dar-lhe muita atenção, apenas um sorriso educado, daqueles que as mulheres bonitas dão pra qualquer um em seu raio de (re)ação. Ele apenas retribuiu com um pequeno meneio de cabeça, incerto se deveria ou não responder o ato retórico. Ela sentou-se à mesa ao lado, com algumas amigas que estavam aos berros antes mesmo que ela se sentasse. Neste mesmo momento, os amigos dele chegaram jorrando risadas aos borbotões e xingamentos em igual quantidade pelo fato de ele ter começado a beber sem esperar os comparsas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Durante a noite, as duas mesas trocaram sorrisos e comentários, compartilharam idéias, goles e a microvida que era o happy hour naquele momento. Ele olhava pra ela, ela olhava pra ele. Ele sorria pra ela, ela sorria pra ele. Trocaram breves palavras, aquelas que se oferece a todos quando se vê pela primeira vez, as que não ofendem nem defendem, não movem e não deixam estagnar. Toda vez que bebia um pouco da sua bebida, ele via um pouco mais do que viria.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;'Depois de alguns meses de namoro, algumas diferenças se tornariam evidentes. Ele não queria abrir mão de certas coisas, ela tinha ciúmes da melhor amiga dele. Ela colocava a carreira profissional em primeiro lugar e ele não largava da barra da saia da mãe. Ela queria drama, ele preferia comédia.'&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um dos seus amigos disse que deveriam juntar a mesa e, sem nenhuma restrição, todos se levantaram para se aproximarem. Ele sentou-se de frente pra ela, como já era de se esperar. Ela sempre comentava algo e sorria pra ele. Ele estava ligeiramente alterado, mal ouvia o que ela dizia e apenas sorria de volta. Mais algum tempo de papo furado, começaram as trocas de contatos. E-mails, twitters, facebooks, celulares sendo falados, anotados, pesquisados e adicionados. Ela fez questão de anotar os contatos dele primeiro - e apenas dar o número do celular dela pra ele. Ele passou o número de celular também e recebeu uma mensagem de "oi" alguns segundos depois. Eles ficaram um bom tempo conversando, sobre assuntos aleatórios, locais de trabalho, viagens para o exterior e futilidades diversas que faziam parecer que tinham o mundo inteiro em comum, almas gêmeas que estavam esperando esta noite para se encontrar. Os olhares se tornaram mais intensos e os toques nas mãos através das mesas, mais frequentes. Quando os garçons começaram a virar as cadeiras sobre as mesas, todos decidiram ir embora, já entre promessas da balada que combinariam para o sábado que acabara de começar nos relógios.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;'Aos trancos e barrancos, chegariam ao primeiro aniversário. Ele querendo mais tempo com os amigos, ela querendo menos tempo com ele. O interesse por outras pessoas apareceria, as brigas se acentuariam e depois de um período de empurrar com a barriga, chegariam à triste conclusão de que não daria certo. De novo. Mais uma ferida, mais um processo de cura, mais um monte de lamúria e lágrimas de tristeza egoísta. E depois de um tempo tudo começaria de novo. Realmente, não teria como dar certo.'&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O beijo, no rosto, de despedida foi mais demorado e foi acompanhado com um abraço um pouco tímido. O interesse mútuo era óbvio e a única escolha a fazer era a sua certeza do porvir ou a incerteza do olhar da menina que acabou de virar as costas e olhou de soslaio, entre comentários e risinhos de boas más intenções com as amigas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ela entrou no carro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;'Não vai dar certo.'&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ela olhou de novo pra ele.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;'Não tem como dar certo.'&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ela foi embora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;'Você sabe que não vai dar certo.'&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pegou o celular&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Que horas eu te pego pro jantar antes da balada amanhã? Comida japonesa?"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Enviar -&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;'Depois não diga que não te avisei.'&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E depois de enviar a mensagem, enviou também uma prece silenciosa para os céus, para que dessa vez a consciência errasse.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-615101449541563091?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/615101449541563091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=615101449541563091&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/615101449541563091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/615101449541563091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2011/01/criatividade-desesperanca-e-o-grilo.html' title='Criatividade, desesperança e o grilo falante calado (Conto)'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-5417242616822443144</id><published>2011-01-10T19:57:00.001-02:00</published><updated>2011-01-10T19:58:38.953-02:00</updated><title type='text'>Dias sem Google, mais e menos vida</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Macro no micro (0)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma das premissas que estabeleci neste período "sem vida virtual" era o de tornar os laços reais mais evidentes. Mesmo se não fosse uma das premissas, viria a se tornar uma das realidades mais esmagadoras deste período. Cortar os laços virtuais significa depender somente dos laços reais - o que parece óbvio e até positivo, numa sociedade (e na minha vida) que a existência em ambos mundos coexiste (não tão) pacificamente, mas, em primeira instância, interdependente. Num cotidiano com pouco tempo, a vida virtual se tornou não apenas um capricho moderno, mas sim uma janela para o mundo que continua girando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O resultado desse breve experimento e, todo o comentário subsequente a este parágrafo, deve-se a uma base paradoxal - a solidão e o companheirismo real de mãos dadas, mesmo que não concomitantes, ou talvez menos do que era num cenário da estranha relação entre o virtual e o real.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;The things we do together (1)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Tudo aquilo que envolve mais que um ser humano&amp;nbsp;tende a ser menos abstrato. A coexistência de pessoas arraiga com maior afinco os pensamentos e ações à realidade - salvo os cem tios e centauros que devastam sem precedentes a floresta do pragmatismo. Neste período de 40 dias, posso dizer que compartilhei com maior vivacidade meus pedaços de vida com pessoas que são mais que um resquício virtual na minha coleção de amigos-contatos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com ela, montei 2 quebra-cabeças. Acredito que tenha sido a primeira (e segunda) coisa real que construímos juntos. Tudo se torna mais real após o primeiro passo. Independente das dúvidas, tudo se esvai ante a certeza de quem se ama e por quem se é amado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com os amigos, fiz um curso de culinária japonesa. Sem contar também o Reveillon, que além de colocar em prática os dotes culinários, passei o dia com amigos e foi um dia bem especial. Isso sem contar os encontros no Fran's que persistiram de modo mais intenso. Além disso, devo também destacar a importante insistência de convites que recebo daqueles que julgo serem meus amigos, apesar de me portar sem dar a devida importância que a atitude deles representam pra mim - aquiesci a um dos convites e a recepção calorosa, os olhares misturados de surpresa e contentamento, e até as discordâncias e o ligeiro deslocamento, foram motivos de grande alegria naquelas poucas horas tão significativas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Provavelmente, mesmo se estivesse com a mesma rotina virtual, eu teria feito tudo isso, porém com uma percepção diferente. O compartilhamento constante nas redes virtuais faz com que toda experiência se torne menos própria, menos minha e, por consequência disso, menos especial. Do mesmo modo que se compartilha a insatisfação pelo trânsito, se fala sobre eventos de maior magnitude. O ordinário se mistura com o especial na vala comum do virtual - a expressividade e a intensidade que se desenvolve de modo tão rico na face e nas ações do ser humano, na virtualidade se transcreve em quantidades de acentos, pontos e suas combinações. A vala comum do virtual é muito mais pobre e mesquinha que a do real.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Do mesmo modo, as relações virtuais são muito mais frágeis, superestimadas e falsas que as relações reais. Esta linha de pensamento pode estar embebida do tônico do egoísmo, mas não deixa de ser verdade. Nos outros, encontra-se o real valor do eu - até no compartilhar, o seu próprio eu se torna mais completo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Não que haja novidade nas minhas palavras. O que encontrei não foi algo que se perdeu na selva áustera da modernidade - apenas revi a importância que tenho que dar àquilo (ou àqueles) que ao invés de optarem pelo silêncio no tempo distante, estenderam suas palavras a um ouvinte que não ousava depender de seu crédito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Neste período, para o mundo e os outros, eu morri um pouco e revivi um pouco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;The things I do on my own (2)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando questionado sobre o motivo da minha decisão em me abster do uso das ferramentas virtuais e das redes sociais, a minha resposta era simples: "Porque eu posso." Não é meu intuito parecer arrogante, afinal, gabar-se pelo fato de não usar a internet é tão idiota que tal nível de petulância não seria aturado e, por fim, sem dúvida, regurgitado pelo meu ego falho. Propus-me passar por este período para identificar a valia de uma vida sem ramificações e destaques em um meio de maior visualização.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Morri um pouco, pois a morte virtual ocorre de modo tão rápido que em questão de dias, deixa-se de existir. Não estar no "muro" de novas postagens ou sumir da página inicial do twitter é o que basta para passar ao estado decrépito. As mensagens cessaram rapidamente e, as que recebi após os primeiros dias, são decorrentes apenas das interações não-virtuais que compartilhei com alguns amigos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A sede por informação seguiu do mesmo modo, porém por não ser saciada pelas fontes normais do dia-a-dia, derrubou-se para outra fontes de solução mais imediadista e menos abrangente. Neste 40 dias, li cinco livros, tive que usar atlas e dicionário (bem empoeirados, diga-se de passagem) e, se tivesse em mãos um Guia das ruas, sem dúvida teria se tornado meu melhor amigo nesta quarentena.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A solidão também fez parte do dia a dia. Apesar de não sentir falta de nenhum dos sites abandonados neste ínterim (menos o Google Maps), em alguns momentos houve sim a vontade de acessar o tal do msn, mesmo que fosse apenas para olhar alguns contatos com os quais não queria conversar. Este ímpeto era agravado nos momentos de insônia. Um fato interessante, todavia, é que ao contrário do que ocorria em situações parecidas antes, me senti menos sozinho quando estava cercado de pessoas. Sempre me perdia em devaneios e análises superficiais que me distanciavam do grupo em que estava inserido no momento. Por ter poucos momentos de real interação, acredito que me empenhei em me envolver mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Outro fator importante é a troca que ocorreu nos momentos de falar - em alguns momentos que claramente me expressaria ou responderia uma questão, optava por ficar em silêncio por não ter o respaldo da pesquisa rápida na internet para corroborar a minha opinião. Do mesmo modo, das vezes que provavelmente ficaria quieto e procuraria a resposta nos recônditos virtuais do google, dava meu braço (ou língua) a torcer e perguntava aos companheiros ao redor para que sanassem minhas dúvidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se fosse definir em poucas palavras o que esta experiência significou no ponto de vista pessoal, diria que houve um desvínculo com o que não era de fato meu. Ou seja, um vínculo maior com as coisas que normalmente seriam maquiadas pelas muletas virtuais - as dúvidas, as lacunas de conhecimento, as imperfeições. Por fim, (re)tornando-me humano, demasiadamente humano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Conclusão (3)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esta experiência não gerou nenhuma conclusão de grande valia, ou epifanias que se ditas mudariam o rumo da humanidade. Houve a reafirmação de coisas óbvias e a percepção da intensidade das coisas reais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dentre os óbvios, posso destacar dois pontos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Todo limite auto-imposto sem flexibilidade é nocivo;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Optar por não usar a internet em nenhuma ocasião é uma ofensa aos avanços que foram conquistados com o tempo pelo homem. Da mesma forma, depender totalmente das ferramentas criadas é o caminho mais rápido para o emburrecimento, sendo uma ofensa à nossa capacidade humana de raciocinar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- A vida sem internet seria difícil, mas bem longe de ser impossível;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Durante os 40 dias, não houve em nenhum momento a necessidade de acessar as redes virtuais. Quanto às ferramentas de busca, apesar de em alguns momentos se apresentarem como uma opção mais fácil, não houve em nenhum momento em que foram o último (ou único recurso). A única ferramenta que precisei de fato foi o Google Maps - não encontrei nenhuma alternativa viável para montar rotas nas ruas e buscar imagens de mapas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No ponto da percepção intensificada, por não haver o refúgio virtual, tanto a solidão como os momentos de companhia se tornam mais intensos. Como disse no item anterior, tudo se torna mais seu e menos do mundo. Não houve nenhuma mudança radical, nenhum momento "powerpointístico" de rever a minha posição, viver como se fosse o último dia e carpe diem. Mas, admito que (re)encontrei um pouco mais de mim nisso tudo. Fica, sem dúvida, a sugestão de reduzir a vivência virtual. Ou, quem sabe, deixar com que sintam saudades virtuais dos seus comentários ou da sua presença nas páginas iniciais das suas redes sociais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Um pouco menos de você, neste cenário, se tornará um pouco mais de você. Paradoxalmente (in)conclusivo. Mas, que é bom estar de volta, não posso negar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-5417242616822443144?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/5417242616822443144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=5417242616822443144&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5417242616822443144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5417242616822443144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2011/01/dias-sem-google-mais-e-menos-vida.html' title='Dias sem Google, mais e menos vida'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-5980543931764936545</id><published>2010-11-30T22:49:00.000-02:00</published><updated>2010-11-30T22:49:06.024-02:00</updated><title type='text'>Quarentena Lowtech</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: Arial, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A proposta é ficar 40 dias (entre 01/12 e 09/01) sem acessar twitter, google (isso mesmo, google), orkut, facebook, youtube, reader, etc. A única exceção é a de verificar o email algumas vezes por dia - questão de necessidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Normalmente, uma vez por ano, tento viver por um período sem algo que ocupa grande espaço na minha vida - seja um tipo de alimento, um lugar ou um hábito). Além do desafio autoimposto, há também a busca por uma solução para a minha suposta falta de tempo e o resgate da necessidade de esforço para conquistar as coisas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que ocorre hoje é praticamente uma terceirização da nossa memória - não precisamos mais guardar informações, o google nos lembra de tudo. Números de telefone, temos os nossos celulares que age como nossa memória. E assim por diante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Claro que não pretendo ficar distante da modernidade por muito tempo - a vida pode (e deve) se tornar mais fácil com o tempo. Mas, vez por outra, é bom relembrar de como era difícil ter acesso a certas informações.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além disso, não acessar as redes sociais e não ter acesso aos mêmes e vídeos do momento, podem gerar uma espécie de alienação virtual e uma reconexão com a vida real. Depois do período, pretendo fazer um balanço de como foi a experiência e o que consegui aprender e atingir nesse tempo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-5980543931764936545?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/5980543931764936545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=5980543931764936545&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5980543931764936545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5980543931764936545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/11/quarentena-lowtech.html' title='Quarentena Lowtech'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-1251555274147193374</id><published>2010-11-29T18:15:00.002-02:00</published><updated>2010-11-29T18:15:03.854-02:00</updated><title type='text'>Escrito na pedra</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: Arial, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na sua lápide estava escrito: O mundo é ignorante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cansou da desobjetividade da sua existência efêmera. Decidiu deixar pra trás o ponto sem nó. Nada mais de partida, sem vinda. Nem sexo sem nexo. "Quo Fata Ferunt", declamou à egrégora de pessoas feitas de vento que compravam e o ignoravam na loja.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quem muito fala, muito se expõe. Aí foi acometido pela lepra social. Cada passo pra frente era respondido com dois alheios pra trás. Ignorado pelos amigos imaginários, esquecido pelos amores platônicos, e sofrendo de inanição por se alimentar apenas de frutos da sua imaginação. A alma estava desnutrida pela falta de fé, o espírito combalido pelo combate perdido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A fuga durou pouco e a insustentável situação em que vivia o impulsionou a uma busca desesperada por algum contato, o mínimo se sequer. Privado de abraços e sorrisos, definhou até que riu sozinho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na carta deixada para os familiares que foram incumbidos do enterro, apenas uma frase que foi gravada eternamente aos olhos cegos de quem não queria ver. E o mundo seguiu ignorante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-1251555274147193374?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/1251555274147193374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=1251555274147193374&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/1251555274147193374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/1251555274147193374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/11/escrito-na-pedra.html' title='Escrito na pedra'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-371540407571139072</id><published>2010-11-22T19:18:00.001-02:00</published><updated>2010-11-22T19:18:28.324-02:00</updated><title type='text'>Miopia, estrabismo e desgosto</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vez ou outra, os olhos devem sair das redondezas e voltarem-se ao próprio umbigo. Conhece-te a ti mesmo, estava escrito nos pórticos do oráculo. Analise a ti mesmo, disse Paulo. Um olho no umbigo e outro no horizonte, o estrabismo necessário para anular a miopia da nossa autopercepção.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Poucas coisas frustram mais uma pessoa do que a percepção de uma realidade indesejada. Há uma frustração que é decorrente da quebra de um ideal e o surgimento de um conceito mais humano. A pessoa deixa de ser ‘perfeita’ para tornar-se ‘uma de nós’. Nunca me esqueço de uma vez que ouvi de um amigo, uma frase sendo falada com grande espanto – “até você se machuca”. Tento impor padrões mais altos – há quem diga, espartanos – para meu comportamento e atitudes. Busco sempre melhorar, ser mais equilibrado e ser irrepreensível aos meus olhos e aos olhos de quem eu me espelho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Apesar de não conhecer até onde posso chegar (o tal do potencial a ser descoberto), há inúmeras barreiras e limites que são (auto?) impostos na atual realidade. E nesse esbarra aqui e acolá que a insatisfação e a angústia acabam emperrando as engrenagens e impedindo o agir. Há na gestão de projetos algo chamado de caminho crítico – seria como as ações que devem ser completadas para que outras possam começar. Se uma trava, o resto não anda. Para que possamos fazer mais do que fazemos hoje, precisamos também aumentar nossa capacidade de realizar e nosso potencial de crescer. A frustração maior é por querer ser mais do que se pode ser. Como disse Churchill, “não podemos esperar atingir excelência maior do que o potencial de realizar”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E no meio de atitudes irracionais, decepções geradas e internalizadas, ansiedade pendular e a angústia que bumerangueia, fica a expectativa emperrada, confiança abalada e a ação colocada em espera.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-371540407571139072?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/371540407571139072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=371540407571139072&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/371540407571139072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/371540407571139072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/11/miopia-estrabismo-e-desgosto.html' title='Miopia, estrabismo e desgosto'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-8474372812550485808</id><published>2010-11-04T18:37:00.002-02:00</published><updated>2010-11-04T18:37:24.008-02:00</updated><title type='text'>Vita brevis, dura lex</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vita brevis, ars longa. A máxima latina, que indica que a nossa vida é breve, mas o que criamos perdura, tem se tornado uma dura sina na nossa sociedade atual. Não que tenha perdido sua valia, mas hoje exemplifica bem como tentamos derrotar a nossa temporalidade por intermédio de nossas ações, deixando um legado que ganha importância pela numerosa atuação e não pela qualidade e profundidade de cada uma delas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esta ganância por sempre ter e fazer mais pode ser traçado também até o conflito entre o ter e o ser, geralmente atribuída como epítome da discussão filosófica entre oriente e ocidente. A temporalidade da vida humana em comparação com a continuidade de sua existência está bem expressa na cultura e até no idioma. Por exemplo, em japonês, usa-se a mesma palavra pra pó e orgulho e, a escrita de humano é feita com dois ideogramas - o de pessoa e o de período de tempo. Acredito que esta percepção é algo decorrente do tempo que um povo existe e amadurece, portanto, é uma questão de tempo até que o lado de cá, os povos ainda "não-milenares", compreenda e aceite que o tempo é inexorável e que a nossa existência não se mede pela miríade de ações apenas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que ocorre hoje em dia é que há uma dificuldade inerente à geração do mundo instantâneo de reconhecer a necessidade de um processo temporal para se atingir algo. Tudo se obtem com mínimo esforço - na verdade, a luta do homem, desde que inventou a roda, as polias e outras mais, é a de conseguir obter êxito nas suas ações com o mínimo de esforço. O que acontece é que as gerações que iam conquistando estes avanços passavam para as gerações seguintes não apenas o resultado, mas todo o processo e a importância dessa mudança. Era dado o devido valor ao que se alcançava. A tal da geração Y hoje, apesar de ter recebido todos os frutos dos avanços colossais das últimas décadas, não parece ter aprendido o real valor desses avanços - os remanescentes da minha geração, por exemplo, entendem muito bem como a informática, a internet e a tecnologia tornaram nossas vidas mais fáceis - por isso também somos mais reticentes na adaptação e também no descartar e mudar. O cerne da questão é que essa facilidade e agilidade em se obter praticamente tudo, geram uma incapacidade de entender a necessidade de tempo para que os processos de maturidade sejam realmente desenvolvidos. Há uma geração doente, que não sabe se é criança ou adulta, que não sabe assumir responsabilidades ou defender suas próprias convicções, se é que possuem algumas que são realmente próprias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com a internet e o boom da comunicação, somos bombardeados a todo o momento com novos dados. Tornamo-nos 'infoholics', dependentes de recebermos quantidades massivas de informação - na maioria das vezes, inútil - para que, assim, justifiquemos a nossa existência. Abre-se o leque para que aquilo represente a sua vida. Eu não sou o que sou, sou o que sei. Esquece-se, todavia, de um detalhe crucial - informação não é sabedoria. Michel Melamed, no seu livro 'Regurgitofagia', diz que temos que literalmente vomitar toda a informação que tragamos para então comermos novamente apenas aquilo que queremos. A capacidade de filtrar está vitalmente deficitária em nossas vidas, e isso nos torna não pessoas cheias de conhecimento e sabedoria, mas sim HDs ambulantes que apenas recitam o que foi baixado em sua memória. Esta overdose de informação gera, dentre outras consequencias, o advento de um conceito distorcido de que a informação que aparece mais vezes é algo mais importante. Essencialmente ligada à questão exposta inicialmente de que a atuação numerosa é tida como mais importante que a profunda.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que vemos hoje em dia é como pessoas se tornam ícones na sociedade sem ter feito nada, apenas pela quantidade de informação gerada e divulgada. Vide as pseudo-celebridades do twitter, as 'Geisis Arrudas', os ídolos pop. Uma sociedade que um dia buscava ser e pensar como Sócrates, Marx, Luis Carlos Prestes, hoje procura ser como Justin Bieber, Restart e outros. Fama é vista como sucesso - arrisco-me a dizer que na maioria dos casos, apenas a fama é vista como sucesso, mesmo sendo conceitos muito diferentes. Dentre as diversas diferenças, pode-se dizer que enquanto o bem sucedido torna-se suscetível (às influências da sociedade, às oportunidades que se apresentam, às opiniões de terceiros), o famoso torna o outro suscetível (ao seu exemplo, às suas ações e suas opiniões).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entendo que pode se traçar toda esta reflexão a estes três fatos - o falso conceito de que mais é sempre melhor, a confusão entre sucesso e fama e a influência dessa distorção de conceitos no nosso convívio social. Apesar de ser um dos pivôs da expansão nazista, Joseph Goebbels disse uma frase que é relativamente correta, considerando a percepção do povo - "uma mentira muitas vezes repetida, se torna verdade." O que eu percebi é que há uma nova vertente dessa frase - "o óbvio dito muitas vezes, se torna extraordinário." O objetivo mais árduo de ser atingido é o de encontrar algo realmente extraordinário em um mundo superestimado.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-8474372812550485808?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/8474372812550485808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=8474372812550485808&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8474372812550485808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8474372812550485808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/11/vita-brevis-dura-lex.html' title='Vita brevis, dura lex'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-4997254353921344792</id><published>2010-10-25T18:38:00.002-02:00</published><updated>2010-10-25T18:38:45.457-02:00</updated><title type='text'>Poliglota desentende (microconto)</title><content type='html'>Aprendeu latim para conquistar a garota. Ela fez-se de surda e ficou com o que nada dizia.&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-4997254353921344792?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/4997254353921344792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=4997254353921344792&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/4997254353921344792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/4997254353921344792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/10/poliglota-desentende-microconto.html' title='Poliglota desentende (microconto)'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-3841804138507006718</id><published>2010-09-29T18:41:00.001-03:00</published><updated>2010-09-29T18:43:06.838-03:00</updated><title type='text'>Prezado Sr. Presidente</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Prezado Sr. Presidente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sou brasileiro, maior de idade e, como meu direito ao voto me obriga, sou também eleitor. Não me considero um cidadão politizado, não sou afiliado a nenhum partido e não sou defensor de nenhuma vertente política.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Reconheço que durante os anos do seu governo, muitas coisas mudaram no Brasil. A situação economica no geral melhorou, o Brasil ganhou mais visibilidade e posição no cenário global. Tenho plena convicção que isto, apesar de ocorrido na sua gestão e ser parcialmente devido ao seu trabalho, não é resultado apenas das suas ações, mas é uma combinação de fatores e de ações (inclusive dos governos anteriores) que culminou nesse resultado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Apesar de não ser o seu maior defensor, admiro sua caminhada e história de vida, bem como o seu carisma que nos rendeu, além de algumas risadas, um posicionamento relativamente bom na perspectiva diplomática. Durante seu mandato, várias alcunhas lhe foram atribuídas, como o filho do Brasil, que até gerou filme. Mas o cargo para o qual foi eleito, o de presidente da nossa nação, assim como a sua responsabilidade de governar o país, aparentemente foram conceitos redesenhados ao seu belprazer, para criar uma ilusão de populismo irreal. Minha opinião talvez não seja correta, dada a quantidade de variáveis que não consigo contemplar da posição que ocupo, mas mesmo assim resolvi expressá-la.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Governar não é mostrar as coisas boas e impedir que as ruins venham à tona. Isto se chama censura.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Governar não é usar a influência política para eleger pessoas incapazes. Isto se chama lobby.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Governar não é tirar dos ricos e dar para os pobres. Isso é tarefa do Robin Hood.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Governar não é mudar de posicionamento político para se adequar às necessidades pessoais. Isso se chama hipocrisia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Governar não é ignorar os problemas que aparecem e, ao invés de tentar resolvê-los, ficar o tempo todo tentando jogar a culpa para a oposição ou para a gestão anterior. Isto se chama negligência.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O presidente não deve diferenciar os ricos dos pobres - ele governa por todo o povo e não uma parcela dele.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O presidente não deve defender cegamente posturas incorretas e usar argumentos falhos para tentar sustentar um atitude. Menos ainda, quando ocorrer de problemas surgirem, alegar desconhecimento da situação e colocar panos quentes até que tudo acabe caindo no esquecimento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O presidente não deve usar de "coitadismo" para se promover publicamente. Ter origem humilde e chegar ao posto mais alto do governo é motivo de honra, mas isto perde o valor quando lá do alto começa a se atirar pedras nos "ricos" e nos "europeus de olhos azuis".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O presidente não deve se fazer de vítima e usar o povo como massa de manopla para descreditar os veículos de comunicação. Se uma acusação não procede, deve-se provar o contrário e fazer com que os acusadores assumam a responsabilidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O presidente não deve aceitar elogios ou receber críticas pela perspectiva pessoal. Ambos são (devem ser) direcionados ao mandato e ao governo, do mesmo modo que a resposta para os tais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sendo assim, Sr. Presidente, gostaria que assumisse a posição de líder que o cargo que o senhor ocupa requer e não a de um organizador de greve que vê apenas o seu próprio lado de uma disputa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Atenciosamente,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um cidadão brasileiro&lt;br /&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-3841804138507006718?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/3841804138507006718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=3841804138507006718&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3841804138507006718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3841804138507006718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/09/prezado-sr-presidente.html' title='Prezado Sr. Presidente'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-515995469055228993</id><published>2010-09-28T18:52:00.002-03:00</published><updated>2010-09-28T18:52:17.726-03:00</updated><title type='text'>Tempo passado e fossos vazios</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: Arial, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Das fortalezas conquistadas e das pontes reconstruídas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Memórias refeitas de uma época há muito ida&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Reerguendo pós-conceitos de uma vida restaurada&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De uma realidade retomada, em verdades baseada&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Usando pleonasmos, rimando particípios&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sendo concreto com figuras de linguagem&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Buscando o fim em meio aos princípios&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Firmando-se no chão, entre mentes e viagens&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há um lugar em comum no meio da loucura&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um ponto de sanidade para os perdidos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Onde há segurança para uma breve pausa&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E bom alimento para renovar as forças&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dos fossos vazios e dos muros que ruem&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com função tomada, perdida, sem sentido&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Planos relembrados de uma época já chegada&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Desfazendo preconceitos de uma vida não vivida&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Focando esforços no que há valor e futuro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma jornada sem destino, mas longe da sua origem&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fardos aliviados e laços reforçados&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Carregando apenas o que traz vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-515995469055228993?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/515995469055228993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=515995469055228993&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/515995469055228993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/515995469055228993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/09/tempo-passado-e-fossos-vazios.html' title='Tempo passado e fossos vazios'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-9202201074847929115</id><published>2010-09-12T02:13:00.002-03:00</published><updated>2010-09-12T02:13:27.802-03:00</updated><title type='text'>Mens (não tão) sana</title><content type='html'>&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;"Loucura é fazer a mesma coisa várias vezes e esperar um resultado diferente."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p2"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é acreditar que as pessoas mudam do dia pra noite.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é dar dois murros na ponta da mesma faca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é achar que querer, sem se esforçar, é poder.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é querer ser perfeito antes mesmo de querer ser razoável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é esperar que a resposta virá se não houver uma pergunta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é tentar entender quando não tentaram explicar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é pensar no futuro sem viver o presente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é querer estar errado só pra acertar mais uma vez.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é ter que pisar em ovos a vida toda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é querer se encaixar sem sair da própria forma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é querer ver sem abrir os olhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é andar descalço em um lugar com tantas quinas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é crer que vista grossa resolve problemas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é pensar controlar o sentimento da outra pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é ter a certeza que controla os próprios sentimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é achar que pouco nunca será o bastante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é tentar achar sentido no tal do amor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é fazer o que não se quer para se ter o que não se precisa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é combater discordância com intolerância&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é querer recomeçar o que já acabou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é ser são no manicómio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é correr na contramão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura é querer ver na escuridão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p2"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Loucura repousa no certo e no errado ao mesmo tempo. Quando deixa um, se torna falha. Quando deixa o outro, sucesso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="p1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-9202201074847929115?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/9202201074847929115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=9202201074847929115&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/9202201074847929115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/9202201074847929115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/09/mens-nao-tao-sana.html' title='Mens (não tão) sana'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-5524528234002214830</id><published>2010-09-09T22:33:00.002-03:00</published><updated>2010-09-09T22:33:58.259-03:00</updated><title type='text'>Síndrome de Palíndromo</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Palíndromo é uma palavra ou frase que quando lida de trás pra frente é igual ao sentido normal. Como, por exemplo: Subi no ônibus. Ou seja, quando há um palíndromo, quando se atinge um ponto médio, usa-se novamente as mesmas letras que já foram usadas, voltando para o mesmo ponto inicial.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Apesar de parecer haver um deslocamento para novos destinos, no fim das contas acaba-se apenas retraçando os passos, novamento pelo que já foi caminhado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Franz Kafka disse: "De um certo ponto adiante não há mais retorno. Esse é o ponto que deve ser alcançado." A síndrome de palíndromo é justamente viver o oposto da máxima de Kafka - passar o tempo todo indo até um ponto da vida em que ainda se pode retraçar os passos para voltar a origem. Na verdade, não apenas até esse ponto, mas SEMPRE voltar para o ponto inicial.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Viver uma vida sem riscos, sem tentar mudar ou buscar algo que transforme a nossa vivência. Mais do que isso, é viver uma vida limitada e difícil - para cada passo há apenas um recurso a ser utilizado. Já fui e voltei, já escrevi e apaguei. Já joguei páginas fora, já me desfiz de livros escritos. E de volta ao cabeçalho, anos depois, resta-me escrever as coisas diferentes desta vez. Anedotas que se embaralham em anagramas. Mesmas letras, nova história.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Até terminar a história com uma letra diferente da que comecei.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Ou cansar de escrever.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-5524528234002214830?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/5524528234002214830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=5524528234002214830&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5524528234002214830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5524528234002214830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/09/sindrome-de-palindromo.html' title='Síndrome de Palíndromo'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-9069224313474210422</id><published>2010-08-31T23:28:00.000-03:00</published><updated>2010-08-31T23:28:45.378-03:00</updated><title type='text'>Memória seletiva</title><content type='html'>Já esqueci aniversários, mas fiz questão de ser presente.&lt;br /&gt;Já esqueci compromissos, mas cumpri minhas promessas.&lt;br /&gt;Já esqueci de terminar frases, mas comuniquei minhas idéias.&lt;br /&gt;Já esqueci nomes e rostos, mas me lembro de regravar.&lt;br /&gt;Já esqueci a toalha, mas nem por isso deixei de me banhar.&lt;br /&gt;Já esqueci de ligar, mesmo me importando pra valer.&lt;br /&gt;Já esqueci de enviar, mensagens que acabei por arquivar.&lt;br /&gt;Já esqueci de ajoelhar, mas não deixei de orar.&lt;br /&gt;Já esqueci de pagar contas e aprendi a me acertar.&lt;br /&gt;Já esqueci do medo, mas ele sempre tenta recordar.&lt;br /&gt;Já esqueci como se esquece, pra logo lembrar de novo.&lt;br /&gt;Já esqueci do som da tua risada, mas mesmo assim sorrio.&lt;br /&gt;Já esqueci do teu rosto, mas lembro das tuas histórias.&lt;br /&gt;Já esqueci de me preocupar e não me arrependi.&lt;br /&gt;Já esqueci de deixar pra lá o que não me faz crescer.&lt;br /&gt;Já esqueci o ritmo, mas a letra sei de cor.&lt;br /&gt;Já esqueci do orgulho para me lembrar de perdoar.&lt;br /&gt;Já esqueci de te contar, mas quis compartilhar.&lt;br /&gt;Já esqueci de olhar pros lados, mas não deixei de atravessar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já esqueci de tanta coisa, mais até do que consigo lembrar.&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-9069224313474210422?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/9069224313474210422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=9069224313474210422&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/9069224313474210422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/9069224313474210422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/08/memoria-seletiva.html' title='Memória seletiva'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-1213331992672371448</id><published>2010-08-20T18:54:00.002-03:00</published><updated>2010-08-20T18:54:36.971-03:00</updated><title type='text'>Confusão, Maniqueísmo e Gangorras</title><content type='html'>Numa época de tamanho liberalismo (que é tão banalmente confundido com liberdade), a linha de pensamento atual diz que não podemos reprovar nada. Confunde-se aceitar tudo com respeitar as diferenças. Confunde-se uniformidade com unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taxa-se de intolerantes os que defendem o certo e criticam o errado. Mas, intolerância é viver sem tentar aceitar os nossos certos e errados. Afinal, se não conseguimos enxergar e reconhecer onde temos que mudar e melhorar, estamos fadados a uma vida sem real rumo proveitoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo sinais trocados, mensagens mal entendidas e percepções equivocadas. &lt;br /&gt;Vejo conceitos invertidos, valores pervertidos e ressentimentos retidos.&lt;br /&gt;Vejo que muito se confunde:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Força com independência&lt;br /&gt;Compromisso com excessividade&lt;br /&gt;Cuidado com carinho&lt;br /&gt;Atenção com afeto&lt;br /&gt;Opiniões com promessas&lt;br /&gt;Respeito com formalidade&lt;br /&gt;Impaciência com desinteresse&lt;br /&gt;Silêncio com distância&lt;br /&gt;Diversão com futilidade&lt;br /&gt;Aparência com rótulos&lt;br /&gt;Objetivo com propósito&lt;br /&gt;Potencial com capacidade&lt;br /&gt;Flexibilidade com irreverência&lt;br /&gt;Segurança com rotina&lt;br /&gt;Coleguismo com amizade&lt;br /&gt;Concordância com cumplicidade&lt;br /&gt;Postura com status&lt;br /&gt;Tranquilidade com negligência&lt;br /&gt;Vontade com necessidade&lt;br /&gt;Admiração com dependência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo parecendo tópicos distintos, no dia a dia migramos entre eles como o subir e descer da gangorra. Mas, nesses casos, o real equilíbrio está quando colocamos o peso apenas de um lado e não no tal do meio termo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-1213331992672371448?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/1213331992672371448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=1213331992672371448&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/1213331992672371448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/1213331992672371448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/08/confusao-maniqueismo-e-gangorras.html' title='Confusão, Maniqueísmo e Gangorras'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-6431027310048385873</id><published>2010-08-10T01:12:00.002-03:00</published><updated>2010-08-10T01:12:21.302-03:00</updated><title type='text'>Cacos de vidro, orgulho ferido</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;Muitas vezes, ao olhar para o passado, vemos situações das quais nos orgulhamos e também situações das quais temos certa vergonha. Não quero nem tocar no mérito de que em algumas ocasiões, quando ainda nos falta uma verdadeira noção das coisas, acabamos nos orgulhando de coisas das quais deveríamos nos envergonhar e vice-versa. Também não vou mencionar a questão de arrependimento e culpa, que muitas vezes também aparecem quando olhamos para trás.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas nós olhamos, todavia. Um homem sem história é um homem sem base e, inevitavelmente, sem futuro. Para apoiar nosso presente e gerar um futuro melhor, devemos olhar para trás. Por isso apenas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao tentarmos acertar as pontas e arestas, pegamos primeiramente os problemas gritantes, as falhas homéricas e os erros crassos. Do mesmo modo quando se vai limpar os cacos de vidro de um copo que fora quebrado, primeiro se recolhe os cacos maiores. Assim fazemos também para nos (re)direcionarmos em nossas vidas - analisamos os grandes "cacos" para (tentarmos) corrigir ou consertar a nossa vida. Não se trata de algo tão grandioso ou filosófico - pode-se, por exemplo, ao se passar mal por gula, olhar para os abusos feitos na festa da noite anterior e se policiar para que não coma (novamente) como se não houvesse amanhã. O fato é que o óbvio já está evidente, e partimos dessa etapa para nos acertamos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O problema disso é que após acertamos esses problemas, acreditamos já termos acertado as rédeas e nos voltamos para frente para tentar caminhar de novo. Quando quebramos um copo, por exemplo, andamos com cuidado para não machucarmos os nossos pés. Depois de limparmos a região, julgamos estar já livres do perigo e aí nos arriscamos a andar descalços de novo.&amp;nbsp;Faço uma pergunta: o caco que entra no nosso pé nessa situação é o grande ou pequeno?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O caco pequeno é aquele que permanece no nosso caminho quando acreditamos termos feito um bom trabalho em nossa limpeza. E assim nós fazemos na nossa vida. Acreditamos que nossa postura foi acertada por termos corrigido os grandes defeitos, mas negligenciamos os pequenos cacos e acabamos nos ferindo justamente neles.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O caco deixado é porque não analisamos aquilo que acreditamos ter feito bem - acreditava até o momento que o caco entrou no pé que a limpeza feita tinha sido boa e todos os cacos tinham sido recolhidos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não adianta olhar para trás e ignorar o que acreditamos ter sido bom. Se é necessário que haja uma mudança em nossa vida e postura, não podemos ser enviesados em nossa análise. No que é bom é que se esconde os grandes problemas. Voltando ao exemplo do glutão que passou mal no dia depois da festa - ele pode parar de comer em excesso para não passar mal, mas se não tomar cuidado com o come, mesmo que em pequenas quantidades, pode acabar tendo problemas ainda piores de saúde.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O bom é inimigo do melhor. Por isso, quando olharmos para o passado para acertarmos nosso presente, temos que focar principalmente nos pontos (que achamos ser) fortes, aquilo que achamos ter feito bem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-6431027310048385873?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/6431027310048385873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=6431027310048385873&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6431027310048385873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6431027310048385873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/08/cacos-de-vidro-orgulho-ferido.html' title='Cacos de vidro, orgulho ferido'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-3817215449424792333</id><published>2010-08-02T18:50:00.000-03:00</published><updated>2010-08-02T18:50:14.629-03:00</updated><title type='text'>Em um palmo de terra no chão</title><content type='html'>&lt;div&gt;Cabeça pesada no pescoço sem suporte, ombros não tão largos quanto o fardo a carregar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Braços doloridos, costas envelhecidas, pernas cedentes e lábios sedentos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pés cansados, pisados, apertados nos tênis surrados e enlameados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se os joelhos falassem, diriam estar cansados de correr sem se mover.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No caminho da expectativa, vê-se exausto antes mesmo de se começar a andar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As críticas não são mais veladas, e o cotidiano deixa de ser novela&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A suposta defesa reparte e, por fim, parte. Parte mesmo, sem rumo nem prumo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O ataque é escasso, o recurso já se esvaiu. Gavetas cheias de inutilidades.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Notável falta de organização. No quarto e na vida, entre quadro paredes contida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Redução de escopo para evitar o inútil, o vão. E assim vão os dias, recentes e reticentes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Separando os esforços repetidos nas palavras já re-ditas da recorrente esperança de não agir como criança.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O coração dói pouco, bate menos ainda. Já jaz quadrado e emparedado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As cartas abertas na mesa não me dão resposta ou desejo de responder.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Está tudo em dia, está tudo em xeque. Súbito, subnutrido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dias de Lázaro, dias de Abraão. Contra a esperança e contra o fim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A percepção invertida - o pouco que antes era destaque, hoje se torna vício e fraqueza.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O pouco que tenho que mal me basta ainda é seu. Sempre foi.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O mundo é tão pequeno quando não se pode crescer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-3817215449424792333?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/3817215449424792333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=3817215449424792333&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3817215449424792333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3817215449424792333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/08/em-um-palmo-de-terra-no-chao.html' title='Em um palmo de terra no chão'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-5271696914894856593</id><published>2010-07-25T17:36:00.000-03:00</published><updated>2010-07-25T17:36:05.095-03:00</updated><title type='text'>Mudar o rumo</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;Eu mudei.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Desinencialmente, pode-se ocultar o sujeito, todavia opta-se por expô-lo, dada as circunstâncias envolvidas na declaração. Mudar é o objetivo dos que reconhecem em si a necessidade de ser diferente do que se é. Há um ditado que enuncia - querer é poder. Nesse cenário, apesar de ser correto essencialmente, a efetividade perde-se na realidade. Isso porque, geralmente, o 'eu quero mudar' denota não apenas o desejo de ser diferente mas, também a incapacidade de atingir o objetivo, seja por não saber a maneira para tal ou por não ter força para isso.&amp;nbsp;Toda vez que um "eu quero mudar" é dito, a esperança surge permeada com desconfiança. Os 'SERÁs' e os 'E SEs" brotam de todo lugar, principalmente na cabeça do que declarou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As afirmações repetitivas e cheias de dúvidas do desejo de mudança cria uma incredibilidade inabalável e, mesmo aqueles que gostam e, na medida do possível acreditam em você, desconsideram com convicção o que parece ser apenas mais uma declaração vazia de alguém que não irá mudar.&amp;nbsp;Deixando o que é óbvio de lado, voltemos ao 'mudar'. Acredito que toda mudança ocorre, ou ao menos começa de fato, em silêncio. Por esse motivo, para os que querem de fato mudar, creio que o processo deve começar sem que haja declarações. No silêncio, para que não haja a criação de novas (mesmo que as mesmas) expectativas ou para que o escárnio alheio não impeça que o êxito seja atingido. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mesmo ficando sozinho por tanto tempo, me parece que não aprendi a entender o real valor do silêncio. Mesmo falando menos, ainda ando falando demais. Ainda expressando idéias que contradizem o que realmente acredito, levado pelo momento, destaque ou receio. Mudar assusta pois exige que se abra mão de certas coisas e, quanto mais profunda a mudança, o que é exigido se torna mais precioso. Mas, talvez seja justamente por isso que haja a necessidade de mudar. Em Provérbios está escrito que onde está o nosso coração, lá está o nosso tesouro. O coração é único, mas o tesouro pode ser substituído.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chega uma hora que mudar, assim como navegar, é preciso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só se ouve quando não se fala.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Falar só quando a ação se concretizou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu mudei.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-5271696914894856593?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/5271696914894856593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=5271696914894856593&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5271696914894856593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5271696914894856593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/07/mudar-o-rumo.html' title='Mudar o rumo'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-883524468526566244</id><published>2010-07-20T01:21:00.002-03:00</published><updated>2010-07-20T01:21:26.584-03:00</updated><title type='text'>Um pouco mais de vida</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;Um dia, há um tempo, decidi estudar japonês sozinho. Na época, o mundo era pequeno e tudo era tão simples e fácil de se obter. Mas aí veio o mundo, vieram as preocupações e responsabilidades auto-impostas, os sonhos deram lugar à praticidade e o tempo foi consumindo tudo sem me dar tempo nem de repensar. Mas isso é parte de uma rede de justificativas vazias e que geram um pseudo-conforto que logo passa. Abrimos mão de certas coisas em detrimento de outras, mas alguns planos são abandonados sem justificativa alguma. Desânimo? Cansaço? Prioridades?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O porque de não ter perdido os quilos a mais, o porque de não ter começado a estudar chinês ou já saber falar francês, o porque de não ter viajado mais ou conhecido mais? Falta de disciplina e comprometimento. Isso eu tinha de sobra quando resolvi aprender um idioma sozinho - o tempo me era mais vasto então, e eu o usava com afinco, sem desperdício.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por um pouco mais de vida, por um pouco mais de sonho, retomei a disciplina e me comprometi a mim mesmo. É o único investimento que só me fará ganhar e, pra falar a verdade, o único investimento que posso fazer para que o potencial se torne realidade. A minha oração é que não quero ser apenas uma promessa. Renovo a fé, retomo a aliança com o tempo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-883524468526566244?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/883524468526566244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=883524468526566244&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/883524468526566244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/883524468526566244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/07/um-pouco-mais-de-vida.html' title='Um pouco mais de vida'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-5964985771580899555</id><published>2010-07-15T00:15:00.000-03:00</published><updated>2010-07-15T00:15:53.593-03:00</updated><title type='text'>ICQ e a efemeridade da importância</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na maioria das nossas relações interpessoais, o nosso contrato social exige apenas uma interação funcional - com seu supervisor, apenas a faceta profissional; com o gerente da sua conta no banco, apenas o seu rendimento; com colegas de faculdade, a faceta acadêmica. Não se espera mais do que isso, mesmo que em algumas ocasiões, a relação pode extrapolar os limites pré-estabelecidos. Mas, quando começamos a buscar uma interação mais completa, explorando talvez a pluralidade das facetas que expomos e compartilhamos? Pode acontecer uma confusão entre a interação com a pessoa em si (todas as facetas) ou apenas com a função que ela exerce no suposto contrato social estabelecido.&amp;nbsp;Sei que analisar deste modo parece muito analítico, por isso quero tentar trazer para uma compreensão mais pessoal. Para isso, temos que responder: como consideramos ou como somos considerados por tal pessoa?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amigo ou ombro amigo?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Confidente ou alguém de confiança?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Memória ou lembrança?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Companheiro ou companhia?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De um lado, a posição de alguém que não representa apenas um papel na vida da outra pessoa. O amigo, confidente, companheiro, o que gera memórias constantes. É o que queremos ser para as pessoas que realmente nos são importantes. Do outro lado, o ombro amigo, alguém de confiança, uma companhia ou alguém que evoca lembranças. São apenas papéis que representamos na vida de algumas pessoas - relacionamentos baseados em conveniência, ou seja, completamente superficiais e dispensáveis - mesmo que a característica em questão seja algo pessoal.&amp;nbsp;Assumimos papéis na vida da outra pessoa - ora pelo momento em que se vive, ora pela personalidade que se tem.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A frustração que pode ocorrer é a de, por exemplo, acreditarmos sermos amigos e na verdade sermos apenas ombro amigo. Geralmente isso ocorre quando o relacionamento se baseia ou inicia em um momento específico (e intenso) da pessoa - a morte de um ente querido, início de uma faculdade ou novo emprego, término de um relacionamento. Com o passar do tempo e o compartilhamento de uma experiência tão marcante, pode-se criar uma ilusão de um suposto envolvimento completo ou mais significativo. Afinal, seria muita insensibilidade não considerar importante alguém que passou por um momento tão importante com você, né? Na verdade, não. Algumas vezes, é exatamente isso que acontece - a pessoa é justamente apenas um ombro amigo, alguém que está lá nos momentos difíceis e que "some" nos momentos bons. A pessoa é apenas uma companhia no momento ruim e não um companheiro para todas as etapas da vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Basta ver a sua lista do ICQ, os testimonials do orkut mais antigos ou uma lista de e-mails de alguns anos atrás. Sem dúvida, você encontrará alguém que supostamente era um grande amigo (ou grande amor), alguém que era tão importante e que, se você não encontrasse a lista por acaso, nem lembraria da existência dela. Amigos que eram tão próximos e que hoje só se lembra (e olhe lá) nos aniversários. O fato é que há pessoas que consideramos mais importantes do que elas nos consideram - e o oposto também acontece. Ou seja, nossa importância é relativa e efêmera.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu sempre fui um "resolvedor de problemas" e por esse motivo, tive muitos relacionamentos pessoais que começaram com a premissa de um momento intenso. Conversei com muitas pessoas em momentos difíceis e pude aconselhá-las ou confortá-las. E praticamente todas elas, após resolverem seus problemas, desapareceram e seguiram com suas vidas. Não estou aqui pra reclamar disso ou dizer que "ninguém me ama, ninguém me quer". Apenas expondo um fato inegável - quanto mais nos apegamos aos nossos papéis, menos expomos a nossa totalidade. Com isso, negamos a oportunidade de criarmos relacionamentos mais significativos e aumentamos a incidência da solidão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não posso negar que me entristeci com algumas pessoas que acreditava ter uma interação mais completa, assim como sem dúvida já devo ter causado tristeza a alguém por descreditar a confiança dela no mesmo fato. Aprendi a aceitar mais a minha posição em algumas relações e já não fico mais (tão) abatido, mesmo que ainda perplexo, com algumas (não-)reações. Infelizmente, não se consegue ser forte e consciente todos os dias.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pessoa ou papel representado?&amp;nbsp;Quem é você hoje?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-5964985771580899555?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/5964985771580899555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=5964985771580899555&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5964985771580899555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5964985771580899555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/07/icq-e-efemeridade-da-importancia.html' title='ICQ e a efemeridade da importância'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-11075398705808040</id><published>2010-07-06T00:03:00.000-03:00</published><updated>2010-07-06T00:03:05.238-03:00</updated><title type='text'>(Re)escrevendo a trama e a música</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Lulu Santos é um dos meus artistas favoritos. Sou uma pessoa que gosta bastante de falar, mas ouvindo algumas músicas dele, não encontro necessidade de acrescentar palavras ou comentários. 'Escrevi' o texto abaixo, mas apenas usei versos das músicas dele. Para todos os efeitos, então, pode-se dizer que reescrevi este texto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-------&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu não pedi pra nascer, eu não nasci pra perder.&lt;/div&gt;O que eu ganho e o que eu perco, ninguém precisa saber.&lt;div&gt;Eu quero crer no amor numa boa.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cruzou meu caminho e mudou a direção.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bela como a luz da lua&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Primeiro era vertigem, mas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;não diz tudo que quero dizer&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Me dá um beijo então, aperta a minha mão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ela me faz tão bem, ela me faz tão bem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pra dizer mais sim do que não.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu vejo a vida melhor no futuro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Será miragem, será mistério&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dessa história, ninguém sabe o fim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vamos viver tudo que há pra viver&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dar o braço a torcer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se amanhã não for nada disso, caberá só a mim esquecer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Talvez eu seja o último romântico.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Somos medo e desejo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pode até parecer fraqueza, mas que seja fraqueza então.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se é loucura, melhor não tem razão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Repleta de toda satisfação&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tolice é viver a vida sem aventura.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É melhor não resistir e se entregar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A quase ninguém.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se não houvesse o silêncio,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tão lentamente, de repente&lt;/div&gt;&lt;div&gt;sonâmbulo, insone e insano.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo que cala fala mais alto ao coração&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pra você ver que eu to voltando pra casa, mas&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tem certas coisas que eu não sei dizer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-11075398705808040?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/11075398705808040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=11075398705808040&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/11075398705808040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/11075398705808040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/07/reescrevendo-trama-e-musica_06.html' title='(Re)escrevendo a trama e a música'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-5899251032894928779</id><published>2010-07-05T05:32:00.004-03:00</published><updated>2010-07-05T19:05:49.127-03:00</updated><title type='text'>Pequenas vitórias e a frustração dos milestones</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Nos últimos meses, andei rascunhando um texto sobre os marcos que temos durante a vida, quase todos como rituais de passagens para aceitação na sociedade. Estava lendo o último post do Marcel e achei uma boa idéia tentar desenvolver o tópico, usando uma abordagem mais empírica.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Em linhas gerais, o marco principal da vida de uma pessoa é quando ela deixa de ser uma criança e se torna um adulto. Em algumas culturas, deve-se passar por um tipo de provação para mostrar que atingiu a maturidade para ser considerado um adulto. Pensando na nossa sociedade atual, a "provação" seria tirar a carta de motorista ou entrar em uma faculdade. Convenhamos que isso de forma alguma estabelece a maturidade do infante que supostamente se tornou responsável pelas suas ações. Independente da valia dos marcos, eles não deixam de existir. Passar no colégio, ser aprovado no vestibular, tirar carta de motorista, passar na faculdade, arranjar um bom emprego, casar, ter filhos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A verdade é que a pressão colocada sobre o menino de 14 anos que tem que ficar sobre uma pilastra por dois dias ou do outro rapaz que precisa ingerir os fluídos dos anciões da vila para que se tornem adultos é de certo modo menor do que a que é colocada sobre nós. Para estas culturas, após esse ritual, eles já estão aprovados. Agora para nós, os eternos estudantes e trabalhadores, a pressão nunca acaba. Como o Marcel indicou bem no texto dele, há sempre a espera pelo próximo passo, o próximo milestone.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O que quero destacar é que se trata de uma postura humana, independente da cultura, de se criar grandes marcos no decorrer da vida da pessoa. E tentar nortear nossa vidas com base nestes pontos jogados ao léu. O que acontece é que até se entrar no colégio, não há muito espaço para desvios no caminho traçado, porém, após esse ponto, tudo se torna variável ao extremo. Ao contrário do que acontece com culturas mais antigas, a sociedade urbana atual impede que esses marcos sejam claros e, por conseguinte, impede que as pessoas consigam passar por eles de modo natural.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Mesmo após todo esse vai-e-vem sociológico, não perdi o foco principal. Quando falei sobre abordagem empírica, quis falar sobre a minha experiência e, sem dúvida, a de diversos amigos e colegas. Salvo os poucos que realizam os seus sonhos e planos sem desvios no caminho, os outros passamos por diversas provações. Uma amiga entrou em depressão por não conseguir estabelecer qual era o próximo marco que ela deveria atingir - isso a afetou de tal modo, que a sensação de deslocamento se tornou insustentável, recorrendo para um isolamento nocivo. Alguns amigos estão passando por mudanças drásticas em relação a carreira profissional, outros, mesmo aparentemente bem sucedidos, relutam para encontrar uma motivação maior para as suas atuações. Eu ainda brigo todos os dias com a convicção que insiste em crescer de que me tornei inútil e incapaz. E tudo isso porque a pressão de atingir o próximo marco pesa sobre nossa vidas - encontrar um (bom) emprego, achar uma companheira, ter estabilidade financeira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O fato é que se encararmos a vida como uma sucessão de grandes "linhas de chegada" é quase uma receita infalível para a frustração ininterrupta. Para que isso seja evitado, temos que nos focar no passo-a-passo, nas pequenas vitórias (ou derrotas) que temos durante a vida. Como escrevi nesse texto, são os detalhes que mudam a nossa perspectiva do todo. Percebi que não adianta encontrar um bom emprego apenas - a satisfação será apenas temporária, porque logo aparecerá a pressão pelo próximo 'grande acontecimento'. Como comentei lá no texto do Marcel, tudo que se precisa é uma viagem com os amigos, aprender algo ou ir a um lugar diferente, se esforçar para não perder o fim de semana para o desânimo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Admito, todavia, que ando perdendo muito mais essa luta do que vencendo, admito que a vontade de me tornar mais recluso e distante tem sobrepujado o meu anseio de dar pequenos passos em direção a um lugar desconhecido (e sem saber o quão longe estou de chegar). Mas ao menos, posso admitir para mim mesmo que sei o que posso mudar para tentar ser melhor. Pelo menos para o dia de hoje, que é o que a mim cabe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-5899251032894928779?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/5899251032894928779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=5899251032894928779&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5899251032894928779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5899251032894928779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/07/pequenas-vitorias-e-frustracao-dos.html' title='Pequenas vitórias e a frustração dos milestones'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-5267585447211490326</id><published>2010-06-30T01:49:00.000-03:00</published><updated>2010-06-30T01:49:39.750-03:00</updated><title type='text'>Ruas vazias, caldo-freddo e um cocker spaniel</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;O sol estava alto no céu e, apesar do calor, à sombra, o vento era gelado. As roupas lhe causavam um desconforto esquisito, aparentemente pelos quilos a mais. A bem da verdade, era um desconforto esquisito pois não se tratava de algo físico, era apenas uma sensação de readaptação - tivesse o dom do sentido, a água talvez se expressasse desta maneira ao mudar de recipientes. A interação havia sido boa e, mesmo convicto da inexistência de um porvir (contradizendo a promessa vazia feita há instantes), sentiu o ímpeto de abrir um sorriso largo quando fechou a porta atrás de si.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Compreensão era algo que há muito perdera seu valor e, por assim dizer, a razão também lhe esvaía por entre os dedos. O vento e o sol expressavam com exatidão a contradição harmoniosa existente na sua alma. Com o cálido toque do astro-rei, relembrava-se da situação que aparentemente perduraria por outras jornadas. Com a gélida sensação das golfadas de vento intermitente, a calma e o refrigério que desafiavam os últimos resquícios de argumentação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Esperava pelo troco no estacionamento, quando se aproximou cabisbaixo o cachorro de um estranho na esquina. Como quem espera aceitação, olhou para o alto e esperou, inexplicavelmente, por um afago. Decidiu aquiescer ao suposto desejo canino e, até a chegada da atendente, divertiu-se com o animal e sua &amp;nbsp;cara de chorão. Já a caminho da rua, ouviu os últimos latidos, talvez uma despedida ou, quiçá uma reclamação gerada pela ignorância da brevidade do encontro. O sol ainda brilhava forte no céu, mesmo ainda faltando algumas horas até o meio-dia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;As ruas estavam vazias e, o caminho já feito por inúmeras vezes anteriormente, se apresentava como algo renovado. Talvez fosse apenas o asfalto recauchutado, as placas novas e os prédios recém-construídos. Talvez, e era assim que ele preferia acreditar, fosse por ver o caminho sob uma nova luz. O caminho se estendeu tanto quanto deveria e, em breve, estava de volta ao lugar de origem, mesmo não sendo o mesmo lugar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-5267585447211490326?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/5267585447211490326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=5267585447211490326&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5267585447211490326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5267585447211490326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/06/ruas-vazias-caldo-freddo-e-um-cocker.html' title='Ruas vazias, caldo-freddo e um cocker spaniel'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-7307530279683488673</id><published>2010-06-29T01:14:00.002-03:00</published><updated>2010-06-29T01:20:05.181-03:00</updated><title type='text'>Sementes, factóides e a cor verde</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sementes são pequenas, mas possuem dentro de si a capacidade de gerar coisas imensas. Pensando assim, cada atitude ou palavra que desferimos são como sementes que lançamos. No fim das contas, somos todos "semeadores" nessa vida. Podemos semear indiferença, cuidado, desdém, preocupação, dúvida ou convicção. A gente acaba esquecendo da parte importante - que essa sementes lançadas são geradas dentro de nós. E toda semente é gerada após algo que foi gerado, por isso, o coração tem que sempre ser terra fértil para se semear esperança.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Seguindo a linha dos textos anteriores, talvez devesse seguir explorando o tópico e traçar diversas analogias, chegando a uma conclusão óbvia, mesmo que não tão evidente. Apenas expondo um pouco do (bom) senso que existe em cada pessoa. Nada particular, nada pessoal, apenas analítico e generalista, por assim dizer. E é provável que eu volte a essa linha de pensamento eventualmente. Em algumas ocasiões, todavia, exibir (suposta) compreensão de nada vale - ou simplesmente explora uma experiência inócua em que o escritor (e o leitor) apenas concordam (ou discordam) em um assunto levantado e, em breve, já estão a busca de outras singularidades pluralizadas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sou responsável por cuidar por aquilo que dá frutos aqui dentro. Mas antes disso, tenho que lembrar das coisas que de algum modo, mesmo sendo aparentemente insignificantes, me dão esperança. Ver a mão minúscula de um bebê, um casal de velhinhos de mãos dadas, receber uma ligação inesperada, saber que alguém em quem eu penso também pensa em mim, receber a encomenda internacional pelo correio, cheiro de livro novo, completar uma coleção e começar uma nova, comer comida da avó, recever elogios de supetão, Fran's invadindo a madrugada, rever amigos de longa data, sentir um abraço cheio de saudades, conseguir ir sentado no trem/metrô, não pegar trânsito em SP, ouvir uma música antiga e lembrar, falar com Deus, comprar um&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;gadget&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;novo, viajar, contar e ouvir anedotas, comer em um restaurante novo, acertar no presente dado, causar um sorriso, ouvir proparoxítonos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Claro que há mais coisas, mas estas que eu lembrei são para deixar claro que eu não me esqueço de que a esperança (me) segue. Tem cor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-7307530279683488673?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/7307530279683488673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=7307530279683488673&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7307530279683488673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7307530279683488673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/06/sementes-factoides-e-cor-verde.html' title='Sementes, factóides e a cor verde'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-5180753955180373949</id><published>2010-06-15T11:32:00.003-03:00</published><updated>2010-06-15T11:36:51.214-03:00</updated><title type='text'>Olhos Fechados x Cheiro de Sabonete - A questão da namorada</title><content type='html'>Idealizar faz parte da perspectiva de um adolescente - seja as maravilhas da vida adulta ou as suas próprias capacidades. Aos poucos a realidade nos ensina que idealizar é uma manobra arriscada e, quase sempre, equivocada. Na maioria das vezes, o ideal é o arquiinimigo do real. Não que na realidade não encontremos qualidades comuns ao que fora idealizado - o problema reside em deixar que o padrão idealizado impeça de aceitar os supostos "defeitos" na realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos pensar na mulher 'perfeita', idealizada por um adolescente qualquer - alguém como eu, há uns anos. Ela seria uma modelo, cabelos sempre esvoaçantes e arrumados, olhos de safira e esmeralda (um olho de cada cor ia parecer um husky siberiano...), sorriso de marfim, voz de soprano, inteligente como Einstein, divertida como um humorista, sem frescura. Ter os mesmos gostos e desgostar das mesmas coisas. Em alguns momentos, eu poderia jurar que uma das características é que ela podia voar - fora que nunca haveria discordâncias e discussões entre nós. (Mais fácil ela voar do que o último ser verdade...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo, alguns destes quesitos perdem a valia, mas a nossa inerente condição de idealizador demora a ceder. Continuamos tentando encaixar as pessoas em nossos moldes pré-fabricados e, muitas vezes, perdemos oportunidades de conhecer e conviver com alguém por esse filtro erroneamente regulado. (Não que para um adolescente ou pré-adulto os critérios tenham valor eliminatório para o início de um envolvimento, mas eles existem e se tornam cada vez mais evidentes com o passar do tempo da relação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendi a aproveitar as coisas pequenas do relacionamento, o dia junto, a falta de necessidade de impressionar, a sinceridade e compartilhar a vida. Não importa quão perfeita a ideal seja na minha mente, ela sempre vai perder para a mulher real. Aquela que tem a altura de um abraço, peso leve como a liberdade de ir e vir, sorriso e olhar que te fazem bem. Cheiro de sabonete e &amp;nbsp;shampoo no cabelo recém-lavado, risada engraçada, voz desafinada. De vez em quando dorme de boca aberta, entrega o jogo só com a expressão do rosto, tentar entrar no teu mundo e te abre as portas para o mundo dela. Às vezes briga sem motivo, chora por motivos que só ela entende. Às vezes ela fala o que não deve e não fala o que deveria. Ela ama de verdade e consegue acreditar em você mesmo quando você mesmo não consegue. Ela fica nervosa e te deixa nervoso, vez ou outra. E, em certos dias, você vai duvidar e questionar, mas aí ela chega. E só de falar oi, parece que tudo que estava na tua cabeça era bobagem e questionamento sem sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tem mais uma lista de requisitos a preencher - de repente, ela já preencheu a vaga toda. Não ligo mais para a tal "garota dos meus sonhos" - porque é quando estou acordado que realmente importa. Quando abro os olhos, ela está lá.&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-5180753955180373949?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/5180753955180373949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=5180753955180373949&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5180753955180373949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5180753955180373949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/06/olhos-fechados-x-cheiro-de-sabonete.html' title='Olhos Fechados x Cheiro de Sabonete - A questão da namorada'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-992070681398575375</id><published>2010-06-01T01:38:00.002-03:00</published><updated>2010-06-01T01:38:29.850-03:00</updated><title type='text'>Inbetween mistypes</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Seja por omissão ou troca de caracteres, os erros de digitação além de gerar algumas risadas, também podem gerar problemas na hora de se expressar uma mensagem. Podemos citar o&amp;nbsp;caso da pessoa que ao fazer um apelo para caridade, ao tentar pedir 'colchões', esqueceu de uma letra e pediu por 'colhões'. Ou do outro que digitava em um teclado que não reconhecia acentos e ao tentar falar 'porta do céu', bom, vamos dizer apenas que o 'é' foi omitido.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No nosso dia a dia, esses erros também permeiam (e estragam) a nossa vivência. Escolhemos a expressão errada, o momento errado. Escolhemos o silêncio quando o momento exige uma palavra, ou escolhemos a verborragia quando o ideal é manter o silêncio ou esperar o que a contraparte tem a dizer. Isso tudo fica muito evidente no início do diálogo, especialmente no início de uma interação. Se o rótulo inicial que criamos da pessoa não está diretamente ligada à aparência, - gorducho, magrela, baixinho, orelhuda, voluptuosa - provavelmente estará ligada ao modo ou ao que falamos - mudinho, tagarela, fanho, intrometido, pseudofilósofo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todavia, compreensão não necessariamente depende de uma expressão literalmente correta.&amp;nbsp;Tudo vai da fluência da outra parte em entender o que alguém diz - se eu escrever "boabgem", os que são sabem português vão entender o que quis dizer. Até o "cara dos colhões" que eu mencionei no começo do texto conseguiu passar sua mensagem, mesmo que gerando risadas. Quando se conhece alguém, aos poucos se torna fluente na "língua" que ela (não) diz - o Alberto fala o Albertês, a Maria fala o Marianês, e assim por diante. Sendo assim, mesmo que a pessoa cometa algum deslize na hora de se expressar, a idéia será transmitida de modo correto. Mas isso é tão raro (e trabalhoso) quanto se tornar fluente em uma língua estrangeira.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com o passar do tempo, parece que a melhor opção para evitar os mal-entendidos é falar pouco. Ou, quase sempre, não falar nada. Seguindo a regra militar: "&lt;i&gt;speak only if spoken to&lt;/i&gt;". Como disse o salmista, "até o idiota se passa por sábio quando fica com a boca fechada."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-992070681398575375?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/992070681398575375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=992070681398575375&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/992070681398575375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/992070681398575375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/06/inbetween-mistypes.html' title='Inbetween mistypes'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-5612013537966787941</id><published>2010-05-23T07:10:00.001-03:00</published><updated>2010-05-23T07:16:12.134-03:00</updated><title type='text'>Poeira cósmica, Eons e Predestinação</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Recentemente, li uma frase de um autor desconhecido: "Cometh the hour, cometh the man". Em uma tradução livre seria algo como "quando é chegada a hora, o homem virá". Tanto a tradução como a interpretação podem estar equivocadas, mas em suma, a idéia é de que quando uma situação se apresenta é porque de algum modo já se está pronto para enfrentá-la.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nunca me dei bem com a concepção de destino ou, melhor dizendo, predestinação. Ao meu ver, nós tomamos as nossas decisões e direcionamos a nossa vida - nossos atos e omissões que definem a nossa caminhada. Há quem diga, que por ser cristão, acreditar nisso seria contradizer a minha fé, afinal o Livro diz que "todos os nossos dias estão traçados perante Deus". A minha postura não isenta esta afirmação, afinal quem sabe é Deus, a mim cabe conhecer apenas o que ocorre hoje. Aos meus olhos, eu tomo as minhas decisões - inclusive a de abrir mão desse direito. (Nota mental: segue uma frase paradoxal)&amp;nbsp;Mas voltando ao "destino", com base na frase mencionada no primeiro parágrafo, eu tenho que abrir um parêntese, mesmo não sabendo se irei fechá-lo. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sabe aquela idéia de "estar no lugar certo, na hora certa"? Não adianta nada se você não ser a "pessoa certa" - não apenas por ser a pessoa, mas também por "estar" a pessoa. Não posso negar que alguns acontecimento se encaixam e que, de certo modo, existe uma espécie de "destino". (Digo isto porque não existem coincidências.) Mas, que diferença isso realmente faz? Na afirmação inicial, não cabe a mim focar no "quando é chegada a hora" pois, de modo algum, eu tenho como agir nessa parte - eu sou responsável pelo "o homem virá".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aliás, essa questão de agir em prol do bem maior ou essa concepção de que somos especiais são pontos sobreestimados. Somos apenas pó, grãos de areia, insignificantes e microscópicos em relação a dimensão de toda a criação/evolução. Vida, morte, amor, sofrimento, paz, guerra - tudo sobreestimado. Dá-se valor a tudo isso para que a nossa própria existência seja valorizada.&amp;nbsp;Não se trata de uma percepção niilista da vida, acredito ser algo mais simplista, a bem da verdade. Preocupação com controle de natalidade, proteção ambiental, qualidade de vida, camada de ozônio quando por eons a Terra tem subsistido e se renovado? Não tenho nada contra as atitudes em prol da preservação do mundo, não me isento da minha responsabilidade ao separar o lixo para reciclar ou tentar viver uma vida mais "verde" - apenas acho que se exagera na real abrangência e efetividade dessas ações.&amp;nbsp;O homem perde tanto tempo tentando mudar o mundo, consertar os erros e tudo o mais - por uma mera existência individual de menos de uns 80 anos, talvez estendida por intermédio de lembranças ou um legado que perdurará por talvez mais alguns séculos ou uns milênios?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dito isto, o que fazer? Bom, sei que não vou me preocupar com o que não posso mudar e não vou me deixar levar pela ilusão de controle. A mim, cabe a minha vida (assim como a cada um) e para cada dia, cabe o seu devido mal.&amp;nbsp;Ao homem o que é do homem e a Deus o que é de Deus.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;"Quando a solução é simples, Deus está respondendo." - Albert Einstein&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-5612013537966787941?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/5612013537966787941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=5612013537966787941&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5612013537966787941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5612013537966787941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/05/poeira-cosmica-eons-e-predestinacao.html' title='Poeira cósmica, Eons e Predestinação'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-2262111988169155641</id><published>2010-05-17T02:52:00.001-03:00</published><updated>2010-05-17T02:55:02.454-03:00</updated><title type='text'>A ordem dos fatores</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Insônia significa ausência de sono. Mas nem sempre ausência de sono significa insônia - o sono pode se perder por diversos motivos, mesmo que apenas um motivo é necessário para recuperá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alegria é a ausência da tristeza. Mas nem sempre a ausência da tristeza significa alegria - apesar de que a experiência revela o caráter dominante da tristeza que se mostra quase sempre presente na falta da tal da alegria e/ou motivo gerador.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para que alguém ouça, alguém tem que ter falado. Mas o fato de falar, não necessáriamente significa que alguém irá ouvir - a bem da verdade, boa parte de nossas palavras acabam se perdendo no silêncio, inclusive para nós mesmos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando não se tem ninguém por perto, se está sozinho. Mas nem sempre só porque não tem ninguém por perto, se está só - na real, a pior solidão é aquela que aparece quando se está cercado de pessoas. Não se sabe como se resolve.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A atitude do covarde é sempre fugir. Mas nem sempre a fuga é atitude de um covarde - o que define isto é o que é feito após a fuga, tentar melhorar e voltar ou simplesmente ficar fugindo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Morrer significa não ter vida. Mas não estar morto não significa necessariamente estar vivo - há um grande abismo entre viver e existir.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, se à beira desse abismo há hesitação, ainda existe algo em que se pode agarrar - às vezes, ao contrário do que sempre nos ensinam, se deve olhar pra trás.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/S_DYi2VzkEI/AAAAAAAAAEs/rwi5z2gHGEI/s1600/cliff.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/S_DYi2VzkEI/AAAAAAAAAEs/rwi5z2gHGEI/s320/cliff.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando o oposto faz sentido, é melhor meter os pés pelas mãos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-2262111988169155641?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/2262111988169155641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=2262111988169155641&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/2262111988169155641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/2262111988169155641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/05/ordem-dos-fatores.html' title='A ordem dos fatores'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/S_DYi2VzkEI/AAAAAAAAAEs/rwi5z2gHGEI/s72-c/cliff.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-2111670925681829172</id><published>2010-05-09T14:44:00.001-03:00</published><updated>2010-05-09T14:47:20.231-03:00</updated><title type='text'>Mãe</title><content type='html'>Mãe é o exemplo claro de que amor é cego - o filho é bonito, sempre o mais bonito.&lt;br /&gt;Mãe é a última a desistir e a primeira a confiar.&lt;br /&gt;Mãe também exagera - se não atendeu o telefone é porque foi preso ou sofreu acidente.&lt;br /&gt;Mãe quase nunca erra em seus conselhos - testificam por mim os vários dias que tomei chuva porque não dei ouvidos.&lt;br /&gt;Mãe não muda a percepção - mesmo com seus trinta e tantos, ainda é o filhinho.&lt;br /&gt;Mãe tem percepção mágica - ela sempre sabia quando eu tinha derrubado coisas na cozinha, mesmo quando eu limpava tão direitinho.&lt;br /&gt;Mãe tem percepção mágica (2) - tentar esconder alguma coisa é inútil (como sair escondido com os amigos).&lt;br /&gt;Mãe dá bronca, pega no pé, dá uns cascudos e põe de castigo. Mas ainda dá risada quando a gente faz palhaçada.&lt;br /&gt;Mãe sabe muito bem quando o choro é sincero. Ou se é apenas pra fugir da bronca (o que geralmente rendia mais algumas palmadas).&lt;br /&gt;Mãe sacrifica, abre mão da vida e dos sonhos para que o filho possa viver e sonhar.&lt;br /&gt;Mãe diz que filho é um presente de Deus, mas presente mesmo é o amor da mãe, que é o que mais se aproxima do amor de Deus.&lt;br /&gt;Mãe tem seus momentos neuróticos, seus momentos difíceis e seus momentos de tristeza, mas não renega a responsabilidade que assumiu.&lt;br /&gt;Mãe faz de tudo, mas sempre acha que ainda tem que fazer mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha conclusão é que faltam palavras para expressar o que 'mãe' realmente significa.&lt;br /&gt;A minha convicção é que a minha dívida não poderá nunca ser quitada, mas isso não vai me impedir de tentar.&lt;br /&gt;O meu agradecimento é por ser tudo isso e me ensinar a ser mais do que sou.&lt;br /&gt;O meu presente é a promessa de fazer tudo para ser um filho que valha a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, claro, isso também vale para as avós que, por definição, são (mãe)².&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-2111670925681829172?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/2111670925681829172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=2111670925681829172&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/2111670925681829172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/2111670925681829172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/05/mae.html' title='Mãe'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-1875661262798840346</id><published>2010-05-02T03:28:00.000-03:00</published><updated>2010-05-02T03:28:26.544-03:00</updated><title type='text'>Linhas indeléveis, Compreensão cristalina</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dentre as diversas características da nossa sociedade, pode-se destacar o fato de que a cada dia os limites estão sendo superados, destruídos, desrespeitados ou ignorados. Enquanto em alguns aspectos esta tendência se mostra positiva, como no caso da ciência, tecnologia e relações internacionais, nos que se referem ao relacionamento humano e valores sociais, a inexistência (ou ineficiência) dos limites se mostra em grande maioria das vezes como nociva.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os traços limítrofes não são responsáveis apenas por limitar as ações das pessoas, mas servem também como guia para que as atitudes e comportamentos sejam devidamente designados e compreendidos. O que ocorre é que com eliminação ou aversão aos limites, ocorre uma inversão e, consequentemente, uma perversão de valores. As atitudes são interpretadas de modo equivocado - a tolerância e o respeito são estampados nos estandartes dos auto-intitulados liberais, mas as suas ações estampam uma incapacidade de ser coerente com os valores apregoados, além de se colocarem na posição de eternas vítimas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não estou aqui para defender uma estrutura social arcaica (ou antiga), nem mesmo para falar do sentimento derrotista decorrente da falta de perspectiva dessa sociedade. Até porque, em termos gerais, as sociedades são as mesmas desde sempre, os valores podem parecer diferenciados, mas proporcionalmente, tudo é o mesmo. (Assunto para um próximo texto, talvez.)&amp;nbsp;&amp;nbsp;O meu (presente) manifesto é em prol do verdadeiro respeito e, acima de tudo, da compreensão. Acredito que para tal, algumas linhas devem ser traçadas e respeitadas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Das diversas confusões existentes, destaquei duas que tem se mostrado mais frequentemente na (minha) atual conjuntura: Naturalidade e Indiferença; Aceitação e Conformismo.&amp;nbsp;Deixo claro de antemão que há espaço para cada uma das quatro posturas expostas abaixo, mas que assim como não devem ser confundidas, devem ser aplicadas em momento oportuno para tal.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Naturalidade x Indiferença&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Encarar algo sem estardalhaço ou se deparar com problemas sem que haja reações exageradas. A reação inicial tanto para a naturalidade como para a indiferença são bem parecidas. O que difere as duas é a origem desta reação inicial e as atitudes subsequentes. Enquanto a naturalidade é originada na maturidade atingida pela vivência ou compreensão de um assunto, a indiferença é originada na falta de comprometimento e na perspectiva egoísta da pessoa.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mesmo com a motivação aparentemente negativa, não estou dizendo que a indiferença não deve existir, aliás, muito pelo contrário. Há diversas situações em que devemos mesmo não nos comprometer e/ou agir de modo egoísta. O que estou tentando dizer é que as duas posturas não devem ser confundidas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sobre a atitude subsequente, enquanto a indiferença acaba por se direcionar ao escárnio ou críticas excessivas, a naturalidade tende a reagir de modo centrado e visando atingir um cenário melhor, mesmo que a reação seja não fazer nada. Naturalidade é a versão adulta e engajada da indiferença, mas nem sempre é a melhor postura ou a mais correta. Neste dilema, tudo acaba sendo&amp;nbsp;&lt;i&gt;ad hoc&lt;/i&gt;. Cada curva do labirinto da caminhada pode exigir uma mudança - mas a ressalva, mesmo que não escrita em pedra, é que o age com naturalidade, sabe agir com indiferença. Já o indiferente age com indiferença até com a naturalidade.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Aceitação x Conformismo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O último 'estágio da morte', segundo Elisabeth Kubler-Ross é a Aceitação. Por geralmente estar associado ao fim ou conclusão, geralmente este termo é compreendido também como conformismo. A falta de comprometimento das pessoas, decorrente também dos valores sociais se fiarem em uma base primordialmente egoísta, é um dos principais motivos para que haja essa confusão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Reconhecer as suas reais condições e fazer o que esta ao alcance não é conformismo, é aceitação. Tem uma frase da Madre Teresa que retrata bem isso: "Se você não consegue alimentar 100 pessoas, alimente apenas uma." Conformismo seria entender que não se pode alimentar 100 pessoas e resolver não fazer nada. O mesmo acontece com as pessoas que possuem algum tipo de deficiência. Conformismo seria se isolar do mundo e, por causa da incapacidade de fazer algumas coisas, se ver como alguém "pior" que os outros. Aceitação é reconhecer que a deficiência existe, mas entender que a vida prossegue e vivê-la normalmente, mesmo que com algumas adaptações, &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aceitar é a versão positiva e correta do conformismo. São atitudes parecidas mas com motivações antagônicas e, como dito anteriormente, há espaço para ambas posturas. A ressalva é que caso haja conformismo, que seja temporário. Já a aceitação, deve ser uma atitude perene.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-1875661262798840346?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/1875661262798840346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=1875661262798840346&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/1875661262798840346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/1875661262798840346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/05/linhas-indeleveis-compreensao.html' title='Linhas indeléveis, Compreensão cristalina'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-8577252873717025342</id><published>2010-04-19T22:53:00.000-03:00</published><updated>2010-04-19T22:53:53.173-03:00</updated><title type='text'>Small talk, hopeless believer and silent soul</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-size: 15.6px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;This dialogue was running for so long that time already had lost its meaning, the never ending flow of counter arguments were no longer defying my capacity of understanding my own reality. However, somewhere beneath all that rhetorical pomp and glare, I realized that we were finally getting to the&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;finalement&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;this time around.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Then she said that as long as I don't give up on myself, hope is a simple detail.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;She just forgot to mention that the devil is in the detail.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;Better is to give in to hopelessness, if that means to be free indeed. Smart devil, they say - abiding with the latter resource to undermine whatever chances of a comeback. Poor devil, I say - not able to realize that even when the hope withers away, faith still kicks in. Just reminded me that the one who is known as 'father of faith' was also the one known for 'hopelessly believing".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;So I answered that hope is basically the result of our choices. Choosing truth over illusion, belief over disregard.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;And also said that my living grasp would never again be entangled among the frivolity, pragmatic thinking and, on top of that, the entrustment to a sense of fake comfort behind a desk, a label or a tag.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;Our fight should never be to defend hope, and more importantly, should never stop if (or when) hope abandons us to apparent nothingness. Because that's the exact point in which we are truly fighting, based on reality. It all comes down to faith.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;Faith over hope, faith over sight. Faith over doubt.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;Along with my muted (and concluded) protest, my soul finally agreed with me (or was I that agreed with her?) and went silent.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;And there was peace again, peace I haven't seen or heard of in a long time.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-8577252873717025342?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/8577252873717025342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=8577252873717025342&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8577252873717025342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8577252873717025342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/04/small-talk-hopeless-believer-and-silent.html' title='Small talk, hopeless believer and silent soul'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-6551356895081804372</id><published>2010-04-15T01:53:00.001-03:00</published><updated>2010-04-15T01:53:48.414-03:00</updated><title type='text'>Dígitos e Foco, Tiger Woods e Timing</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Trata-se de um assunto recorrente. Com o empilhar dos anos e das escolhas feitas, somos destituídos da variedade de opções.&amp;nbsp;Normalmente, me contento em apenas ter a memória. Mas em alguns dias, sinto saudades, até um pouco de falta, de quando os telefones tinham sete dígitos, os CEPs tinham cinco e minha idade tinha apenas um. Mas o intuito desse texto não é entrar em uma viagem nostálgica ou afogar-me no saudosismo de um tempo passado. Perder-se, mesmo que em palavras ou lembranças, é o bastante para se tirar o foco - e isto é algo que eu não posso me dar ao luxo de fazer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em&amp;nbsp;&lt;a href="http://macronomicro.blogspot.com/2010/02/essencia-e-espelho-real-e-percebido.html" target="_blank"&gt;um dos meus últimos textos&lt;/a&gt;, eu escrevi um pouco sobre essência. Consideremos que essência é aquilo que somos, independente do que nos cerca. O que quero tentar dizer é que há alguns costumes ou atitudes que temos que são reflexos de quem somos e não apenas a reação em relação a algo apresentado. E sobre essas reações, até que ponto ela realmente reflete o que somos e não apenas tudo aquilo que foi agregado pela sociedade e pela criação? Não acredito ser possível separar essência pessoal de valores adquiridos - as mudanças de atitudes ou valores só ocorrem quando no decorrer da vida, o indivíduo se depara com alguma coisa que se identifique diretamente com a essência, sobrepujando os valores impostos. Mas acho que essa discussão também não é o foco principal desse texto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por diversas ocasiões, temos que agir em nossas vidas com base na tentativa e erro. Considerando que podemos nos deparar com situações em que o caminho/procedimento certo não está claro, (praticamente todas as situações depois dos 18 anos) há a necessidade de eliminarmos as alternativas antes de escolhermos o rumo. Há momentos em que esse processo demora e todas as incertezas devem ser desfeitas para assinalar a alternativa correta. Em outras, a escolha certa é a primeira - como quando pegamos aquele molho de chave imenso e acertamos a chave correta de primeira. Improvável, mas possível.&amp;nbsp;Traçando uma breve analogia (pra variar), vamos comparar esse processo de atingir objetivos com 3 esportes: golfe, bocha e basquete.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No basquete, para se chegar ao objetivo (cesta), há apenas um modo - o arremesso. E o arremesso não tem pontos intermediários - é da mão do atleta para a cesta. Algumas das nossas tentativas de sucesso devem ser assim, sem obstáculos, dependendo apenas de você. Este é o cenário mais fácil (e mais raro) - apesar de todo o ambiente e dificuldade, quem determina o sucesso é simplesmtente o esforço próprio.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No caso da bocha, o objetivo se fragmenta em fazer a sua estratégia (defesa) e atacar o seu oponente. Todos os arremessos são importantes - um arremesso errado pode comprometer toda a partida, impedindo que o objetivo seja alcançado. Em alguns casos, o jogador pode estar ganhando e acabar perdendo no último arremesso por um erro de planejamento. Este é o cenário mais comum no dia a dia - em tudo nos deparamos com competição, seja pra conseguir destaque no emprego ou para ganhar a atenção da garota nova. Não basta saber da sua capacidade, há a necessidade de saber lidar com a situação que se desenvolve e também ser capaz de defender as suas jogadas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No golfe, o objetivo é algo distante e difícil. Para atingí-lo, em quase sempre há a necessidade de múltiplas tacadas - sendo que o sucesso final depende dos avanços iniciais, mesmo quando o objetivo ainda não está no campo de visão. Em alguns casos, a primeira tacada não vai nem na direção do buraco, mas é assim que deve ser para que o objetivo seja alcançado com sucesso.&amp;nbsp;Como nesse texto, que nos dois primeiros parágrafos (tacadas), eu apenas me aproximei do cerne - para enfim, vendo a conclusão (buraco), eu desse a tacada final. Apesar de as primeiras tacadas não estarem no rumo certo, elas são essenciais para o preparo da conclusão. Nosso passado (primeiro parágrafo), nossa essência e o que encontramos no caminho (segundo parágrafo) são os elementos essenciais para se aprender a jogar direito. O menino de 10 anos que quer ser médico, precisa completar o ensino fundamental e ensino médio. Precisa também de um curso de idioma. Prestar vestibular, entrar na faculdade, se formar, fazer residência... enfim.&amp;nbsp;Este é o cenário mais pessoal - todos temos objetivos (não tão) distantes que exigem pequenos avanços e mudanças de curso até chegarmos lá.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nos três cenários, há uma questão importantíssima - o&amp;nbsp;&lt;i&gt;timing&lt;/i&gt;. É essencial saber a hora certa de se mover, de falar e de se posicionar. Mas que fique claro:&amp;nbsp;Há uma grande diferença entre 'não fazer nada' e 'esperar'.&lt;br /&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-6551356895081804372?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/6551356895081804372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=6551356895081804372&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6551356895081804372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6551356895081804372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/04/digitos-e-foco-tiger-woods-e-timing.html' title='Dígitos e Foco, Tiger Woods e Timing'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-3211151179002830431</id><published>2010-04-08T04:09:00.001-03:00</published><updated>2010-04-08T04:09:25.242-03:00</updated><title type='text'>Relevar o mistério</title><content type='html'>Só nos decepcionamos com alguém, quando não o conhecemos de fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que não haja surpresas em um relacionamento verdadeiro - seja amizade, amoroso ou profissional. &amp;nbsp;Quando se há a expressão verdadeira sobre a perspectiva sobre os assuntos compartilhados, não há o desconforto do inesperado. Antes que as pedras comecem a voar, apenas para esclarecer, não ter surpresas não quer dizer que a pessoa não possa fazer algo supreendente. Dar um presente, fazer uma visita, preparar uma festa, fazer uma ligação no meio do dia, mandar telemensagem, contratar mariachis nus para cantar no dia do aniversário no ambiente de trabalho, aparecer em um trio elétrico e cantar músicas do Wando. Estas são todas ações que causam surpresa no momento, mas, mesmo trazendo alegria ou profundo constrangimento, em nenhum momento esse tipo de ação traz uma confusão (ou a sensação "que diabos?!") Falta de surpresa de modo algum significa falta de emoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que quero dizer é que as atitudes e as reações da pessoa com a qual nos relacionamos não nos surpreendem pois simplesmente a conhecemos. Ou seja, se há supresa, não conhecemos. E se não conhecemos, não há relacionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há aqueles que defendem o mistério, dizendo que nele reside o algo "a mais" na relação. Acredito não haver maior contradição do que esta. A relação justamente existe por haver confiança e intimidade - para isso, há a necessidade da ausência de incógnitas.&amp;nbsp;Quero me cercar de pessoas com quem posso contar sempre - não de pessoas que sempre terão um mistério a ser desvendado. Já se passou o tempo de ter paciência de ficar resolvendo charadas ou participando de joguinhos - a adolescência e o baile de máscaras já acabaram. Claro que as pessoas possuem características que, dependendo da relação existente, nunca são evidenciadas. Não se sabe como o chefe se relaciona com um amigo ou alguém da família (saber no sentido de possuir tal característica no seu relacionamento). Ou também como um amigo se relaciona com a família ou com a namorada. Mas dentro da relação e nas características compartilhadas, deve-se haver uma constância - mesmo que a constância seja saber que a pessoa é volúvel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos tempos, andei lendo e ouvindo algumas coisas que me surpreenderam, de certo modo - não pelo conteúdo das palavras, mas pela motivação por trás delas. Talvez a decepção decorrente disso tudo não seja com outrem, mas sim comigo por tentar defender (mentir?) pra mim mesmo, a existência (ou consistência) de algo que realmente não existe tal qual idealizado. Claro que há também as nossas próprias motivações - difícil admitir pra si mesmo que se conserva recipientes vazios nas estantes, enquanto se acredita no valor dos conteúdos e não dos rótulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revisando, então, a frase inicial: Só nos decepcionamos com alguém, porque nos decepcionamos conosco primeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto boa parte das pessoas gostam de &lt;b&gt;revelar&lt;/b&gt; o mistério, eu prefiro a opção disléxica e sou adepto do &lt;b&gt;relevar&lt;/b&gt; o mistério. Cultivando os relacionamento e todas as peculiaridades da contraparte (mesmo aquelas com as quais discordo ou não diretamente admiro), sem surpresas. Mas sempre com intensidade, valor, com vida, cor e riso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-3211151179002830431?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/3211151179002830431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=3211151179002830431&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3211151179002830431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3211151179002830431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/04/relevar-o-misterio.html' title='Relevar o mistério'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-4089467017382377291</id><published>2010-03-31T23:18:00.001-03:00</published><updated>2010-04-01T01:48:59.100-03:00</updated><title type='text'>O outro eu, Auto-valia e Perseverança</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Falar de amizade é sempre complicado, afinal, amizade é uma daquelas coisas que (se) permeia (em) tudo na vida. Independente de quanto se tente, qualquer texto sempre vai ficar aquém do que realmente significa. Admito que sou um fã&amp;nbsp;irremediável&amp;nbsp;(ou talvez um viciado inveterado) da solidão e, por ter passado por uma experiência longe de agradável da última vez que escrevi sobre este tópico, normalmente eu evito escrever nessa direção. Entretando, considerando a atual conjuntura dos fatos e a corrente tendência de retomar certas vertentes do passado, cá estou eu abordando a tal da amizade.&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;(Fato não (diretamente) relacionado: Se durante a sua vida, já deu tempo de algumas coisas aparecerem, ficarem velhas, sumirem, voltarem e se tornarem &lt;i&gt;vintage&lt;/i&gt;, quer dizer que você já não é mais tão jovem assim...)&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Formei o título do texto com três termos que, ao meu ver, formam a base da amizade. Obviamente que há uma série de outros fatores que provavelmente compõe essa base, mas a minha busca por essência me impele a afunilar meu escopo ao escrever e tentar, mais uma vez, agrupar o máximo do que quero dizer em algumas (não tão) poucas palavras. Palavras estas que retrataram uma mistura um tanto quanto homogênea entre a razão e a emoção - mesmo tentando decantar, essa mistura não se desfaz tão simplesmente.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;1) O Outro Eu&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;A definição de amigo por si só já é o bastante para ocupar alguns textos. Procurando algumas definições simples, encontrei a de Ralph Waldo Emerson: "O amigo é a esperança do coração". A minha definição é, apesar de estar completamente ligada à definição do Sr. Emerson, algo mais elementar – Amigo é o outro eu. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Diz o velho ditado que “diga com quem tu andas que direi quem tu és”. Eu prefiro a definição de Eurípedes : “Todo homem é o reflexo da companhia que costuma manter.” Ao meu ver, amigo é aquela pessoa em que conseguimos achar parte de nós mesmos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;-----------&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;2) Auto-valia&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;A amizade só se torna firme quando há a identificação do valor próprio. Caso não haja um mínimo de auto apreciação, dificilmente haverá amizade. Não estou falando de amor próprio – de repente, apenas admirar algum traço ou característica. Isso basta para que haja espaço de criação do elo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Não devemos, todavia, confundir auto-valia com auto-promoção. Acredito que todos conhecemos algumas pessoas que se valem do fato de terem muitos amigos. Cito Stendhal: “Quanto mais uma pessoa agrada a todos, menos ela agrada profundamente.” Em suma, aquele que tenta agradar muitos, acaba conseguindo muitos colegas e nenhum amigo. Amizade demanda tempo e esforço, mas tentarei falar um pouco sobre isso no próximo tópico.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Antes disso, há uma outra questão importante a ser destacada sobre a amizade. A auto-valia também está ligada ao fato de admitir as qualidades superiores da outra pessoa em alguns aspectos. Veja bem, nenhuma pessoa vai ser a melhor em todas as facetas – provavelmente, isso levaria a uma arrogância exacerbada e consequentemente à impossibilidade de relacionamento. Pessoas chatas tem amigos, pessoas que se julgam melhores em tudo, ficam sozinhas. Como disse Frank Tyger, “engula o seu orgulho de vez em quando, não engorda.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;----------&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;3) Perseverança&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Além de identificar uma parte sua na outra pessoa e aprender a importância do valor próprio, a amizade dificilmente se consolidará sem a perseverance. Samuel Goldwyn, um grande produtor de filmes e co-fundador da Paramount Pictures, disse uma vez: “Dê-me uns dois anos que eu faço de qualquer atriz um sucesso da noite pro dia.” Com a amizade funciona do mesmo modo – ninguém fica amigo da noite pro dia, mesmo que às vezes parece desse modo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;É necessário ter diligência e empenho em cultivar a amizade. Isso significa tentar manter contato quando o amigo some, mandar e–mails ou telefonar com uma frequência maior do que a que se faz atualmente, compartilhar interesses, esforçar-se para marcar mais encontros, abrir mão de noites de sono, se for necessário, para que se possa passar mais tempo com os amigos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;---------&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Se a pessoa não faz parte da sua vida, logo ela deixará de fazer parte de você. Se não há na outra pessoa o “outro eu”, em breve se perde a percepção de valor e o ímpeto da perseverança. Tudo está ligado, o efeito domino funciona em qualquer direção. Entretanto, o oposto também é válido – quanto mais se esforça, mais se encontra a si mesmo do outro lado, mais se dá valor e mais se esforça. Chega ao ponto de que o dia não parece completo se não há algum tipo de notícia ou contato. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Há dois versículos da Bíblia em que há menção sobre amizade que quero destacar. O primeiro diz que deve se cultivar o amigo pois na necessidade nasce o irmão. Tem uma música do Danger Mouse &amp;amp; Sparklehouse que tem uma frase que diz: “Eu acordei e o meu ontem se foi.” Acho que a presença do amigo tem esse efeito – mesmo que o dia tenha sido ruim, a presença ou o contato faz com que “o ontem se vá”. O outro versículo diz que “há amigo que é mais chegado que um irmão”. Há também o ditado popular que diz que “os amigos são a família que escolhemos.” &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0in; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;O intuito principal desse texto é de expressar a importância da amizade e a importância que ela tem para o autor. Nas vacas gordas, muitos amigos. Nas vacas magras, poucos irmãos. Grato por saber que algumas coisas na vida não perdem o sentido.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Monaco; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Monaco;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-4089467017382377291?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/4089467017382377291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=4089467017382377291&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/4089467017382377291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/4089467017382377291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/03/o-outro-eu-auto-valia-e-perseveranca.html' title='O outro eu, Auto-valia e Perseverança'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-498715913400898548</id><published>2010-02-01T03:01:00.000-02:00</published><updated>2010-02-01T03:01:22.003-02:00</updated><title type='text'>Essência e Espelho, Real e Percebido</title><content type='html'>No último texto, foi discutido um pouco sobre os conceitos que validam a percepção de valor que o mundo (ou a sociedade) tem sobre cada pessoa ou, numa definição mais ampla, o valor percebido de cada função. Apesar de buscar a compreensão desses conceitos e a tentativa de adaptação para subsistir sob tal domínio, não há como deixar de lado o fato preponderante nesse debate - o fato de que esses conceitos tornam doente a vivência social e aos poucos minam a capacidade de destacar a identidade única que cada pessoa tem e o real valor que isso tem, não apenas para o mundo, mas em uma escala mais elementar, para si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando escrevo, tento sempre fugir da tônica pessoal, procurando mostrar a perspectiva de um observador. Medida adotada para evitar poluir a mensagem a ser passada ou impedir uma maior identificação do leitor com o texto. Mas, para não me perder na densidade das palavras que se mescla com a minha incapacidade de melhor expressar a mensagem quero passar, usarei uma espécie de relato pessoal entrelaçados com máximas de conhecimento comum. Creio que deste modo eu consiga atingir meu objetivo, apesar das dúvidas em relação a integridade do cumprimento da missão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A discussão sobre o valor percebido pelo mundo/sociedade me trouxe à minha atual condição que, de alguma forma, é também a condição de alguns dos meus amigos. E a questão com a qual me deparei é: Até que ponto a nossa percepção de nós mesmos é ferida quando não nos encaixamos nos valores impostos na esfera maior? &amp;nbsp;Em outras palavras, até que ponto nosso valor real é diminuído quando nosso valor percebido é reduzido? E foi essa questão que me levou a uma tentativa de análise por outro prisma, com o enfoque naquilo que se perde, ou se esconde, em cada pessoa antes que sejam ditas as palavras e executadas as atividades a cada um atribuídas.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Para todos os efeitos, eu era um cara valorizado na perspectiva da esfera maior. Formado e pós-graduado, trabalhando e ganhando um bom salário, carro na garagem. Enfim, desfrutava das supostas regalias que o status aparente me trazia. Até o meio do ano passado, quando decidi pedir demissão. O motivo era que eu não me sentia realizado no emprego e que isso estava transbordando para outras áreas da vida, como se isso não fosse óbvio. Passado o período de euforia após a decisão "tresloucada", a angústia começou a bater. Não porque a situação começou a complicar - o planejamento foi bem cuidadoso para o tiro não sair pela culatra. A angústia originou-se do fato de que pedir demissão não aplacou o mal que me acometia. Em suma, eu acabei agindo sobre um efeito e não sobre a causa. Além disso, a percepção do mundo mudou muito a meu respeito - deixando de ser exemplo para virar estatística. E isso me fez ficar chateado algumas vezes ou até envergonhado. Senti que havia sido abalado, temi ter tomado a decisão errada e, depois de tantas negativas dos processos que me engajei, comecei a questionar a minha capacidade e o meu valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvi então pisar no freio e aproveitar o tempo livre para buscar o que eu gostava a meu respeito e que havia perdido nos últimos anos. Retomei alguns hobbies, a minha fé, alguns amigos e, principalmente, alguns hábitos. Percebi que o que foi retomado não se tratavam de caprichos juvenis que foram abandonados pela "maturidade dos anos", mas sim partes elementares que me compõe como ser. O que me fazia mal na minha vida não era o emprego ou o receio de ter tomado as decisões erradas - era o fato de que eu estava abrindo mão do que eu era na verdade para me apoiar e abraçar o que eu representava na esfera maior. Causa identificada e o alívio proveniente disso não é algo temporário como a morfina. Alívio de cura. O que estava sendo asfixiado alguns chamam de criança interior, eu prefiro chamar de essência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja bem, não quero aqui fazer apologia a qualquer corrente de pensamento que diz que o trabalho não deveria existir, que o importante é ser feliz mesmo que se afogando em dívidas ou nada de pensamento age-of-aquarius-new-age-hippie-ish. Reitero o que foi escrito no texto anterior, temos que aprender a viver na sociedade como ela se apresenta se há o desejo de mudá-la ou melhorá-la. Percebi que o problema reside justamente quando a essência acaba tendo que se tornar a tal da "criança interior". A nossa essência é algo que é bem latente quando somos mais novos - sempre idealizando, viajando, sonhando. Na cabeça dos pequenos, não há limites, todos podem ser astronautas, jogadores de futebol, médicos, mágicos e até super-heróis. Mas aí chega a idade adulta e preferimos abrir mão dessa essência para abraçar o prático. E isso não tem nada a ver com escolha de carreira profissional - mesmo perseguindo os sonhos, uma hora nos deparamos com a necessidade de mudar as prioridades. Forma-se uma camada doente, pessoas inócuas que não respondem mais ao que realmente são, mas apenas à esfera maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa tradução livre de Lucas 18:17, está escrito "quem não tiver um coração como de criança, não poderá desfrutar o melhor que foi preparado pra nós". Ou seja, aquele que abre mão da sua essência está fadado a viver uma vida medíocre (mesmo que aos olhos do mundo pareça ser um grande sucesso). O que acontece é que ao invés de amadurecermos também a nossa essência, nós a apelidamos de criança, os planos viram sonhos, as idéias meros vislumbres do que não será. O que precisa ser feito é que a essência que nos forma deve nos acompanhar e crescer conosco.&lt;br /&gt;Não se trata de idéia de auto-ajuda que diz que o segredo é mentalizar, ter pensamento positivo, acreditar e tudo acontece. É furada. Acreditar e confiar infelizmente estão sujeitos à uma série de outros fatores que nunca apresentarão firmeza o bastante para ser base de algo na nossa vida. Uma das questões levantadas no último texto foi sobre mudar o mundo. Gandhi falou que para mudar o mundo basta mudar a si mesmo. Nós temos que conhecer e reconhecer a nossa essência - ela não muda com o tempo. Mudar a si mesmo, acredito, trata-se de amadurecer essa essência ao ponto de que independente do que aconteça na sua vida, você nunca deixe de saber quem você é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa posição no mundo, nossa auto-confiança, nosso valor, nossas crenças, até a nossa existência, para se manter constante deve estar firmado em algo que possua firmeza. Não é uma tarefa fácil e as pressões e necessidades que temos tentam de qualquer modo nos diminuir (ou exaltar) com base em falsos conceitos, em bases mutáveis e corrompíveis. Mas é uma tarefa necessária para os que não querem viver sempre se questionando. Posso dizer que as minhas dúvidas e apreensões (que continuarão existindo) não tiram mais a minha paz. Sou cristão e atribuo muito da minha mudança à presença de Deus na minha vida, mas não acredito nessa história que basta jogar na mão dEle e esquecer. Santo Agostinho disse que "devemos orar como se tudo dependesse de Deus e trabalhar como se tudo dependesse de nós mesmos". E, até a fé que tenho nEle, se não baseada na ciência do que sei (e não apenas acredito), acaba sendo levada de um lado para o outro como as folhas pelo vento. Tudo reside na constância - mas isso é tópico para outra discussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta que encontrei até o momento é que a nossa essência, o nosso valor real, só será reduzido quando nosso valor percebido é diminuído se optamos por sermos percebidos pelo que representamos e não pelo que de fato somos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este texto não está acabado pois sei que sempre haverá como crescer e amadurecer. A minha visão é como a que se tem em um espelho - vejo apenas o meu reflexo. Mas agregando a visão de amigos, familiares, colegas de trabalho, Deus, pessoas que gostam da gente, pessoas que não gostam, eu serei capaz de ver um pouco mais de quem sou. Como Paulo disse em I Corintios 13:12, "porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido." Para conhecermos a nós mesmos, temos que conhecer os outros também. Aristóteles estava certo quando disse que o homem é um animal social, assim como Davi quando no Salmo 131 diz que "é bom e suave que os irmãos vivam em união".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-498715913400898548?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/498715913400898548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=498715913400898548&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/498715913400898548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/498715913400898548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/02/essencia-e-espelho-real-e-percebido.html' title='Essência e Espelho, Real e Percebido'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-4058752348334600331</id><published>2010-01-13T15:08:00.000-02:00</published><updated>2010-01-13T15:08:33.451-02:00</updated><title type='text'>Números, cifras e o que restou de nós mesmos</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Esse post é um comentário/resposta ao post &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://somentedevaneios.blogspot.com/2010/01/eita-mundinho.html"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"Eita mundinho..."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; do Erick.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;---------------&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Vivemos em uma sociedade de números e cifras (dinheiro). Para o mundo somos identificados como uma combinação de números - nossos registros, códigos de acesso, senhas, IP, etc. E o valor da combinação é dado apenas pelo que cada um é capaz de gerar em cifras. A equipe de limpeza, os professores de primário... o valor do trabalho deles não é facilmente traduzido em cifras - a visão do mundo é que se alguém só tem o primário, não é apto para trabalhos de grandes cifras. Por isso o professor de faculdade, de pós e mestrado ganham bem mais. Porque o resultado do trabalho deles é facilmente "transformado" em cifras de alto valor. Assim acontece também com as equipes de limpeza (garis, faxineiras e etc) - o trabalho deles não se traduz claramente em cifras, como se não houvesse ligação direta entre o trabalho deles com o que ocorre no local que eles trabalharam. Por esse motivo as empresas hoje terceirizam esse tipo de serviço - essa é a importância dada para isso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Não acho que isso seja algo apenas no Brasil e também não acho que é apenas culpa do sistema ou do capitalismo. Acho que tudo se resume no que você colocou no seu último páragrafo. Vivemos em um mundo em que a identidade de cada um é sobrepujada por essa combinação de números. Deixamos de ser os Luizes e Ericks e nos tornamos os 32.090.231-X e assim por diante. Uma sociedade individualista (acho isso um tremendo antagonismo) e voltada apenas para a satisfação (ou acomodação) do eu. Para que isso mude, há a necessidade de que as camadas mais instruídas (ou com maior influência - formadores de opinião) se engajem em tentar mudar um pouco a percepção de mundo. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O problema é que o valor que a sociedade nos dá e também como responde às nossas palavras também está ligada a cifra que cada um possui. Quanto mais cifras temos ou geramos, mais nossa voz será ouvida - e, infelizmente também, menos ela se pronunciará. Claro que há exceções, mas elas se tornam cada vez mais raras.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"Quando eu era jovem, queria mudar o mundo. Hoje me contento em mudar de carro, endereço e o canal da tv." - Eu realmente espero não chegar a esse ponto, mas convenhamos que a cada ano essa realidade tenta nos engolir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Ainda creio que possamos fazer uma diferença no mundo, mas, já que não temos super-poderes ou somos multimilionários, isso vai depender da nossa compreensão de como o mundo funciona e da nossa capacidade de adaptar sem perder o foco. Assim caminhamos para nosso primeiro quarto de século.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-4058752348334600331?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/4058752348334600331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=4058752348334600331&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/4058752348334600331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/4058752348334600331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/01/numeros-cifras-e-o-que-restou-de-nos.html' title='Números, cifras e o que restou de nós mesmos'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-349271504799187034</id><published>2010-01-04T17:52:00.000-02:00</published><updated>2010-01-04T17:52:16.153-02:00</updated><title type='text'>Adeus ano velho</title><content type='html'>2009 acabou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi o pior dos anos, mas também bem longe de ter sido um ano bom. Metade frustrado por uma carreira sem futuro e a outra metade por um futuro sem carreira. Metade usando máscaras para esconder a tristeza para estranhos e a outra metade fazendo o mesmo para conhecidos. Metade resistindo para não cair e a outra metade lutando para levantar. &amp;nbsp;Metade construindo e planejando a base de um futuro não quisto e a outra metade querendo um futuro para poder construir e planejar. Metade hipermetropia por não ver o que estava perto e a outra metade miopia por não ver o que está longe. Metade juntando forças para conseguir viver um dia após o outro e a outra metade tentando ter forças para acreditar que isso é viver. Metade usando os últimos recursos e a outra metade não sabendo pra que ter recursos. Metade se frustrando por não acreditar ter as capacitações necessárias para mudar e a outra metade vendo isso ser solidificado pelas constantes negativas. Meu ano se divide em julho, quando tomei a decisão de arriscar e mudar. Não me arrependo e tomaria a mesma decisão de novo se fosse posto no mesmo cenário. Mas isso não anula as decorrências da decisão.&lt;br /&gt;É muito difícil confiar em si mesmo quando tudo que se ouve é não e quando tudo que se tenta fazer acaba sendo abandonado na metade ou voltando ao ponto inicial. Quando tinha 14 anos pensei que minha vida seria muito diferente quando completasse 25. Quem dera se eu pudesse ser tudo aquilo que acreditava que seria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para 2010, não tenho resoluções. Apenas um álbum de figurinhas e uma cirurgia para fazer. Cansei de querer e cansei de sonhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho fé. E acredito que ainda tem cor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-349271504799187034?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/349271504799187034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=349271504799187034&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/349271504799187034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/349271504799187034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2010/01/adeus-ano-velho.html' title='Adeus ano velho'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-4352038768317100419</id><published>2009-12-10T14:50:00.004-02:00</published><updated>2009-12-10T14:55:04.119-02:00</updated><title type='text'>Formas Vazias</title><content type='html'>Sísifo é um assunto recorrente. Mas, é claro, é exatamente disso que se trata. A velha recorrência. As crises e os questionamentos que vão e voltam, ora do mesmo modo, ora com máscaras e rugas a mais, saúde e cabelos de menos. A mesma pedra, a mesma montanha. &lt;br /&gt;--&lt;br /&gt;Pão e circo. Séculos depois, a motivação permanece a mesma. &lt;br /&gt;Uma hora o pão acaba ou apodrece. E, na verdade, só quero ver o circo pegar fogo.&lt;br /&gt;--&lt;br /&gt;No paralelepípedo em que me encontro com portas e janelas fechadas&lt;br /&gt;Os olhos também entreabertos tentam espiar o momento em que poderei sair&lt;br /&gt;Até lá, com as mãos cubro os ouvidos para não te ouvir chorar.&lt;br /&gt;-- &lt;br /&gt;A culpa e o ressentimento ficam bumerangueando. É uma bobagem acreditar que basta ser forte e jogá-los pra longe. Forma a elipse e lá vem eles de novo. Deixa no chão, deixa?&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-4352038768317100419?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/4352038768317100419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=4352038768317100419&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/4352038768317100419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/4352038768317100419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/12/formas-vazias.html' title='Formas Vazias'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-7831771479341839563</id><published>2009-12-03T02:06:00.002-02:00</published><updated>2009-12-03T02:06:41.142-02:00</updated><title type='text'>Just like the Three Wise Men</title><content type='html'>Brilha como diamante&lt;br /&gt;O olhar de amante&lt;br /&gt;Lágrimas de pérolas &lt;br /&gt;Salgadas &lt;br /&gt;Tão carinhosamente colhidas&lt;br /&gt;e guardadas&lt;br /&gt;nas noites já perdidas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãos grandes&lt;br /&gt;apequenam-se&lt;br /&gt;A pequena convicção&lt;br /&gt;de uma grande dúvida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correndo atrás de uma estrela&lt;br /&gt;Que ainda não consigo ver brilhar&lt;br /&gt;Para um destino que teima não chegar&lt;br /&gt;Para um ano que começa enquanto &lt;br /&gt;este leva uma eternidade para acabar&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-7831771479341839563?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/7831771479341839563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=7831771479341839563&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7831771479341839563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7831771479341839563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/12/just-like-three-wise-men.html' title='Just like the Three Wise Men'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-6766951413656553140</id><published>2009-11-16T01:59:00.000-02:00</published><updated>2009-11-16T01:59:26.659-02:00</updated><title type='text'>Still there, middle of nowhere</title><content type='html'>UM) O nosso tamanho é inversamente proporcional ao tamanho do mundo que vemos. Assim que a gente percebe aos poucos como nossos sonhos e desejos são tão insignificantes - assim como acreditar que a nossa vida e existência fosse de algum modo realmente influente na roda gigante do universo. O nosso tamanho é diretamente proporcional ao tamanho do vazio em que vivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOIS) Não há compreensão completa do lado de fora. Os esforços inúteis, apesar de sinceros, não surtem efeito algum na realidade compartilhada apenas consigo mesmo. Em suma, não se deve alegar entender a situação alheia por intermédio de clichês mal posicionados. Se isso fosse necessário e eficaz, as apresentações enviadas por email serviriam para gerar epifanias e resolver crises existenciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRÊS) Acostuma-se a viver em um complexo labirinto de ilusões em que conseguimos entrelaçar tantas mentiras de que quaisquer decepções podem ser facilmente amparadas por uma nova inverdade. Tudo isso para não encararmos a incerteza que a verdade pode trazer. Por isso diz o dr. Cal Lightman: "Felicidade ou verdade. Nunca ambos." Claro, nesta afirmação considera-se que a felicidade é apenas uma ilusão coletiva e não um objetivo utópico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUATRO) Errar é humano. Repetir o erro é mais humano. Algumas lições devem ser marcadas a fogo em nossa pele. As principais, as que não devemos nunca esquecer, as que farão parte de todas as decisões feitas e passos dados durante a nossa existência. Como um prego que para ser fixo deve receber diversos golpes de martelo, assim funciona com a persistência humana em alguns erros. Pense no seu calcanhar de Aquiles, a área em que mais se é fraco. É justamente lá em que os erros irão se repetir, para que além de se fortalecer, se possa sempre lembrar de que não ultrapassamos em nenhum ponto a reles humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CINCO) Busca-se assim um socorro, uma luz, algo que guie o(s) próximo(s) passo(s). Então começa a jornada em busca disso tudo. A procura é vasta, busca-se no ambiente, nas condições, nas pessoas que te cercam, dentro de si mesmo. Esquece-se quase sempre que mesmo que o que foi construído no decorrer da existência tenha sofrido avarias, raramente o alicerce é abalado. E no alicerce estão gravadas as direções para onde devo procurar. "Elevo os meus olhos aos céus, de onde me virá o socorro? O meu socorro vem de Deus." "Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para os meus caminhos." Como disse um amigo, os três reis magos tiveram que olhar para o céu para saber para onde deviam ir. Acho que do mesmo modo achamos o nosso caminho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-6766951413656553140?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/6766951413656553140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=6766951413656553140&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6766951413656553140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6766951413656553140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/11/still-there-middle-of-nowhere.html' title='Still there, middle of nowhere'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-3089775854208304589</id><published>2009-10-27T00:45:00.004-02:00</published><updated>2009-10-27T01:05:48.340-02:00</updated><title type='text'>Só, letrando</title><content type='html'>Ávido leitor, sempre com um livro à tiracolo. Gostava de ler sobre história e tudo que moldou a sociedade e o mundo em que ele vivia, mas preferia os romances e a ficção. Na ficção, não havia limites, não havia regras nem lógica a ser aplicada. Sempre é possível voltar atrás. Viagem no tempo, realidades paralelas, apagar memórias, mudar trechos específicos da vida. O mais importante é que os livros não alteravam suas palavras, os livros não mentiam a respeito de si. Se você o julgar pela capa, mesmo que o conteúdo te faça mudar a opinião, a capa permanece a mesma. Uma das personagens que Martin Page criou dizia que quando crescesse, queria ser escritora ou coveira, porque apenas os livros e os mortos não mentem e não mudam. Ele, quando crescesse, queria ser morto ou livro, livre jamais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não tem como ser tão simples, aos poucos percebeu que haviam entrelinhas, mensagens subentendidas, metáforas e outras figuras de linguagem que, ora por outra, dizem o que não é dito de fato. Quando se acostumou a ler, via em cada palavra as suas letras. Cada qual podia ser uma nova palavra, uma nova frase, um novo livro. Não encarava mais cada palavra como um componente errático encaixado de modo inteligente pelas mãos letradas do escritor - mas cada qual possuía em si a capacidade de se desconstruir (e desconcertar) e formar em si só muito mais. Por ver tamanha individualidade nas palavras, sabia também da individualidade que possuía em si. E dessa individualidade, surgia a vergonha inevitável de ver suas letras espalhadas em histórias que não gostaria nem ao menos de ter lido, quanto mais reconhecer nelas o traço de sua autoria. Os olhos entreabertos ao olhar pra trás retratava bem em seu rosto o que tudo aquilo representava para si mesmo, a incapacidade de esquecer e a vergonha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando era criança, ouvia com frequencia as pessoas dizendo: se&lt;b style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; A&lt;/b&gt;rrependimento matasse, eu teria morrido. Se eles soubessem que o arrependimento realmente mata, não usariam essa expressão tão leviana. Ainda mais porque o arrependimento é apenas o A, a primeira letra e o início de tanto mais que há de vir. &lt;i&gt;"Se não tivesse dito tanta coisa"&lt;/i&gt;. Arrepende-se apenas quando não se encontra no hoje, lógica para justificar o que fora ou não feito, o que fora ou não dito. E talvez por isso se arrependia, porque em sua mente não encontrava no presente razão para que suas letras escrevessem (e se perdessem) em textos tão vexatórios. Depois vem a &lt;b style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;R&lt;/b&gt;evolta. A sua revolta apenas tentava aplacar o arrependimento existente, ou talvez apenas convencê-lo de que o problema não é "o que" foi feito e sim, "como" foi feito. &lt;i&gt;"Se não tivesse exagerado na dose".&lt;/i&gt; A revolta trouxe um conforto temporário, pois independente de como se explica, o erro, seu erro permanece indelével. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vida não se deixa palavras pela metade, mesmo que em algumas ocasiões tentemos cortá-las no meio. Neste caso, a caneta, enquanto traçava o começo, já havia, em si, decretado o fim. Assim, a escrita continuou e veio o &lt;b style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;RE&lt;/b&gt;morso. Ele surgiu quando ele percebeu que a revolta era vazia e o só lhe restava terminar o prato que ele mesmo havia preparado e posto à sua própria mesa. &lt;i&gt;"Nosso amor se transformou em bom dia".&lt;/i&gt; Remorso é perceber que tudo aquilo se tornou só isso. Logo viu que já havia ido longe demais para voltar atrás, porém não havia a frente de si um destino que lhe apetecia. Surgem assim as &lt;b style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;PEN&lt;/b&gt;dências, que são os pequenos passos (e penitências, muitas vezes auto-impostas) visando chegar em um objetivo que ainda não se vê. &lt;i&gt;"Qual o segredo da felicidade?"&lt;/i&gt;. Quantas vezes se perguntou qual o segredo, qual o caminho. Antes disso, será que realmente merecia tudo isso depois de tamanho desperdício? Quando caiu em si, só conseguia ver a &lt;b style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;DI&lt;/b&gt;stância. Não apenas a distância entre onde estava e onde queria estar. Mas também a distância de onde poderia estar e onde de fato estava. A distância que acabou criando entre si e os que admirava, entre si da realidade e o si que existia apenas nas fábulas em seu coração. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Sem teu carinho e tua atenção"&lt;/span&gt;. Não conseguia reconhecer-se em si mesmo, não queria, a bem da verdade. Dizia em suas lamentações silenciosas: O que eu sou odeia o que me tornei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não querer encontrar dentro de si o responsável pela queda, o levou diretamente às &lt;b style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;MEN&lt;/b&gt;tiras, que com seu gosto doce agradava o paladar e eram ditas aos ventos com facilidade. Mas, no âmago, tinham o gosto mais amargo. O que não mentiu disse que o que estraga o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai dela. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Se não tivesse inventado tanto"&lt;/span&gt;. E foi tanta fábula disparada que aos poucos não sabia mais diferenciar a mentira da verdade. A caminhada se tornou tão sinuosa que perdeu-se no &lt;b style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;TO&lt;/b&gt;rmento da sua própria alma. O seu arrependimento se soletrava assim, mas será que acabaria desta maneira?&lt;span style="font-style: italic;"&gt; "Podia ter vivido um amor"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensou em parar de ser (ou ler), afinal toda esta história poderia se resumir nas letras em vermelho. Mas, se não fosse livro, só lhe restaria a alternativa. Decidiu que a última palavra não seria a que tinha acabado de soletrar, mas não tinha idéia se havia ainda em si a capacidade ou as letras para (re)escrever o que restava de seu livro.&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;i&gt;"Será preciso ficar só pra se viver?" &lt;/i&gt;Escreveu então em voz baixa, com um lampejo de fé de que ainda haveria um leitor que não desistiria de lê-lo: Se viver, lerá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os &lt;i&gt;inserts&lt;/i&gt; entre aspas são da música Grand'Hotel do Kid Abelha. Para quem não conhece, &lt;a href="http://bit.ly/d9BnB"&gt;clique&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-3089775854208304589?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/3089775854208304589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=3089775854208304589&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3089775854208304589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3089775854208304589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/10/so-letrando.html' title='Só, letrando'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-5566270936474053403</id><published>2009-10-19T22:35:00.004-02:00</published><updated>2009-10-19T22:41:34.093-02:00</updated><title type='text'>Com as duas mãos no volante</title><content type='html'>Bifurcação em frente, um muro no meio. O homem está no volante e tem que virar à esquerda. Ao seu lado, a mulher não tem outra opção a não ser ir para a direita - é o caminho dela. Ele tomou a decisão e possui o volante nas mãos. E aí ele faz o que todo homem costuma fazer em uma situação desse gênero: cita o óbvio (Vamos bater!) e joga a decisão para a pessoa sentada ao seu lado (Eu não posso ir com você, mas você que sabe se quer continuar aqui.), mesmo sabendo que não há um outro caminho que ela possa seguir a não ser o oposto do que decidiu tomar. A suposta isenção de responsabilidade depois serve de justificativa por eventuais acidentes, ainda mais quando é corroborada pela postura da passageira que se mostra irredutível quando o assunto é mostrar o que realmente se passa consigo. Ela diz que não liga se ele pode ou não ir com ela, começa então a (ainda mais) intensa e frequente mudança de comportamento. Nos momentos de sensatez, pede pra descer e começa a seguir seu próprio caminho. Nos de orgulho ferido, volta para o carro alegando, novamente, não se importar com o destino que ele vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele assume a não tão confortável postura do "eu avisei" e ela coloca os esmagadores sapatos do "eu não me estou envolvida". O que ele não sabe é que simplesmente citar o óbvio e jogar a responsabilidade pro lado de lá, não vai inocentá-lo por ter trazido a passageira do carro - e não adianta alegar que ela veio porque quis, ainda mais porque as suas mãos estão no volante, os seus pés nos pedais e o caminho traçado na sua mente. Ela, do outro lado, não sabe que mentir descaradamente alegando não se importar é apontar a arma carregada para o próprio peito, com disparo certeiro caso os caminhos se separem apenas na bifurcação. Rupturas assim não andam de mãos dadas com readaptação - por isso mesmo que é bem provável que ele vai novamente carregar em seu carro outras passageiras reticentes e seguir o mesmo roteiro. Enquanto do outro lado, ela também irá pegar carona com motoristas que não se importam com o caminho que ela quer seguir - ou que apenas se importem mais com o próprio caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um outro acontecimento comum é quando as contrapartes realmente se importam um com o outro - mas não o admitem por alegarem que se as cartas estiverem na mesa, a separação seria pior. Ledo engano, erro crasso. Apenas a verdade (o que inclui, sem dúvida, abrir mão do orgulho e da ilusão do controle) é capaz de fazer com que ambos sigam seus caminhos sem olhar para o retrovisor com dúvidas. Jogar limpo faz com que, de repente, haja a tomada de decisão de mudar o lado da curva e tentar prosseguir juntos - ou simplesmente haja a compreensão sem arrependimentos de que, em algumas vezes, os caminhos se cruzam por tempo determinado. Por mais que tenhamos o volante nas mãos e o poder de guiar as nossas curvas, não temos como andar fora de um caminho. Em cada curva feita, para cada nova estrada que trilhemos, deixamos pelo caminho as marcas de nossos pneus. Mas deixamos também alguns dos passageiros que estavam conosco (ser humano é ser motorista e passageiro ao mesmo tempo) e levamos outros que encontramos no caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, homens, sejamos sinceros em relação ao nosso caminho, sejamos verdadeiros homens ao assumirmos a responsabilidade de ter o volante nas mãos e deixemos de lado o costume de apenas citar o óbvio - falemos também sobre como vemos o óbvio. Podemos nos surpreender com a visão da passageira ou como a nossa visão é passageira. Quem sabe até retardemos a nossa velocidade ou mudemos a rota para que  possamos  trilhar um caminho de verdade, realmente acompanhado.&lt;br /&gt;E, mulheres, são usem os sapatos mais apertados que os próprios pés - literalmente(ish), desçam do salto da suposta indiferença e joguem com sinceridade. Se houver reciprocidade, a carona será completa. Se houver desdém, mesmo com o orgulho ferido, as suas pernas estarão fortes o bastante para seguir o seu caminho. Mulher de verdade é aquela que entende que ter um coração que bate não a faz uma mulher fraca (ou retrógrada).&lt;br /&gt;Isto independe do muro que se apresenta nas nossas bifurcações - seja diferença de raça ou credo, seja diferença de idade, aceitação da família, crise de valores ou a distância (que bem se encaixa na analogia proposta). No fim do dia, somos os únicos responsáveis pelo modo como dirigimos pelo caminho e se estaremos sozinhos (ou não).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-----&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O propósito desse texto não é julgar ou apontar dedos - ainda mais com a certeza de que nesse caminho já fui tanto culpado como vítima - mas sim trazer à luz uma questão que vem sido discutida em diversas ocasiões, com diversos personagens principais (inclusive este que vos escreve), porém sempre com o mesmo desfecho e posterior epifania. Além disso, o modelo homem dirigindo / mulher passageira foi adotado por ver a história se repetir sempre nesse padrão, não por adotar uma postura patriarcal.&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-5566270936474053403?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/5566270936474053403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=5566270936474053403&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5566270936474053403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5566270936474053403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/10/com-as-duas-maos-no-volante.html' title='Com as duas mãos no volante'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-6146031429144593595</id><published>2009-10-13T00:07:00.003-03:00</published><updated>2009-10-13T00:18:42.515-03:00</updated><title type='text'>Last steps - Dias 17 até 21</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Do 17º dia em diante, não houve muitas novidades. Fomos ao cinema (em um Cinemark em Orlando) e assistimos Invention of Lying - o filme é bem legal. Passamos outra vez no Outlet, almoçamos no KFC, arrumamos as malas e voltamos para NY. Em NY, compramos os jogos de videogame, visitamos mais algumas lojas e compramos souvenirs. No último dia, ficamos conversando e mal dormimos até a hora de pegarmos a SuperShuttle para o aeroporto. Os vôos foram super tranquilos, não conseguimos sair do aeroporto do México por falta de dinheiro. O vôo do México foi bem sossegado, chegamos mais cedo que o esperado. Não tivemos problemas algum na alfândega e por volta de 13h30 na sexta, estava em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Os últimos vôos do dia geralmente acabam saindo com algumas poltronas vazias, ou seja, mais chance de conforto para os viajantes de classe econômica.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;- O serviço de Supershuttle de ida e volta dos aeroportos em NY é muito bom - você pode inclusive deixar tudo reservado pelo site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------&lt;br /&gt;Em breve, colocarei as fotos no Facebook/Orkut. E assim, encerro o relato da viagem e desativo o modo Doug Funny.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta à programação normal.&lt;br /&gt;Até mais ler.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-6146031429144593595?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/6146031429144593595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=6146031429144593595&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6146031429144593595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6146031429144593595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/10/last-steps-dias-17-ate-21.html' title='Last steps - Dias 17 até 21'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-2412890457820948321</id><published>2009-10-12T23:58:00.002-03:00</published><updated>2009-10-13T00:05:20.738-03:00</updated><title type='text'>Outletting / American Way - Dias 15 e 16</title><content type='html'>&lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;b&gt;Dia 15 - Outletting - 03/Outubro&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; min-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;Acordamos tarde, acho que a correria dos dois últimos dias nos cansou bastante. Ficamos no hotel até 13h e almoçamos um prato que compramos no Wal Mart. Depois fomos ao Premium Outlet, fica perto do hotel, uns 10 minutos de carro. Chegamos lá e o local estava lotado - fora que o calor estava absurdo (acho que todas as previsões de tempo que a gente viu aqui nos EUA estava erradas). São muitas lojas e realmente tem MUITAS coisas pra se ver e comprar - mas como somos XY, não tem como ficar muito tempo em um lugar desses (principalmente porque não tem lojas de eletrónicos ou algo assim). Acho que as melhores lojas que eu vi são as da Adidas, Hugo Boss, Tommy Hilfiger, Levi's (sem dúvida) e algumas outras que eu não lembro. Se for visitar o site, tome cuidado que as lojas listadas lá são todas as lojas de todas as unidades - não quer dizer que vai ter na filial de Orlando.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;Voltamos e passamos na Comp USA para ver uns apetrechos de computador pro Flávio e depois passamos no hotel antes de jantar. Aproveitamos que estava calor e resolvemos dar um pulo na piscina.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;Fomos jantar novamente no IHOP - que se tornou um dos nossos restaurantes favoritos (comida boa, bebida refil, preço baixo e bom ambiente e atendimento). O único ponto "negativo" é que temos que atravessar a rua pra chegarmos lá. Ok, exageros à parte, depois do jantar voltamos pro hotel e aproveitei pra arrumar umas coisas já que temos só mais dois dias aqui.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;Decidimos ir amanhã a tarde no Outlet Prime e depois pegar um cinema. Mas os planos estão sujeitos à mudanças.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; min-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;b&gt;Dicas - Dia 15&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; min-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;- Se você tem problemas com muita variedade, o ideal é ter uma lista do que irá comprar antes de ir nesses outlets&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;- Os pratos prontos resfriados são muito saborosos - não tem aquele gosto de isopor.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;- Se quiser comer muito bem (porções generosas) e gastar cerca de 10-15 dólares, a sugestão é o IHOP.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;- Se for comprar uma mala barata só pra levar coisas pra casa, você pode comprar em algumas lojas que tem na Intl Drive.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; min-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;b&gt;Dia 16 - American Way - 04/Outubro&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; min-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;Acordamos um pouco mais cedo, mas resolvemos estender o período de descanso no hotel. Almoçamos um outro prato pronto do Wal Mart e saímos para ir ao Outlet Prime. Achei muito melhor que o Premium, as lojas eram melhores, tinha mais variedade e opções, fora que também tinham muitos brasileiros - e isso sempre ajuda um pouco na hora de conseguir descontos. Na volta vimos diversas lojas no caminho da Intl Drive que queremos visitar amanhã.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dicas - Dia 16&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;- Subindo a Intl Drive, você irá achar diversas lojas com vários produtos diferentes - algumas, inclusive, com atendimento em português e benefícios para os nativos da terra tupiniquim.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-2412890457820948321?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/2412890457820948321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=2412890457820948321&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/2412890457820948321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/2412890457820948321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/10/outletting-american-way-dias-15-e-16.html' title='Outletting / American Way - Dias 15 e 16'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-398818950991052652</id><published>2009-10-04T15:01:00.004-03:00</published><updated>2009-10-05T21:03:41.740-03:00</updated><title type='text'>Universal and the Island / The Busch - Dias 13 e 14</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="  font-weight: bold; font-family:Helvetica, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Dia 13 - Universal and the Island - 01/Outubro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Acordamos atrasados. Não deu tempo de tomar café, comemos apenas um donut com um copo de suco e saímos umas 8h30 para ir ao Universal Studios. O parque fica muito perto do hotel, levamos cerca de 10 minutos para chegar lá. Na bilheteria, decidimos comprar o ingresso para os dois parques em um dia. Começamos pelo Universal e a sequência das atracões foi mais ou menos a seguinte: Shrek 4-D (boa), Rip Ride - montanha-russa (ótima), Twister (razoável), Revenge of the Mummy (ótima), Disaster (ótima), Men in Black (ótima), Simpsons Ride (ótima), E.T. Adventure (para crianças, boa), Terminator 2 (boa). &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Georgia, serif;font-size:16px;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjjsujO4bI/AAAAAAAAAEE/swNz8kUiEzw/s1600-h/CIMG3776.JPG"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjjsujO4bI/AAAAAAAAAEE/swNz8kUiEzw/s320/CIMG3776.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388807311698354610" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Pulamos para o Island of Adventures e visitamos as atracões nessa ordem: Hulk montanha-russa (demais), Amazing Spider-man (ótima), Doctor Doom's Fearfall (razoável), Storm Force (lixo), Jurassic Park River (ótima), Dueling Dragons montanha-russa (ótimas), Ripsaw Falls (aquática, ótima) e Popeye's Bilge-Rat Barges (aquática, ótima). Voltamos para o Universal, fomos ao Jimmy Neutron (para crianças, fraca) e depois demos mais uma volta e passamos por umas lojas. Por volta das 17h30, saímos do parque e chegamos no hotel umas 17h50. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Georgia, serif;font-size:16px;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjjtaS8QSI/AAAAAAAAAEM/g1HIrlYJsw0/s1600-h/CIMG3782.JPG"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjjtaS8QSI/AAAAAAAAAEM/g1HIrlYJsw0/s320/CIMG3782.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388807323441185058" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Tomamos um banho, descansamos até umas 19h30 e fomos para o Florida Mall novamente. Comprei um boné na Rip Curl e o Flávio comprou uma bermuda. Ele passou na Ritz Câmera para comprar algumas coisas e depois achamos em um dos quiosques do shopping uma mala bem grande e barata - compramos. Procurando a saída, fomos abordados por uma menina de um dos quiosques que vendiam perfume. Ela perguntou de onde éramos e quando falamos Brasil, ela mostrou que o papel de parede da loja era a bandeira do Brasil e que os brasileiros tem desconto de quase 50%! Comprei um perfume por 50 dólares (o preço original era 97 dólares). Voltamos para o hotel e depois dos respectivos contatos virtuais, fomos dormir.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;b&gt;Dicas - Dia 13&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- O estacionamento da Universal custa 12 dólares, melhor já levar o dinheiro trocado e também chegar cedo para parar mais perto do parque (fora da área "vip").&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Se possível, a melhor opção é não levar mochila, mas como é praticamente impossível, que seja uma pequena (e com uma bolsa impermeável para deixar a câmera). Não se pode levar as malas em quase todas as atracões - em algumas, o armário não é pago. Para as aquáticas, o custo é de 3 dólares. Melhor não gastar com isso.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Visitar os dois parques em um dia só vale se for em dias em que não há muita fila.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- As atrações aquáticas são muito boas e deixam ensopados. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Comprar perfumes no Florida Mall (quiosque perto da Macy's). &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;b&gt;Dia 14 - The Busch - 02/Outubro&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Saímos de Orlando por volta de 8h50 para irmos para Tampa. O caminho é bem tranquilo, não tem como errar, só prestar atenção. Chegamos no parque umas 10h15 - o parque é uma espécie de mistura de Hopi Hari com zoológico, e é simplesmente demais. Muitas montanhas russas, brinquedos que ensopam e até direito a um mini-safari em um jipe! Cada área do parque tem o nome de um local na África: Marrocos, Congo, Timbuktu, Nairobi, Egito, etc. As montanhas russas mais legais são: a Kumba (várias espirais), a Sheikra (com uma queda com mais de 90 graus) e a Montu (com os pés soltos e muito longa). O parque fica aberto até 18h mas como não tinha filas (o máximo que esperamos em um brinquedo foi uns 3 minutos), por volta das 16h já havíamos dado duas voltas no parque e repetido alguns brinquedos. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Georgia, serif;font-size:16px;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/Ssjjt6v5Y-I/AAAAAAAAAEU/5aosPpsbtjU/s1600-h/CIMG3787.JPG"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/Ssjjt6v5Y-I/AAAAAAAAAEU/5aosPpsbtjU/s320/CIMG3787.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388807332152566754" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Resolvemos voltar mais cedo e saímos de Tampa por volta de 16h20.  Pegamos um pouco de trânsito na volta - acho que no final de tarde de sexta feira tem trânsito carregado no mundo inteiro. Chegamos no hotel um pouco antes das 18h e a International Drive estava bem lotada - aqui fica bem agitado nos finais de semana. Tomamos um banho e fomos ao Wal Mart comprar mais algumas coisas pra comer. Depois passamos na Best Buy e na Barnes &amp;amp; Noble (ficam uma do lado da outra na Orange Blossom Rd) e voltamos para o hotel para deixarmos as compras. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Georgia, serif;font-size:16px;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjjuMjT2bI/AAAAAAAAAEc/j8atp6I8KRY/s1600-h/CIMG3783.JPG"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjjuMjT2bI/AAAAAAAAAEc/j8atp6I8KRY/s320/CIMG3783.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388807336931613106" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Saímos para andar na Intl Drive e achar um local pra comer. Fomos a um restaurante que era caro e a comida era razoável - voltamos pro hotel umas 11h30. Aproveitei para organizar os papéis do cartão de crédito, listas de compra e fazer contas - acho que deveria tê-las feito mais cedo. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;b&gt;Dicas - Dia 14&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- O estacionamento também custa 12 dólares. As dicas são as mesmas: chegar mais cedo (o parque abre às 10h e o estacionamento às 9h30) para parar mais perto. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Ir durante a semana parece ser a melhor opção - sem filas dá pra aproveitar muito mais o parque e sair um pouco mais cedo de Tampa.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Nesse parque, não leve mochila. Todos os armários são pagos para deixar as coisas. Eu levei no bolso da bermuda dentro de um saco plástico: a carta de motorista, alguns dólares, a máquina fotográfica e a chave do carro. Deixamos no carro o passaporte e as carteiras. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Usar roupas leves e que sequem fácil. Uma boa opção é ir de chinelo e, para as meninas, usar biquini por baixo da roupa.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Deixe umas toalhas no carro para não entrar molhado e se sentar no carro.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Se possível, tente manter um controle diário dos custos. Guarde as notas e não perca a noção de quanto se está gastando.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-398818950991052652?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/398818950991052652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=398818950991052652&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/398818950991052652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/398818950991052652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/10/universal-and-island-busch-dias-13-e-14.html' title='Universal and the Island / The Busch - Dias 13 e 14'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjjsujO4bI/AAAAAAAAAEE/swNz8kUiEzw/s72-c/CIMG3776.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-4267492315455247690</id><published>2009-10-04T14:58:00.004-03:00</published><updated>2009-10-05T02:30:44.541-03:00</updated><title type='text'>Orlando / The Lazy II - Dias 11 e 12</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="  font-weight: bold; font-family:Helvetica, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Dia 11 - Orlando - 29/Setembro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Acordamos cedo e já com as malas prontas, fomos tomar café. Saímos do hostel as 10h, depois de nos despedirmos do Serge e do pessoal do quarto. Resolvemos sair bem cedo para evitar eventuais contratempos no caminho para o aeroporto. Pegamos o metrô na linha 6 e conectamos na linha F na Lexington Av. com a 63rd st. A linha que vai para o air train é a linha E (a linha F vai para o terminal que tem o ónibus para o aeroporto). Tivemos que voltar uma estação e transferir pra a linha correta. Pegamos o air train e chegamos ao aeroporto umas 2h30 antes do voo. Comemos no Wendy's (uma espécie de Arby's) e o lanche estava bem gostoso. A Delta agora tem wi-fi no avião, mas não conseguimos acessar. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Georgia, serif;font-size:16px;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjilRDKjlI/AAAAAAAAADs/M7HSvGLEtTI/s1600-h/CIMG3768.JPG"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjilRDKjlI/AAAAAAAAADs/M7HSvGLEtTI/s320/CIMG3768.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388806084008513106" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;O voo foi bem tranquilo, mas houve um atraso para decolar. Chegamos em Orlando umas 17h30, pegamos as malas e o carro e viemos para o hotel. A cidade é completamente diferente de NY, parece um outro país. Completamente espaçoso, ruas largas e tudo fica longe (precisa mesmo de carro). Chegamos no hotel umas 20h e as mudanças continuaram. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Georgia, serif;font-size:16px;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/Ssjik3hFfzI/AAAAAAAAADk/3tw7bvCAKHQ/s1600-h/CIMG3764.JPG"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/Ssjik3hFfzI/AAAAAAAAADk/3tw7bvCAKHQ/s320/CIMG3764.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388806077154688818" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;O lugar é confortável a beça, duas camas de casal, uma boa ducha e ar condicionado. Depois de arrumar as coisas, saímos pra jantar umas 22h. Decidirmos ir a um lugar aqui por perto já que o restaurante do hotel já havia fechado. Na frente do hotel há algumas opções e acabamos escolhendo um restaurante chamado IHOP. A comida é excelente e comemos bem pela primeira vez em uma semana. Frango, arroz, brócolis, purê e onion rins. Com o estômago cheio, voltamos pro hotel, acessamos a internet (wi-fi de alta velocidade e de graça) e assistimos o primeiro episódio da sexta temporada de House! Decidimos que amanhã teríamos um dia de descanso, pra aproveitar o lugar. E fomos dormir por volta de 1h30 da manhã.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;b&gt;Dicas - Dia 11&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Indo para o JFK, caso vá pegar o air train, pode pegar a linha F, mas lembre-se de descer na estação Union Turnpike e se transferir para a linha E.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- No aeroporto de Orlando, para voos locais, a retirada de bagagem é feita em um prédio separado do terminal. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Caso vá alugar um carro e não esteja sozinho, melhor que um vá direto para o balcão e o outro busque as malas. Acaba-se formando uma fila enorme e demora um pouco pra retirar o carro.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Tente andar com algumas moedas e trocados para pagar os pedágios &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;b&gt;Dia 12 - The Lazy II - 30/Setembro&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Acordamos meio-dia. Eu peguei o computador e preparei uns posts, fiz umas cruzadinhas. Por volta de umas 14h30, saímos pra almoçar, comemos em um restaurante chinês aqui na frente do hotel (Panda Express), a comida é bem gostosa. Fomos ao Wal Mart e compramos algumas coisas pra deixarmos aqui no quarto (pão, alguns donuts, salgadinhos, queijo, refrigerante e suco). &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Georgia, serif;font-size:16px;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/Ssjil5uGgiI/AAAAAAAAAD0/3vBcHboK30M/s1600-h/CIMG3767.JPG"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/Ssjil5uGgiI/AAAAAAAAAD0/3vBcHboK30M/s320/CIMG3767.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388806094926021154" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Depois de nos arrumarmos aqui no quarto e estarmos bem habituados, decidimos sair para conhecer o Florida Mall. O lugar é gigantesco e tem umas lojas soltas no terreno, fora que tem até um hotel no meio de tudo. Achamos algumas lojas legais por lá, tem duas GameStop (loja de games que tem jogos usados) - comprei o carregador da Nyko para os controles do Xbox. Eles tem também várias outras lojas, mas como chegamos lá 20h30 e o shopping fecha as 21h, acabamos não conseguindo ver muito. Amanhã se der, vamos passar lá depois que voltarmos do Universal Studios. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Georgia, serif;font-size:16px;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjimO6zKQI/AAAAAAAAAD8/8o17qgJJpPo/s1600-h/CIMG3769.JPG"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjimO6zKQI/AAAAAAAAAD8/8o17qgJJpPo/s320/CIMG3769.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388806100616423682" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Voltamos para o hotel, comemos e resolvemos baixar uns episódios de seriados para assistir. Como o sono não vinha (afinal, havíamos dormido demais), vimos mais um episódio de House e dois de Big Bang Theory. Dormimos depois das 2h, quase 3h.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;b&gt;Dicas - Dia 12&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Comprar comida em um mercado é um bom modo de economizar &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Dirigir em Orlando é bem simples, as ruas são bem amplas e o trânsito flui bem. Só não esqueça de respeitar os limites de velocidade e os faróis. Se perdeu uma entrada, nada de "dar um jeitinho". Logo você encontra um retorno.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- O Florida Mall pode não ser a opção mais barata para comprar roupas e tal, mas vale a pena visitar. Já que estamos no país das compras, algo de lá pode te interessar.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Na International Drive você vai encontrar quase tudo que precisa - e o que não está aqui, está há no máximo 10 minutos de carro. Shopping, Best Buy, Barnes &amp;amp; Noble, etc.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-4267492315455247690?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/4267492315455247690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=4267492315455247690&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/4267492315455247690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/4267492315455247690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/10/orlando-lazy-ii-dias-11-e-12.html' title='Orlando / The Lazy II - Dias 11 e 12'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjilRDKjlI/AAAAAAAAADs/M7HSvGLEtTI/s72-c/CIMG3768.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-7032180924310067625</id><published>2009-10-04T14:49:00.006-03:00</published><updated>2009-10-05T02:17:48.917-03:00</updated><title type='text'>Soho / First farewell - Dias 9 e 10</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="  font-weight: bold; font-family:Helvetica, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Dia 9 - Soho - 27/Setembro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;O dia começou com chuva, então desistimos de ir ao cais. Fomos ao prédio da ONU, almoçamos no Mc e então fomos para a etapa de compras do dia. Começamos na Niketown, a loja tem 5 andares e bastante variedade. Depois fomos para o Soho. Chegando lá, paramos em um Starbucks e depois demos um pulo na loja do MoMA, vale muito a pena ir. Um monte de bugigangas e utensílios de utilidades diversas. Depois fomos para a Levi's, Daffy's e por fim entramos na YRB (Yellow Rat Bastard). &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Georgia, serif;font-size:16px;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjgvLCJZ_I/AAAAAAAAADE/lPqTeSx7PQY/s1600-h/CIMG3737.JPG"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjgvLCJZ_I/AAAAAAAAADE/lPqTeSx7PQY/s320/CIMG3737.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388804055169066994" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Parecia uma loja mediana, mas acabou por ser uma das melhores do dia! Além disso, eles tem um estoque de calças da Levi's com preços mais baixos e quase todos os tamanhos - aproveitei pra comprar a primeira calça jeans. Para encerrar o dia, passamos na Apple Store do Soho - a maior do mundo. O lugar é bem bonito, com um auditório com workshops de graça sobre todos os sistemas da Apple. Após umas compras, voltamos para o hostel e fomos comer uma pizza no jantar. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Georgia, serif;font-size:16px;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjgvazEurI/AAAAAAAAADM/zu8h1j0cdMc/s1600-h/CIMG3749.JPG"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjgvazEurI/AAAAAAAAADM/zu8h1j0cdMc/s320/CIMG3749.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388804059400813234" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Depois ficamos no quintal, eu fazendo uma etapa de um programa de traina e o Flavio configurando o brinquedo novo dele. Em um pequeno intervalo, fiquei conversando com um cara da Zâmbia (que mora na Rússia e faz Engenharia Elétrica lá) e dois russos. Depois de terminar a atividade, postei e fui ler mais umas páginas do livro - já que havia perdido o sono. Fizemos rapidamente um planejamento para o último dia em NY e, enfim, o esperado sono.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;b&gt;Dicas - Dia 9&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Visitar o Soho logo no início da viagem pois provavelmente você vai querer voltar lá&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Andar com o mapa em mãos sempre&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Comprar calças da Levi's na YRB&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Comer o donut glaceado do Starbucks (Glazed old-fashioned).&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;b&gt;Dia 10 - First farewell - 28/Setembro&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Último dia em NY, amanhã vamos para Orlando. Não tínhamos nada especial planejado, apenas precisava comprar uma mala e, se desse, comer em um restaurante japonês que vendia okonomiyaki. Fomos tomar café no Starbucks e depois pegamos o metro até a Astor Place. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Georgia, serif;font-size:16px;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/Ssjgv-hYmkI/AAAAAAAAADU/CJdS98qzVW8/s1600-h/CIMG3759.JPG"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/Ssjgv-hYmkI/AAAAAAAAADU/CJdS98qzVW8/s320/CIMG3759.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388804068990294594" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Fomos à Bag House e comprei uma mala muito boa por apenas 45 dólares. Aproveitamos para ver algumas lojas na Broadway, como a Supreme e depois fomos para o restaurante japonês - o nome de lá é Otafuku e fica na East 9th, que aliás é uma rua com muitos restaurantes japoneses. Comemos por lá e depois voltamos para o hostel, onde encontramos o Serge que acabara de voltar do passeio dele. Arrumamos a mala e tiramos um cochilo ligeiro. Mais tarde saímos para jantar e acabamos em um Burger King - má idéia, o lugar parecia bom mas o lanche e as batatas eram horríveis. Na volta paramos na Barnes &amp;amp; Noble, fomos seguidos pelo segurança do local e voltamos enfim para o hostel. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Georgia, serif;font-size:16px;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjgwLjCNrI/AAAAAAAAADc/Uzpq6ualAS4/s1600-h/CIMG3762.JPG"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjgwLjCNrI/AAAAAAAAADc/Uzpq6ualAS4/s320/CIMG3762.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388804072486876850" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Ficamos lá na cozinha por um tempo e depois subimos para dormir. Acabei ficando mais uns minutos lendo um livro mas logo também deitei esperando que o amanhã chegasse logo.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;b&gt;Dicas - Dia 10&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Caso precise comparer malls, a Bag House (fica na Broadway Av. entre as 10th e 11th St.) é uma boa opção. Um monte de modelos e também umas pechinchas.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Fuja do Burger King, extremamente oleoso e sem sabor.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Nos dois lugares que comemos comida japonesa, ficamos bem satisfeitos. Se estiver em Manhattan, pode se arriscar sem se preocupar. Até pode pegar um onigiri no Sunshine Mart ao lado da St Mark's Bookstore na 9th com a Astor.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-7032180924310067625?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/7032180924310067625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=7032180924310067625&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7032180924310067625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7032180924310067625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/10/soho-first-farewell-dias-9-e-10.html' title='Soho / First farewell - Dias 9 e 10'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsjgvLCJZ_I/AAAAAAAAADE/lPqTeSx7PQY/s72-c/CIMG3737.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-6559254329133215426</id><published>2009-10-03T11:42:00.006-03:00</published><updated>2009-10-03T11:53:47.625-03:00</updated><title type='text'>Books and shopping / The Lazy and the Square - Dias 7 e 8</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  font-weight: bold; font-family:Helvetica, serif;font-size:12px;"&gt;Dia 7 - Books and shopping - 25/Setembro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;O plano pra hoje era o de visitar as lojas que faltavam na lista que fizemos no Brasil e achar os pontos que queremos ir de novo quando voltarmos pra NY. Depois do café, fomos até a Grand Central Station e a primeira parada foi visitar o local do hotel que ficaremos quando voltarmos. Fica bem localizado, acesso rápido para vários lugares que queremos ver de novo. Fomos depois a umas livrarias japonesas e no meio do caminho paramos no Bryant Park, que tem uma estatua do José Bonifácio, presenteada aos EUA pelos Estados Unidos do Brasil. Achamos também uma comicbook store que é sensacional - além de ter plásticos para embalar gibis. &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Georgia, serif;font-size:16px;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsdjrbOGBeI/AAAAAAAAACk/o0ZemQw87Ig/s1600-h/CIMG3700.JPG"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsdjrbOGBeI/AAAAAAAAACk/o0ZemQw87Ig/s320/CIMG3700.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388385076864484834" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Georgia, serif;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Passamos em duas livrarias japonesas, uma muito boa (Kinokuniya) e a outra nem tanto. Passamos na 8th Av. e depois na W 36th, que assemelha-se com a 25 de março, com várias lojas genéricas. Comemos em um restaurante japonês na E 35th e depois descemos para a Aston Place, visitamos algumas lojas de skate (a principal foi a Autumn que parece ter sido decepcionante para o Flávio) e passamos em um mercado japonês. A E 9th st. é uma rua cheia de restaurantes japoneses, inclusive achei um que quero ir). Depois subimos a Broadway Av., passando pela Strand Bookstore, uma espécie de livraria/sebo gigante com 3 andares. Chegamos à Union Sq. que parece uma Praça da Sé só que bonita, com vários músicos, pessoas jogando xadrez e etc. &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Georgia, serif;font-size:130%;color:#0000EE;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Helvetica, serif;font-size:100%;color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Georgia, serif;font-size:16px;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsdjrhjZ_wI/AAAAAAAAACs/_Zbg_wkCgNI/s1600-h/CIMG3711.JPG"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsdjrhjZ_wI/AAAAAAAAACs/_Zbg_wkCgNI/s320/CIMG3711.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388385078564486914" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Georgia, serif;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Pegamos o metro e voltamos para o hostel - já estávamos bem cansados. O Flávio comprou e comeu seu primeiro pote de Haagen Dazs e depois tiramos uma soneca antes de sairmos pra jantar com o Serge. Comemos em uma burger houve muito boa e depois uns donuts de sobremesa. No final da noite, conversamos com duas meninas - uma texana e uma australiana) que estão no nosso quarto e depois verificamos os e-mails. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;b&gt;Dicas - DIa 7&lt;/b&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- A numeração das grandes avenidas pode ser confusa. Alguns números não se encontram na avenida em si, mas podem invadir as travessas.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Bom lugar pra comprar souvenirs - 5th Av. entre as 35th e 36th st.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Se a viagem for longa, tentar separar um dia pra ficar sem fazer nada, dia de patrão.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Visitar a Union Square e a Alphabet City (fica an Lower East Side)&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;b&gt;Dia 8 - The Lazy and the Square - 26/Setembro&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;No sábado resolvemos tirar o día para descansar. Dormimos até tarde, saímos para almoçar e voltamos para o hostel para cochilar a tarde. À noite, fomos ao Guggenheim - no sábado, entre 5h45 e 7h15 você paga quanto quiser. A fila estava imensa, mas conseguimos entrar umas 6h30 (teríamos 45 minutos pra visitar tudo). Paguei 1 dólar e fui visitar a exposição de Kandinsky. O museu é muito bonito e o modo de exposição também. Há algumas galerias anexas que mostram a coleção permanente do museu e tem alguns quadros bem interessantes. &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Georgia, serif;font-size:16px;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsdjsN9xWKI/AAAAAAAAAC0/AkNSbjVDX_Y/s1600-h/CIMG3723.JPG"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsdjsN9xWKI/AAAAAAAAAC0/AkNSbjVDX_Y/s320/CIMG3723.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388385090486229154" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Conseguimos ver o museu e depois fomos ao Subway para jantar. Pegamos o metro e fomos para a Times Square para vermos a cidade à noite. No meio do caminho começou a chover de leve, mas mesmo assim valeu muito a pena - o local fica bem lotado e com todas as luzes, o local parece mágico. Visitamos as lojas da Hershey's e M&amp;amp;M's, passamos pela Toys 'R' Us e a TKTS, vimos o antigo painel da Virgin e também inúmeras lojas de souvenirs. No final, passamos no cenário do Late Show do David Letterman. &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Georgia, serif;font-size:16px;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/Ssdj4vKJ9_I/AAAAAAAAAC8/do_-j1KOF-o/s1600-h/CIMG3727.JPG"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/Ssdj4vKJ9_I/AAAAAAAAAC8/do_-j1KOF-o/s320/CIMG3727.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388385305554974706" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;Voltamos para o hostel era meia noite, passamos na farmácia para comprarmos algo pra comer e ficamos batendo papo na cozinha do hostel com o pessoal. Um deles, o Carlos, nascido no Equador e atualmente vive no Chile, veio falar connosco em português. Bom, pelo menos ele tentou. Ele está nos EUA para prestar uma prova para uma vaga em uma extensão do curso de medicina na universidade de Kentucky. Um pouco depois de 1h da manhã, fomos dormir de novo.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;&lt;b&gt;Dicas - DIa 8&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Souvenirs na Times Square: os melhores preços entre as 51th e 52nd st. na 7th Av.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- Com o Halloween próximo, pode-se encontrar vários pacotes de doces mais baratos. Na loja da Hershey's o preço está bom também.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;- O Guggenheim é um museu que se pode visitar em pouco tempo. Caso esteja com pressa, é uma boa opção.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica"&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-6559254329133215426?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/6559254329133215426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=6559254329133215426&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6559254329133215426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6559254329133215426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/10/books-and-shopping-lazy-and-square-dias.html' title='Books and shopping / The Lazy and the Square - Dias 7 e 8'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsdjrbOGBeI/AAAAAAAAACk/o0ZemQw87Ig/s72-c/CIMG3700.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-3455278363057816073</id><published>2009-10-02T00:46:00.005-03:00</published><updated>2009-10-02T01:27:50.856-03:00</updated><title type='text'>The 5th / Met - Dias 5 e 6</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, serif; font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Dia 5 - The 5th - 23/Setembro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Fomos de manhã para o Metropolitan com mais dois colegas. David (australiano) e o Serge (holandês). Só que novamente o museu estava fechado! Aparentemente, por causa do comitê da ONU, o museu foi fechado para receber uns presidentes. Então decidimos ir para o centro e ver se faríamos algumas compras. Descemos na Grand Central Station e saímos pela primeira vez na correria de NY.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsV5xIulY3I/AAAAAAAAACE/UG8438innVI/s1600-h/CIMG3615.JPG"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsV5xIulY3I/AAAAAAAAACE/UG8438innVI/s320/CIMG3615.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387846414282089330" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Perto da 42nd estavam filmando uma cena de um filme e vimos nossa primeira celebridade - Mark Wahlberg. O Flávio até tirou uma foto, mas não ficou muito 'boa'. Depois fomos a NY Public Library que é simplesmente sensacional. Passamos em umas lojas de bugigangas eletrônicas nas redondezas e depois paramos em uma loja de roupas esportivas - com o calor inesperado e aumentando a cada dia, o jeito foi comprar uma bermuda. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Depois disso, fizemos uma boa caminhada, passando pelo Rockefeller Center, Times Square e 5th Avenue. Visitamos várias lojas, dentre elas: NBC, Nintendo World Store (bem fraca), Barnes &amp;amp; Noble, uma livraria/sebo japonês, NBA Store, Levi's e Apple Store. No meio tempo, paramos pra comer um lanche no almoço que era tão gorduroso que causava paradas cardíacas apenas de segurá-lo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsV7G1AhgiI/AAAAAAAAACM/cbIRwcXltsA/s1600-h/CIMG3640.JPG"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsV7G1AhgiI/AAAAAAAAACM/cbIRwcXltsA/s320/CIMG3640.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387847886457373218" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Depois do almoço o David teve que ir embora, então ficamos apenas o Flávio, o Serge e eu. Subimos a 5th Av. até o Central Park, paramos em um café dentro do parque para descansar os pés cheios de bolhas. Depois de um banho gelado (calor absurdo), saímos pra comer uma pizza em um lugar perto do hostel. A dona era coreana, casada com um mexicano, fazendo pizzas kosher enquanto a tv estava em um canal de fala hebraica. A pizza não era das melhores. Depois conseguimos acessar a internet usando o PC do Serge e consegui responder uns e-mails, atualizar o twitter e de quebra ver o Palmeiras ganhar de 2x1 do Cruzeiro. Depois de umas ligações rápidas e umas páginas lidas do livro, encharquei a toalha com agua fria e dormi com ela envolta no pescoço - o calor é ainda pior no quarto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Dicas - Dia 5&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Loja da NBC: se você é fã de House, Seinfeld, Friends ou seriados do gênero, essa loja deve ser visitada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Lojas da NBA e Apple Store também estão na lista do "must see".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Fazer o Metrocard é a melhor opção para andar em Manhattan - considere uns 5usd por dia para duas passagens.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Trazer Band-aids e pomada: seus pés agradecem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- As programações dos museus podem mudar a qualquer momento. O jeito é ficar atento e verificar antes de ir visitar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Dia 6 - Met - 24/Setembro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Depois de uma noite razoável de sono e umas fatias de pão no café, me troquei para irmos pela terceira vez ao Metropolitan. As pernas ainda estavam bem doloridas e as bolhas já dominavam alguns dedos dos pés. Mesmo com receio de dar com a cara na porta, partimos (sob o calor escaldante de NY). Chegamos por volta de 10h e, finalmente, conseguimos entrar. O museu tem "apenas" dois andares, mas tem tanta coisa que parece até maior que o AMNT. O foco é total em arte (independente do modo em que é expressa) e há muitas coisas interessantes. A parte de quadros europeus é bem extensa e interessante. No geral, para se ver o museu por completo deve levar umas 5 horas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsV-Zs00ecI/AAAAAAAAACU/ZZArY4wY_rs/s1600-h/CIMG3680.JPG"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsV-Zs00ecI/AAAAAAAAACU/ZZArY4wY_rs/s320/CIMG3680.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387851509213198786" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Sinceramente, se o tempo de visita à cidade for bem limitado, não recomendaria visitar o Met. O passeio é muito extenso e cansativo (principalmente para os não aficionados por arte), fora que as opções de comida são restritas e caras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Por volta das 14h, saímos do museu, ficamos por um tempo sentados na escada e vimos um grupo muito divertido cantando "My Girl".  Pegamos o metrô e fomos para o ground zero do WTC. O local está todo cercado então é praticamente impossível ver alguma coisa. Na frente da construção há um memorial, mas como é pago resolvemos não ir. O bairro em que ficava o WTC parece o centro de SP, bem velho e sujo. Pegamos o metrô e fomos para a estação Penn St., na 7th Av. com a 34th. Descemos em frente ao Madison Square Garden - que é bem grande, pena não ter começado a temporada da NBA para vermos um jogo do Nicks. Passamos então em uma Foot Locker e acabamos comprando uns pares de meia e camisetas. Depois fomos até a Macy's e, apesar das muitas opções legais, o preço é muito alto. Apenas dando uma olhada para depois achar nos outlets em Orlando. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsWAXwTErRI/AAAAAAAAACc/GDH5ptkzaro/s1600-h/CIMG3694.JPG"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsWAXwTErRI/AAAAAAAAACc/GDH5ptkzaro/s320/CIMG3694.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387853674808913170" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Os pés já haviam pedido arrego, então voltamos para o hostel. Comemos em outra pizzaria - que também não era das melhores, mas por 2 dólares a fatia, tá ótimo. Matamos um tempo no quintal do hostel, planejamos a sexta-feira e depois de conferirmos o e-mail, fomos até a farmácia (Duane e Reade) para comprarmos bebidas geladas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Dicas - Dia 6&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Não adianta visitar o ground zero de WTC&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Para os rapazes: meias e cuecas de ótima qualidade podem ser compradas por aqui por preços bem bons.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- As linhas de metrô são como um labirinto, portanto todo cuidado é pouco para não cair na linha errada. Atenção às placas e pergunte sempre. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-3455278363057816073?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/3455278363057816073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=3455278363057816073&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3455278363057816073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3455278363057816073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/10/5th-met-dias-5-e-6.html' title='The 5th / Met - Dias 5 e 6'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsV5xIulY3I/AAAAAAAAACE/UG8438innVI/s72-c/CIMG3615.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-8624715194639047579</id><published>2009-09-30T13:32:00.008-03:00</published><updated>2009-09-30T14:19:12.106-03:00</updated><title type='text'>Natural History / Italy and China - Dias 3 e 4</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" font-weight: bold; font-family:arial, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Dia 3 - Natural History - 21/Setembro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Acordamos umas 8h30 e tomamos café aqui no hostel. Saímos umas 9h30 para ir ao Metropolitan (ainda levando quase toda a nossa bagagem pois estávamos sem armário). A distância de uns 10 quarteirões razoavelmente pequenos e padronizados nos impulsionou a ir caminhando. O Met não abre às segundas, então resolvemos ir ao American Museum of Natural History (AMNT), pois era apenas atravessar o Central Park. Sem pressa, aproveitamos a caminhada pelo parque que é muito tranquilo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsOJptnYG5I/AAAAAAAAABU/KhRp-Dc5lqQ/s1600-h/CIMG3579.JPG" style="text-decoration: none;"&gt;&lt;img style="text-align: left;display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " src="http://4.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsOJptnYG5I/AAAAAAAAABU/KhRp-Dc5lqQ/s320/CIMG3579.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387300928977640338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:arial;font-size:small;"&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Tiramos foto de uns esquilos, vimos algumas crianças brincando, descansamos um pouco. Chegamos ao AMNT às 11h30. O museu é enorme e sensacional. Tiramos várias fotos, vimos um show no Planetário e andamos até as pernas doerem. Saímos de lá umas 16h30, após uma parada para um lanche na praça de alimentação do museu. Voltamos novamente pelo Central Park e no caminho para o hostel paramos em uma farmácia e em uma loja da T-Mobile, onde compramos um chip de celular pré-pago. Na Lexington Av. com a 86th st., tem diversas lojas (uma Gamestop, uma H&amp;amp;M, uma BestBuy, uma Barnes &amp;amp; Noble e outras). Passamos na B&amp;amp;N e eu comprei meu primeiro livro - a loja é nova, então o estoque ainda está sendo montado. Quando chegamos ao hostel, algumas pessoas tinham saído do quarto (estamos em um quarto com 10 pessoas), então conseguimos pegar um armário - já é um começo. Colocamos os cadeados lá e descemos para ficar no quintal do hostel, trocar uma idéia e pensar no jantar. Depois de um tempo começamos a conversar com um pessoal. No papo estavam, além de nós, um francês, um uruguaio, dois californianos e uma alemã. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O francês se chama Arnauld (o único que sabemos o nome), tirou 6 meses pra viajar pelo mundo. Começou nos EUA, vai fazer uma roadtrip até a costa oeste (route 66), depois vai para a Ásia, África e de volta para Toulouse. O uruguaio estudou em uma faculdade que envia os alunos para viajar pelo mundo quando estão prestes a se formar. Começou na Ásia, foi pra Europa e hoje foi a última noite antes de voltar para o Uruguai. A alemã pelo visto gosta muito de beber, tanto que estava se gabando de ter ganhado de um irlandês em um drinking game - no mínimo impressionante. Os californianos vieram passar uns dias em NY pra visitar uns amigos. Contaram histórias engraçadas, as melhores sobre casos de DUI (quando se é preso por se dirigir bêbado), só que um dos casos foi em uma bicicleta (uma BUI) e a outra em um carrinho de supermercado! Todos eles ficam até amanhã no hostel, então vão sair para aproveitar a última noite e nos chamaram. Mas por questões físicas e financeiras, resolvemos ficar no hostel e dormir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Georgia, serif;color:#0000EE;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:arial, serif;color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsONMCg2Q7I/AAAAAAAAABk/JliEBCodFhY/s320/CIMG3595.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387304817237836722" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Georgia, serif;color:#0000EE;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Georgia, serif;color:#0000EE;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(0, 0, 0);   font-family:arial;font-size:small;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Dicas - Dia 3&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- AMNT - começar a visitar dos andares mais baixos e ir subindo. São 4 andares e os dois primeiros são os mais extensos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- AMNT - a entrada simples basta, não precisa pagar mais pelos "eventos especiais", questão de &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;low budget&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- AMNT - para não pagar o &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;suggested value&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;, basta falar no caixa quanto você quer pagar. E traga carteirinha de estudante, mesmo que não seja da ISIC.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Caso não tenha acesso à internet, comprar um chip pré-pago vale a pena.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Extrapole no planejamento pois a cidade é bem cara.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Traga sabonete, cortador de unha, cotonetes, xampu. Comprar por aqui pode se mostrar uma tarefa não tão agradável. Principalmente sobre bucha de banho. A daqui destrói camadas da sua pele até a quarta geração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Dia 4 - Italy and China - 22/Setembro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" font-weight: normal; font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Acordamos cedo, tomamos café e fomos conhecer os bairros de Little Italy e Chinatown. Chegamos umas 10h20 e encontramos quase tudo fechado. Os dois bairros se misturam, como se você atravessasse a rua saísse do Bixiga e caísse na Liberdade. Chinatown tem um péssimo cheiro, uma mistura ruim de Liberdade com Sé, com algumas partes da Consolação. Andamos por lá até umas 12h e os lugares mais apetecíveis eram os restaurantes japoneses. Visitamos algumas lojas, descemos para a Broadway Av., depois passamos pela Brooklyn Bridge.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsOQT4axkcI/AAAAAAAAABs/Vz2ifyeL_rI/s1600-h/CIMG3607.JPG"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsOQT4axkcI/AAAAAAAAABs/Vz2ifyeL_rI/s320/CIMG3607.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387308250501845442" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Visitamos as lojas da Paul Frank e Urban Outfitters antes do almoço em um restaurante mexicano, com direito a água refil, doritos caseiros e arroz e feijão. Andamos mais um pouco pela Broadway Av., passamos na Swatch e depois em uma livraria chamada St. Mark's Bookstore - simples, mas bem legal. Por volta das 15h30 resolvemos voltar, mas descemos na 86th st. (o hostel fica na 94th), para passarmos em algumas lojas. Passamos na H&amp;amp;M, compramos algumas coisas e depois fomos para o hostel, onde chegamos umas 17h30. Uma ducha e uma soneca de umas 3h para recuperar do cansaço. Umas 21h descemos para o quintal e conhecemos um holandês que chegou hoje. Psicólogo, já viajou o mundo todo e fala uns 6 idiomas. O cara parece ser gente boa e, como vai ficar até o dia 29 também, talvez a gente converse mais com ele. Jantamos um doritos e um cup noodles - comer por aqui pode ser bem enjoativo. Entramos na internet (paga) para pegar uns endereços das lojas que iríamos visitar amanhã e responder uns e-mails. E assim acabou o terceiro dia, faltam seis dias cheios pela frente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsOR26jxuSI/AAAAAAAAAB0/EdxCv5asHRk/s320/CIMG3614.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387309951883524386" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Georgia, serif;color:#0000EE;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:arial;font-size:small;"&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Dicas - Dia 4&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Alternar entre um dia corrido e um dia mais calmo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Caso vá a Chinatown, procure saber com antecedência o que quer visitar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Vale a pena entrar em todas as livrarias que encontrar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Converse com o pessoal do hostel. Você terá dicas de lugares para ir, idéias para próximas viagens e até algumas dicas de como não gastar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Se bem planejada, uma semana é o bastante em NY (Manhattan)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Programe-se para chegar nos lugares após as 10h (A não ser que já saiba o horário de funcionamento).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-8624715194639047579?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/8624715194639047579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=8624715194639047579&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8624715194639047579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8624715194639047579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/09/natural-history-italy-and-china-dias-3.html' title='Natural History / Italy and China - Dias 3 e 4'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsOJptnYG5I/AAAAAAAAABU/KhRp-Dc5lqQ/s72-c/CIMG3579.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-1909198145908554271</id><published>2009-09-28T19:55:00.004-03:00</published><updated>2009-09-30T14:18:35.168-03:00</updated><title type='text'>Up, up and away / Touchdown - Dias 1 e 2</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Nos próximos posts o modo Doug Funny estará ligado. Vou relatar um pouco sobre a viagem de 20 dias para os EUA que começou em 19/setembro e acabará em 09/outubro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Dia 1 - Up, up and away - 19/Setembro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Saída de Guarulhos às 23h20, o avião estava lotado e as poltronas eram um pouco melhores que da última vez que viajei, mas mesmo assim, espaço bem limitado. Nas próximas 9 horas, além da dor nas costas intensas, alternei entre cochilos rápidos, episódios de seriados e assistindo algum filme (assisti o do Wolverine e o novo da Nia Vardalos).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsOSrFegQcI/AAAAAAAAAB8/MrdNgffd_0E/s1600-h/CIMG3566.JPG"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsOSrFegQcI/AAAAAAAAAB8/MrdNgffd_0E/s320/CIMG3566.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387310848167395778" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Dicas - Dia 1&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Além do óbvio, como chegar 3 horas antes do vôo e fazer o check-in o quanto antes, vale destacar que quase nada precisa ser declarado na alfândega - mesmo assim, caso leve câmeras ou notebook, uma passagem por lá é obrigatória.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Dia 2 - Touchdown - 20/Setembro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Chegamos no México por volta de 6h15 (horário local) e demorou uma hora até sermos atendidos e liberados pela imigração. Aeroporto simples, mas bem organizado. Na volta, há a possibilidade de darmos uma volta na Cidade do México, já que ficaremos 12 horas por lá - e a parte boa é que não precisaremos retirar as malas e despachá-las de novo, elas seguirão diretamente para o Brasil. 10h10 pegamos o vôo para Nova York, o avião era menor e eu ainda de quebra fiquei na frente da saída de emergência e a poltrona não reclinava. Aterrisamos em NY por volta de 16h15 (horário local) e a primeira frase ouvida em território americano foi "bienvenidos a Nueva Iorque". Apesar de um dos agentes da aduana estranhar o fato de ficarmos por 20 dias apenas com as mochilas e uma mala de mão, fomos liberados sem maiores complicações e atrasos. Mala em mãos, fomos em direção ao Air Train e conectar no metrô. No Air Train, tudo simples, mas o sistema metroviário é uma zona. Diversas linhas, algumas estações funcionam apenas em horários específicos e diferenças entre expressa e local. Depois de nos localizarmos, pegamos o metrô para Manhattan. Para conectar em outra linha, saímos da estação e andamos até a outra. A viagem levou uns 50 minutos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Chegamos no hostel que fica na East 94th st, entre a Lexington e 3rd Av. Quando chegamos, uma das camas estava ocupada e não haviam armários disponíveis. O atendente disse que no outro dia teriam armários disponíveis, mas que teríamos que esperar. Colocamos então tudo de valor nas mochilas e fomos procurar um local pra jantar. Achamos um McDonalds aqui perto, voltamos para o hostel e dormimos com as mochilas ao lado de nossas cabeças na cama.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Dicas - Dia 2&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Se não for comprar um notebook, traga o seu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Tentar chegar antes de anoitecer para conhecer o bairro por perto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Trazer dinheiro trocado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Não levar dinheiro comprado para comprar alguma coisa, por aqui o imposto é cobrado separadamente, direto no caixa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Se ficar em hostel, tente buscar informações antes ou que seja recomendado por alguém que conhece.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Mc Donalds e Taco Bell são opções de baixo poder aquisitivo extremo. Não espere ver celebridades por lá. O gosto do Mc, todavia, é exatamente igual ao do Brasil. Então é uma opção "segura".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-1909198145908554271?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/1909198145908554271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=1909198145908554271&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/1909198145908554271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/1909198145908554271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/09/up-up-and-away-touchdown-dias-1-e-2.html' title='Up, up and away / Touchdown - Dias 1 e 2'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/SsOSrFegQcI/AAAAAAAAAB8/MrdNgffd_0E/s72-c/CIMG3566.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-5482186376111749008</id><published>2009-09-02T15:30:00.003-03:00</published><updated>2009-09-02T15:45:31.955-03:00</updated><title type='text'>Assim falou o Xampu</title><content type='html'>Há um tempo, na hora do banho, estava lendo os rótulos dos xampus. Um deles, dos vários que as mulheres de casa usam, tinha uma frase esquisita atrás, que traduzindo do inglês era algo como: "Eu te darei o Complexo de Rapunzel!". Analisando a minha situação e o histórico folicular, não tinha como acreditar na promessa feita pelo xampu. Mas como eu acredito no benefício da dúvida, resolvi me arriscar e usei o resto do xampu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O escarcéu começou com a briga entra as duas, troca de acusações e, por fim, olhares complacentes que se tornaram lancinantes quando ao mesmo tempo olharam pra mim. Pelo pouco que distingui na verborragia regada a perdigotos, aquele era um xampu muito caro (disso eu não duvidava, aparentemente tinha poderes mágicos) e elas estavam guardando o restinho pra usar naquele sábado, no dia do casamento de uma prima do interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não entendi porque algo tão precioso era largado com desdém no meio da multidão, mas acho que isso acontece com mais frequencia do que imaginamos. E, se havia algum ímpeto de fazer a pergunta, os olhares rosnantes me desencorajaram. Acabei trancado no meu quarto, o cabelo ainda rareando. Xinguei o xampu que além de me gerar todo esse problema, ainda era um mentiroso. Olhando pela janela do 18º andar, ficava imaginando como seria bom estar lá embaixo, mas não tinha como descer. Se ao menos eu tivesse cordas longas, talvez tranças, eu poderia chegar lá embaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do crescimento capilar sendo desafiado e inibido a cada dia, acho que ainda consigo deixar tranças crescerem. Apenas as tranças.&lt;br /&gt;Acho que o xampu cumpriu a promessa.&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-5482186376111749008?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/5482186376111749008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=5482186376111749008&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5482186376111749008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5482186376111749008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/09/assim-falou-o-xampu.html' title='Assim falou o Xampu'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-6873173518290336830</id><published>2009-08-31T18:36:00.003-03:00</published><updated>2009-08-31T19:18:28.363-03:00</updated><title type='text'>Down the road</title><content type='html'>O trecho é percorrido em pouco tempo, beirando os 45-50 minutos. No final de tarde, o calor não dá trégua. Reticente, desço em direção ao metrô e a corrente de vento dá um alívio que sei que será temporário. Como se fosse um modo de dizer que dali em frente, a situação ia piorar. O metrô lotado, na baldeação além de lotado estava atrasado. Guardei o livro porque não havia condições de ler e quando desci do metrô, uma olhadela no relógio foi o bastante para ver que já se passavam das 18h. Não ia dar tempo de matar tempo na livraria, então comecei a descida em direção ao prédio da pós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do calor, a brisa do crepúsculo era o bastante para evitar que o suor pasasse de algumas gotículas na testa. A caminhada é feita em silêncio, do mesmo modo como foi o dia até o momento. Chego cansado, mas não da caminhada. Só mais cinco dias e tanto trabalho pra fazer. Cansado de tanto silêncio e indiferença mesclado com espasmos de alegria. E a contagem regressiva continua.&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-6873173518290336830?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/6873173518290336830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=6873173518290336830&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6873173518290336830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6873173518290336830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/08/down-road.html' title='Down the road'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-6863731915295285098</id><published>2009-08-22T22:56:00.006-03:00</published><updated>2009-08-22T23:27:54.434-03:00</updated><title type='text'>Turning pages back and forth</title><content type='html'>Ainda me lembro quando, em 1994, minha mãe chegou em casa com o kit de lançamento do Retorno do Superman, vinha com um daqueles stencil para colocar na camiseta (que eu guardei por uns 8 anos até que em uma mudança, acabou se rasgando), alguns adesivos e o primeiro dos quatro volumes da história do Retorno, com a capa vazada e o símbolo do Superman/Ciborgue. Eu não faço idéia de quantas vezes eu li aquela revista, mas eu decorei os lugares dos desenhos e até algumas das falas - foi a primeira vez que eu li palavrão em um gibi, até então não tinha isso nas minhas 'leitulas'. Daí por diante, foram inúmeros dias buscando gibis raros e até consegui montar uma coleção boa (tinha quase todos os números publicados pela Abril e ainda alguns de antes da Ebal). Inúmeras noites indo dormir tarde lendo as revistas e torrando a mesada nas edições especiais. Aí tinham os fanzines também. Enfim, foram vários anos e vários R$ - sem nenhum arrependimento. Mas teve um dia que eu resolvi parar de vez (porque já tinha tentado umas duas vezes antes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu havia esquecido como era legal ler quadrinhos. Tinha julgado que era uma fase encerrada. Mas temos alguns costumes/atividades na vida que fazem parte de quem somos e não algo ligado a faixa etária ou fase da vida. O fato é que quando nós começamos a repensar a vida e queremos galgar mais um degrau mas ainda não sabemos qual a escada correta, a gente busca refúgio nas certezas que temos.&lt;br /&gt;Outra coisa que fazemos é retomar os costumes que deixamos para trás, aqueles que provavelmente não deveríamos ter deixado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coisa de criança mesmo é a eterna mania de querer ser adulto. Claro que não é nada fenomenal ou que gera reviravoltas na vida. É apenas algo que me faz bem. É um mundo do qual eu gosto de fazer parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como um amigo disse - apesar de estar um pouco fora do contexto:&lt;br /&gt;" Yet I never really run out of magic words, nor of shapes to change from and into: I only &lt;i&gt;run&lt;/i&gt;, period."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta ao mundo que me faz lembrar que eu ainda tenho muito o que correr.&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-6863731915295285098?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/6863731915295285098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=6863731915295285098&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6863731915295285098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6863731915295285098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/08/turning-pages-back-and-forth.html' title='Turning pages back and forth'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-8935921321330874673</id><published>2009-07-31T01:37:00.005-03:00</published><updated>2009-07-31T02:18:01.417-03:00</updated><title type='text'>Medo de altura</title><content type='html'>Cada decisão tomada foi baseada no momento - seja este decorrente do acúmulo de acontecimentos ou na incompatibilidade com a continuação da rotina. No caso, a minha mudança foi pedir demissão de um emprego que me dava segurança financeira, ainda que temporária e sair sem uma nova oportunidade laboral, sem rumo a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada mudança de rota deve ser feita com dois principais passos - o primeiro é sair do caminho atual e o segundo é entrar no caminho novo. Vez ou outra, para se sair de um caminho deve-se parar. Em alguns dos casos, é necessário voltar pelo caminho, mesmo que seja na contramão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cenário do mundo inteiro diz que o ideal é se segurar e esperar a tempestade passar. O conselho na boca de jovens e anciãos é o mesmo: "melhor não arriscar em tempos como este", ou então "melhor pingar que faltar".&lt;br /&gt;Mas, e quando o desespero não dá alternativa? Quando a angústia impede a razão? E quando o tempo se esgota no meio da turbulência? Quando se vê em queda livre, não se olha pra baixo para saber onde saltar, apenas puxamos a corda de nossos paraquedas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro passo é sair da situação atual. É abandonar o navio à deriva, o avião em queda livre. E para isso, preparei meu paraquedas, meu bote salvavidas. Eles não me levarão para onde eu tenho que chegar, mas ao menos servem pra segurar as pontas para que eu comece a caminhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para alguns dos observadores, pareceu um ato de coragem - no vôo em queda, apenas a tripulação sabe as reais motivações das mudanças de rota ou dos que se lançam ao ar dependendo de um pedaço de tecido que te impeça de morrer na queda. E a tripulação inteira era eu. Para outros, um ato inconsequente. Nesse ponto eu devo dar o braço a torcer - mas apenas parcialmente. Uma das consequências eu sabia, que era a de dar o primeiro passo para mudar meu caminho. Daí por diante, realmente não tinha como antever. Fui inconsequente, se assim querem dizer. Em suma, eu sabia que tinha que pular mas não tenho a mínima idéia de onde vou pousar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é neste ponto que me encontro: caindo lentamente em direção a um chão que ainda não vejo para começar uma caminhada para um local que ainda não sei. Não sei a que altura estou, não sei até quando terei que ficar com este paraquedas, não sei se vou aterrisar em segurança, não sei se terei que me livrar de coisas que carrego comigo. Tudo que sei é que tenho esse período até que meus pés toquem o chão (e eu realmente espero cair em terra firme) para decidir para onde vou e o que vou fazer. Ao mesmo tempo que desejo que essa queda acabe, temo que ela chegue ao fim antes que eu consiga estar pronto pra caminhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esse motivo que a insônia vem - eu quero empurrar o amanhã pra longe, cada dia que passa foi um que perdi sem tomar um rumo, uma decisão. E há também o receio de que quando eu chegue lá no chão, eu acabe tomando um outro avião destinado a uma nova queda, só que sem a possibilidade de pular de paraquedas.&lt;br /&gt;Alguns me dizem que na maioria das vezes tudo que precisamos se encontra ao nosso alcance. A pergunta que não se cala é: como achar o que se procura sem saber o que é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a queda é algo que te faz solitário, porque ninguém consegue saber como é a sua queda. Do ponto que estou hoje apenas espero poder estar com pernas firmes e mente sólida para tomar meu novo rumo e cumprir a minha missão sem ter medo de cair ou de se arrepender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria ser menos abstrato ou menos romanceado, mas tudo me parece tão passageiro, como se nada consiga de fato ser vinculado à realidade.&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-8935921321330874673?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/8935921321330874673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=8935921321330874673&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8935921321330874673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8935921321330874673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/07/medo-de-altura.html' title='Medo de altura'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-7859357274059457009</id><published>2009-07-29T03:08:00.002-03:00</published><updated>2009-07-31T02:13:15.206-03:00</updated><title type='text'>Nihil novum sub solem</title><content type='html'>&lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;Se pudesse transcrever os pensamentos conflitantes em palavras de conclusão determinista, eu o faria.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;Se pudesse trocar as dúvidas etéreas e calamitosas por certezas pétreas de decepção dilacerante, eu o faria.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;Se pudesse abandonar a minha falsa existência patética e incompleta para abraçar uma vida isenta de sorrisos porém real, eu o faria.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;Se pudesse renegar a ilusão de caminhar em círculos para viver em uma realidade inerte com os pés eternamente fixos em solo infértil, eu o faria.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;Se pudesse ab-rogar uma carreira com vitórias e derrotas de lutas sem propósito por apenas uma luta memorável, imersa na vergonha indelével da derrota, eu o faria.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;Se pudesse substituir a voz frágil que desfere meias palavras de um coração dobre pelo infindável silêncio da inexpressão, eu o faria.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;Se pudesse abrir mão das diversas portas entreabertas e dos múltiplos devaneios de pseudo-esperança para me deparar com apenas uma porta, mesmo que fechada, cuja esperança já tenha se esvaído por completo, eu o faria.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; min-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;Contudo, a cada passo, a minha miríade de diferentes caminhos reduz.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; min-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;Quando optei por viver me desfiz das possibilidades de traçar o caminho fácil. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;Quando optei por pensar, ofereci meus ombros voluntariamente ao limitante fardo do conhecimento. &lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;Quando optei por crer, meus olhos foram imunizados contra a vista grossa da mediocridade.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; min-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0px; font-family: Helvetica; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;Em tom claustrofóbico de fé minguante de quem busca a convicção além da razão.&lt;br /&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-7859357274059457009?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/7859357274059457009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=7859357274059457009&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7859357274059457009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7859357274059457009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/07/nihil-novum-sub-solem.html' title='Nihil novum sub solem'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-7694804967547824182</id><published>2009-07-18T02:43:00.004-03:00</published><updated>2009-07-18T03:19:06.388-03:00</updated><title type='text'>Deaf eyes, tired heart</title><content type='html'>Mentiu quem disse que cada despedida se torna mais fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enxergo tudo como uma contagem regressiva. Cada despedida é pior porque sei que é uma a menos que tenho. Por isso não quero falar tchau. De costas, você não consegue ouvir o que meus olhos tem a te dizer.&lt;br /&gt;Talvez por isso que você não olhe pra trás, porque há coisas que devem permanecer não ditas. Sei  que com sentimento não tem fórmula, equação, estatísticas ou gráficos. Sei também que os medos e as preocupações que se alojam no meu peito possuem a mesma falta de exatidão. Mas prefiro abraçar a necessidade de colocar os pés no chão da razão, mesmo que isso signifique podar as asas dos sentimentos que começam a arriscar seu primeiro vôo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pior parte da despedida é perceber que a busca para me livrar da solidão ainda continua. No fim do dia, apesar da esperança, há a pungente certeza de que o coração ainda bate sozinho e que a noite vai ficar ainda mais fria. Cada dia a mais é um dia a menos, cada dia a mais de palavras não ditas é um a menos da convicção de que há (ou não) reciprocidade. E tudo segue acontecendo ao mesmo tempo, nesse turbilhão inexorável de paradoxos que consomem a existência do ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O silêncio que rege a harmonia é o mesmo que aniquila a fé.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-7694804967547824182?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/7694804967547824182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=7694804967547824182&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7694804967547824182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7694804967547824182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/07/deaf-eyes-tired-heart.html' title='Deaf eyes, tired heart'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-3166911770741527756</id><published>2009-06-29T17:10:00.002-03:00</published><updated>2009-06-29T17:13:04.261-03:00</updated><title type='text'>It's better when it's real</title><content type='html'>Comprava roupas uma vez a cada semestre e apenas o necessário para compor um pequeno conjunto de vestimentas para convívio social. Duas calças jeans era o que precisava - quando uma estragava, comprava outra para manter o par. Umas camisas polo, algumas camisetas e camisas sociais - sempre substituídas quando usada até o limite, com as golas já gastas e cores desbotadas. No canto do guarda-roupa deixava as camisetas velhas, aquelas de malha leve, surradas, algumas beirando meia década ou até passando dessa marca. Ele as usava quando estava em casa, quando ia a algum almoço na casa de algum parente ou quando saía com os amigos. Era pra ele a demonstração de que estava extremamente à vontade nessas situações, além de ser um sinal de que manteve a forma nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No começo, era motivo de graça, mas depois de um tempo ele começou a odiar o fato de ela sempre criticar o seu costume de usar essas camisetas velhas durante a semana. Ele tentava explicar que eram as mais confortáveis e que com elas se sentia à vontade. Ela dizia que ele parecia um mendigo ao lado dela, que sempre usava roupas de marca e fazia visitas a cada quinze dias no shopping da cidade para renovar o estoque de roupas, calçados e acessórios. Sempre vaidosa, usava milhares de cremes e shampoos diferentes, no banheiro as maquiagens e apetrechos se acumulavam num monte sem fim de cores, odores e instrumentos que bem poderiam ser usado por Torquemada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele também dava risada no início, mas com o tempo ele passou a odiar o fato de não conseguir encontrar a escova de dente no meio da bagunça e de ter que driblar os sapatos e vestidos no chão para chegar ao guarda-roupa nos dias de festa. Isso sem falar da demora de quase 3 horas pra ficar pronta. Ela odiava o fato de ele chamá-la de louca bagunceira ou de fazer aquela cara de nojo quando via alguns cabelos emaranhados no box do banheiro. Só o tempo pra explicar em que ponto a "docinho" virou louca e o "paixão" virou mendigo. Se bem que, a bem da verdade, eles simplesmente adicionaram essas adoráveis alcunhas às previamente existentes. Via-se ali aquela velha história de amar com os defeitos e não apesar dos defeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mentira que dizem que quando se ama até o que é feio fica bonito. Mas até nisso consegue-se identificar e achar motivo pra amar. Não apesar do que é feio. Não superando o que é feio. Parece balela de amor romântico, mas com os dois pés no chão, o amor é muito mais real do que aquilo que os romancistas escreviam de nefelibatas, parceiros idealizados e amor que só aceita perfeição. O fato é que mesmo com o amor, continua feio. Ela continua sendo bagunceira e ele continua parecendo mendigo. Mas, no fim do dia, ela antes de tudo é a docinho e ele o paixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse o Marcel no seu &lt;a href="http://marcelhaa.blogspot.com/2009/06/uma.html"&gt;último texto&lt;/a&gt; (sic):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"ela tem os dentes amarelados&lt;br /&gt;os olhos juntinhos&lt;br /&gt;de manhã remelados&lt;br /&gt;mas o q eu quero&lt;br /&gt;é ela do meu lado"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amar de verdade faz com que até os defeitos não sirvam para fechar as portas, mas sim para abrir os braços. Só pra tê-la ao seu lado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-3166911770741527756?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/3166911770741527756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=3166911770741527756&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3166911770741527756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3166911770741527756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/06/its-better-when-its-real.html' title='It&apos;s better when it&apos;s real'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-7268870841073687737</id><published>2009-06-29T11:44:00.003-03:00</published><updated>2009-08-10T09:25:15.877-03:00</updated><title type='text'>Vida de gente grande é menos vida</title><content type='html'>Um dia desses, conversando com o estagiário da área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vai por mim, chega uma hora que o dinheiro não vale mais a pena. Aproveita que sua carreira está começando de fato agora (já que agora sua prioridade deixa de ser os estudos e vira a profissão) e já fica de olho nisso. Se não, daqui uns 5-6 anos, vai ser você que vai estar 30 kg mais gordo e 30% mais careca, querendo jogar tudo pro ar.&lt;br /&gt;Não se trata apenas de jogar de cabeça no trabalho. Trata-se de criar vínculos com uma área que não te gera satisfação. Parte disso é tentar sempre desvincular o que você é do que você faz, e fortalecer isso. Correr no parque, ler livros, ver os amigos. Isso tudo fortalece o que você é. Parece filosofia barata, mas se você deixar claro pra si que antes de bancário você é você e agir com base nisso, dificilmente você vai sair frustrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Um conselho que posso te dar e que teria me servido muito se o tivesse antes - quando você receber proposta de um trabalho em outro lugar, sempre analise TUDO, não apenas o salário. No começo parece que vai compensar ganhar mais, mesmo que as condições não sejam tão boas. Mas, depois de um tempo, não vale mais tanto a pena. Local, horário, benefícios, ambiente, descrição do trabalho, gerência, plano de carreira, possibilidade de crescimento.&lt;br /&gt;Pergunte TUDO na hora da entrevista. Porque no começo a gente não pergunta mesmo. Esse é meu terceiro trampo. Sai do primeiro para ir pro segundo, ganhando 500 reais a mais. Depois vim pra cá pra ganhar quase 80% a mais do que ganhava antes. E esse foi meu único critério de análise. Hoje, com 24 anos, me vi pedindo demissão e abandonando o barco, receando ser tarde demais. Mas não é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O ambiente em que estamos só vai te limitar, aqui a realidade é outra. E essa "apatia" contamina. Você ganha razoavelmente bem, tem um bônus no fim de ano, PLR e outras quantias que entram esporadicamente. E eventualmente se convence a parar de correr atrás de algo melhor porque do jeito que está, tá bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, tomando o caminho inverso, busco a confirmação de que ainda dá pra começar direito. Há fé e tem cor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-7268870841073687737?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/7268870841073687737/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=7268870841073687737&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7268870841073687737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7268870841073687737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/06/vida-de-gente-grande-e-menos-vida.html' title='Vida de gente grande é menos vida'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-6459041860217622583</id><published>2009-06-23T13:17:00.005-03:00</published><updated>2009-06-23T13:21:47.765-03:00</updated><title type='text'>Sadness-tainted sky</title><content type='html'>Em sua ainda que breve existência, sempre viveu com seus dias permeados pela presença da tristeza. Quando novo, sempre fora advertido sobre o perigo desta amizade, muitas vezes veementemente repreendido por se recusar a livrar-se de sua influência. Hoje dá graças a Deus por não tê-los ouvidos. Hoje a tristeza faz parte de sua essência, parte inerente do que foi, é e será. Afinal, como poderia privar-se da amizade de alguém que estaria tão próximo por toda a sua vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse medo todo que os outros sentem é de que se há tristeza, perde-se a alegria, a felicidade. A alegria anda de mãos dadas com a tristeza. O tempo não deixa com que elas se larguem. A alegria do encontro está fadada à tristeza da despedida. Esta mania de termos bons olhos apenas para o que nos faz perder a noção do tempo é exatamente o que cria o medo. Medo de envelhecer, de ficar sozinho, de morrer. Já que a companhia é inevitável, a chave é torná-la o mais agradável possível. Percebeu que, na dose certa, a tristeza era uma grande aliada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tristeza é parte do que gera o contentamento descontente em nossa vida, a tristeza nos envolve quando estamos perante a saudade, a tristeza nos manuseia com luvas de pelica enquanto andamos com passos vacilantes na estrada da frustração. É também a tristeza que nos mareja os olhos, relembrando que somos humanos e que temos muito a perder. A tristeza nos recorda da inefável solidão em nossa essência e da nossa responsabilidade intransferível de cuidar de quem somos. Todavia, se vista como inimiga, assim ela se porta e usa sua imbatível força para nos prender aquém da luz, aquém da esperança. Dificilmente se encontrará um desfecho em que ela não esteja presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rubem Alves diz que a beleza da arte é decorrente da sua contraparte, a tristeza. Apesar de não ser um artista, sempre acreditou que a vida é a expressão mais intensa da arte. A vida não imita a arte - a vida inspira a arte, a vida molda a arte, a vida É a arte.&lt;br /&gt;A tristeza faz parte do grupo dos que inspiram e moldam a vida. Para fazer com que a vida seja memorável, há que se saber como lidar bem com os fatores determinantes que influenciam na arte. Quanto melhor nossa relação com a tristeza (com a solidão, com a decepção), melhor ainda será nossa relação com a alegria (com a companhia, com o sucesso) - nessa relação desproporcionalmente direta e indiretamente proporcional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ode (e um brinde) à tristeza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-6459041860217622583?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/6459041860217622583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=6459041860217622583&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6459041860217622583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6459041860217622583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/06/sadness-tainted-sky.html' title='Sadness-tainted sky'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-6176517373090605705</id><published>2009-06-12T16:18:00.000-03:00</published><updated>2009-06-12T16:19:01.854-03:00</updated><title type='text'>Bid you farewell</title><content type='html'>Doug Funny mode: ON&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It was a couple of years before this anime-manga trend that exploded around the globe, specially in Brazil, with Cavaleiros do Zodiaco. I was six or seven maybe, inbetween some tv shows in Cultura there was this Telecurso 2000-like japanese course in which it was taught how to give traffic instructions - "turn right", "turn left", "go ahead", and so on. It was so interesting that I memorized those sentences that, some ten-or-so years later, I'd see again during classes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So came the japan-fever with all the anime and stuff and I went along, but even still I had an admiration that went beyond the cartoon/culture barrier. When I turned 17, I decided to study japanese on my own, bought some books. Around 19-20, I enrolled in a school for formal studies. And this year, I decided to try one last time to apply for a scholarship, to make a dream come true - living and studing in Japan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Well, I guess it was not meant to me. You see, I've had several dreams once upon a time - among them there was the "living abroad and studying". What I was not told was that dreams do not come true out of the blue - the path you lead is what creates the possibility for them to be fulfilled. And the path I have lead so far was way to far from what it takes to fulfill this dream - I chose a degree and post-graduation in subjects that I do not have particular interest. Somewhere, back in the past, I took the wrong turn - and at that point, although oblivious of such, I decided that this dream was not supposed to be real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So, with the little that remains of me, I bid farewell to this dream - maybe the first one. In order to move forward, I must move past it. It no longer pains me to say it, I think that I knew all along. Just stick with the reality - a guy that will study the language and have bitter remembrance about it all.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Since there is no time to start over, there is also no way to correct things if the first step went wrong.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doug Funny mode: OFF&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-6176517373090605705?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/6176517373090605705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=6176517373090605705&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6176517373090605705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6176517373090605705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/06/bid-you-farewell.html' title='Bid you farewell'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-6870176186811483905</id><published>2009-06-12T10:39:00.003-03:00</published><updated>2009-06-12T10:40:35.882-03:00</updated><title type='text'>Coragem, Amor, Exoesqueletos e o Megazord</title><content type='html'>Diálogo no dia de São Valentim...&lt;br /&gt;&lt;i&gt;*Do lado de cá do mundo acontece no dia 12/junho ao invés de 14/fevereiro - deve ser o fuso-horário.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A: Mas, você mostra o que tem dentro de você e ao mesmo tempo se esconde ainda mais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B: Isso. É como se eu desenvolvesse um exoesqueleto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A: O que?? Como assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B: O esqueleto é algo que fica dentro, mas serve para proteger os órgãos internos. Então, eu desenvolvo esse exoesqueleto - ponho à mostra algo que "vem de dentro", mostrando um pouco do que guardo dentro de mim, mas ao mesmo tempo, escondo e protego ainda mais o que realmente fica lá dentro do peito. Entendeu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A: Ou seja, você mostra que tem algo aí dentro só que dificulta ainda mais o alcance?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B: Pode-se dizer que sim. Boa parte das pessoas se contentam em ver apenas um pouco do que você guarda dentro de si - isso serve para fazê-las parar do lado de fora mesmo e já se darem por satisfeitas. Assim nascem os relacionamentos pseudo-profundos - somos tidos como caras sensíveis e isso facilita a nossa defesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A: Saquei. E você acha que isso ocorre por instinto, algo natural, comum a todos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B: Não, isso não ocorre normalmente - essa decisão decorre de experiências passadas. Cada vez que alguém consegue chegar ao que realmente movimenta a vida e o fere, faz com que a gente tente se proteger mais da próxima vez. Em alguns casos, a gente apenas desiste de enfrentar. Não se protege mas fica em constante fuga - acho que o instinto básico é fugir quando não se conhece a força do oponente, nunca lutar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A: Mas, esse desenvolvimento de barreiras tem que ter um limite, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B: O limite quem traça é a gente. Daqui a pouco, por ter tanta proteção ou barreira em volta, todos ao redor não conseguem mais ver a humanidade em nós. E talvez requeira um esforço tão grande de quem está do lado de fora, que a pessoa eventualmente desiste por causa da dor ou da frustração. Como os Megazords do Power Rangers. Do lado de fora, é um robô gigante mas lá dentro tem algo humano, por trás de uma barreira quase intransponível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A: Pô, mas os Power Rangers podem sair de dentro dos Zords quando querem, ora!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B: Sim, e nós também podemos nos despir do nosso exoesqueleto. Mas, na existência maniqueísta deles, o bem deve derrotar o mal a todo custo e isso faz com que a coragem se torne o catalisador máximo das ações deles. Virtude de herói, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A: Então o que você acha que temos que fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B: A gente só consegue "voltar a ser humano", quando nos livramos dessa barreira e o primeiro passo é querer se livrar dela - sem dúvida, há a necessidade da ação de um fato externo para que isso comece a acontecer. Depois vem o empenho e força para sair da zona de conforto. E, por fim, a coragem de não sair correndo depois que nos deparamos tão humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A: Parece bem difícil de acontecer, fora a determinação hercúlea pra que tudo dê certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B: De fato, pensando logicamente, a possibilidade de acontecer é muito remota. Mas, justamente essa lógica é também a maior fraqueza disso tudo. Ficar escondido por tanto tempo faz com que vejamos as coisas apenas da nossa perspectiva e, convenhamos, a grande maioria das pessoas é bem previsível. Sem perceber, criamos um padrão de ação. E contemplamos, para nossa defesa, uma gama ampla de eventos, mas sem dúvida desconsideramos alguns. E, é exatamente isso que faz com que a defesa tão forte seja também tão frágil - o "Calcanhar de Aquiles". Conseguimos nos defender impecavelmente dos ataques padrão, mas quando algo vem fora do radar, dificilmente saímos intactos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A: Pensando assim, não seria mais fácil então nem criar esse tal exoesqueleto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B: Seria mais simples, mas não seria mais fácil. Já fugi por um tempo, me escondi por outro tanto. Eu não tenho coragem de herói, apesar virtudes, tenho diversos vícios e, ainda por cima, eu não sei se acredito no que tem lá do lado de fora. Acho que só continuei porque ainda acredito no que tem aqui dentro e lá em cima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A: No fim das contas, é uma questão de fé, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B: Sem dúvida. Mas também tem um pouco de genética na história...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-6870176186811483905?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/6870176186811483905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=6870176186811483905&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6870176186811483905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/6870176186811483905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/06/coragem-amor-exoesqueletos-e-megazord.html' title='Coragem, Amor, Exoesqueletos e o Megazord'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-4811696866284999080</id><published>2009-06-08T12:55:00.002-03:00</published><updated>2009-06-08T13:02:44.878-03:00</updated><title type='text'>Risco, Expectativa e a Curva de Gauss</title><content type='html'>Pode-se dizer que a relação entre expectativa e risco é como uma curva de Gauss. Considerando o eixo X como a variação de risco. Quanto menor o risco, maior a chance de se concretizar - logo a expectativa é menor. O mesmo ocorre do lado oposto - o risco é muito grande, a chance de se concretizar é reduzida, então a expectativa também se torna menor. Agora quando o risco está naquela região em que o risco é intermediário (ou talvez desconhecido, mas deste modo o gráfico não se aplica), é quando a expectativa chega ao seu ápice.&lt;br /&gt;Por exemplo, ninguém cria uma grande expectativa ao jogar na mega-sena. Agora a cada número correto no resultado, a expectativa aumenta porque o risco inevitavelmente diminui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5344987679844235090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 296px; CURSOR: hand; HEIGHT: 194px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/Si01-dH0d1I/AAAAAAAAABM/N3bMB8e7EFc/s320/normal.JPG" border="0" /&gt;Este ápice de expectativa também é o momento ideal para ação (e reação), o ponto mais eficaz. Por exemplo, em uma transação comercial, após alguns avanços na negociação há aquele momento em que, como diria Kafka, não há mais como olhar pra trás, não há volta. Neste exato momento, que seria o ápice da expectativa, a tendência da negociação ter maior satisfação e lucro é muito maior. Todavia, se este momento se perde, o risco acaba caindo cada vez mais para o comprador (e aumentando para o vendedor), e a negociação pode acabar nem acontecendo.&lt;br /&gt;Há o receio de algo novo, mas teme-se ainda mais o retorno de algo antigo. Por isso, quando a situação enfrentada é recorrente em insucessos, mesmo que com participantes diferentes, a tendência é buscar uma posição alheia à tudo, isentando-se da expectativa e também das responsabilidades. Mas isso também faz com que crie uma distância do equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que a relação mantenha-se aquecida, deve-se sempre criar situações em que a expectativa exista, trabalhando para que chegue a esse ponto de equilíbrio e agindo no momento certo. Perceber este momento, o que se deve e o quanto se pode fazer tem que ser feito por intermédio da vida e não pela omissão dela. Outro fator básico é que com o passar do tempo no relacionamento, as situações criadas tendem a possuir menor impacto na situação como um todo - um problema no primeiro negócio fechado pode fator decisivo para a falha em estabelecer o relacionamento, mas se o mesmo erro ocorre após 10 anos de parceria, a tendência é de que o impacto seja menor. Não obstante, o "resultado" também se torna menos impactante com o passar do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo corporativo, essa teoria dificilmente sofre grandes variações. Enquanto o resultado é atingido, não encontramos muitos pontos fora da curva. Agora quando a nossa análise se foca no fator humano, as coisas tendem a ficar um pouco mais complicadas. O ser humano está em constante mudança e, do mesmo modo, também estão as suas expectativas e percepção de risco. A nossa curva de Gauss não muda, mas o nosso posicionamento no eixo X é muito delicado e o momento de ápice, certas vezes, dura apenas alguns segundos.&lt;br /&gt;Outra questão válida de destaque é a percepção instintiva de atuação em relação ao impacto. A tendência é priorizar eventos em que o impacto seja maior e desconsiderar aqueles cujo impacto não seja tão grande. Por exemplo, dificilmente chega-se atrasado a uma reunião com um cliente ou ao primeiro encontro, pois o impacto pode ser severo. Agora não é surpresa se ocorra um atraso ou até um cancelamento de última hora lá no décimo ou vigésimo encontro/reunião. Por entender que o impacto não será decisivo, a reação se torna sem empenho. Como tudo na existência humana, tudo está intrinsecamente ligado ao tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentando explicar um pouco das decorrências de cada etapa, separa-se em três tópicos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Variação na percepção&lt;br /&gt;Com o passar do tempo, a nossa percepção de risco sofre mudanças que diretamente influenciam na expectativa gerada. Algumas situações começam a se tornar menos arriscadas (como andar de bicicleta para um adolescente), outras se tornam mais arriscadas (como andar de bicicleta para um idoso) e, em ambos os casos, encontrar o ápice da expectativa (andar sem cair) se torna mais difícil. Para o adolescente, não há porque se esperar o óbvio. Para o idoso, não há porque arriscar quebrar a bacia. Isso não vem apenas com o decorrer do tempo, mas também com o acúmulo de responsabilidades e com a maturidade. Isso faz com que o ser humano se torne mais equilibrado, mas também menos suscetível a criar expectativas, independente de quão impactante seja o evento - seja andar de bicicleta ou comprar um iate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Seqüência de eventos gerando falta de empenho&lt;br /&gt;Como mencionado anteriormente, a tendência de priorização de ação está diretamente ligada ao impacto que isso terá. Com o decorrer do tempo, o impacto dos eventos em uma relação reduz. O instinto possui uma percepção imediatista, por isso a análise não contempla, em primeira instância, histórico ou a posição de terceiros. Sendo assim, há um declínio no empenho na percepção do momento de expectativa e também em agir em conformidade. O impacto é menor, porém há grande possibilidade de que os eventos de insucesso se repitam com maior frequência gerando um acúmulo de impactos, culminando eventualmente em uma implosão do relacionamento.&lt;br /&gt;Enquanto um impacto é capaz de exigir uma grande recuperação, dificilmente se volta de um acúmulo de impactos, pois quando o resultado vem à tona, a estrutura já está comprometida. (Quando todas as suas falhas são lembradas com detalhes vívidos no dia em que você deixa de levar sua mulher pra jantar pra jogar bola com os amigos, pode ser tarde demais.) Em suma, há a necessidade de domar nosso instinto e criar uma disciplina para considerar o impacto dos eventos em terceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Adaptação à vida de baixo impacto&lt;br /&gt;Um amigo certa vez disse: para que as coisas funcionem, o coração tem que bater em um ritmo diferente. É esse novo bater no peito que faz com que se aprenda a apreciar os eventos de baixo impacto - e não é uma adaptação fácil.&lt;br /&gt;Não digo apenas pelo fato de os mais 'sábios' conseguirem atingir suas expectativas com suas hortas, em passar um dia inteiro sentado na varanda ou por andarem no parque. Em alguns dos casos, isso ocorre principalmente por fatores físicos - busca-se baixo impacto, pois se passa a ter menor resistência. Não que haja problema com isso, mas analisando da perspectiva de alguém de 25 anos, essa vida de baixo impacto é algo fora do comum.&lt;br /&gt;Em um relacionamento, os eventos isolados começam a ter impacto reduzido, é natural. Os encontros mudam menos o relacionamento, a cada aniversário há menos para se conhecer da outra pessoa, a cada almoço em família há mais naturalidade e menos expectativa.&lt;br /&gt;Não acho que a saída é se tornar um entusiasta da alegria, parecendo dopado com ácido lisérgico achando tudo lindo e rindo para as árvores. Mas sim aprender aos poucos a conviver nesse ambiente de baixo impacto, empenhando-se para que os aniversários, as bodas, as datas festivas e também o dia-a-dia sejam encarados com seriedade, atentos aos potenciais impactos acumulados. Eventualmente, o empenho se tornará apreciação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-----&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quantidade de eventos de grande impacto ainda é bem alta para os que estão entre os 20-30. Encontrar um bom emprego, comprar uma casa, constituir família, fazer cursos, viagens. Cada um com sua curva de Gauss, alguns concomitantes e impedindo a ação em tempo oportuno para todos. Cada escolha elimina diversas alternativas, cada evento finca uma nova raiz no chão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-4811696866284999080?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/4811696866284999080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=4811696866284999080&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/4811696866284999080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/4811696866284999080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/06/risco-expectativa-e-curva-de-gauss.html' title='Risco, Expectativa e a Curva de Gauss'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WfDQ4EI7lLc/Si01-dH0d1I/AAAAAAAAABM/N3bMB8e7EFc/s72-c/normal.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-7950942594318776376</id><published>2009-05-31T01:28:00.003-03:00</published><updated>2009-05-31T01:41:47.544-03:00</updated><title type='text'>Simples</title><content type='html'>Nessa simplicidade toda, sem nada estranho, sem nada extraordinário, a vida toma forma, toma jeito, toma tento, toma todas.&lt;br /&gt;Cambaleando de volta pra cama, acabo por confundir os caminhos e tropeçar nas palavras. O caminho é curto, mas demora tanto com as interrogações martelando a cabeça. Será? Será? Será?&lt;br /&gt;Nessa despretensão toda, as palavras brincaram comigo e o uso do mesmo idioma do início ao fim gera mais que compreensão. Identificação. &lt;br /&gt;Acho que é bobagem, mas realmente parece ser possível sonhos voltarem a existir. Cada vez que eu falo de um sonho que havia morrido, sinto que ele volta a reverberar nas paredes da alma.&lt;br /&gt;Deparo-me com o início do mês e de tanta coisa que pode mudar nos próximos 30 dias, coisas que estão em andamento.&lt;br /&gt;Faz até a vida ganhar um pouco de sal, isso porque ainda dá tempo de um sorriso doce.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-7950942594318776376?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/7950942594318776376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=7950942594318776376&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7950942594318776376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7950942594318776376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/05/simples.html' title='Simples'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-8248419029001931528</id><published>2009-05-25T11:30:00.002-03:00</published><updated>2009-05-25T15:26:22.623-03:00</updated><title type='text'>Mergulho</title><content type='html'>Na sexta à noite, já era evidente que a situação havia fugido do seu controle, se é que em algum momento já esteve. Mesmo com a aparente melhora ocorrida nas últimas semanas, o mal arraigado não se retira tão facilmente. A doença o corroia fazia tempo e, por fim, parecia que a batalha estava chegando a seus momentos derradeiros. Seus olhos fundos e cheios de falta de vida, a palidez e o cheiro funesto que emanava da suas palavras davam claras evidências de qual lado sairia vencedor. Como tudo na vida, era apenas uma questão de tempo até que algo mude ou até que houvesse desistência. E ele estava cansado de relutar, cansado de melhoras temporárias que só indicavam que o algo pior estava por vir, cansado de esperar por um milagre que só Deus sabe se viria. E naquela sexta, ele sabia que a pequena força que havia juntado era porque o próximo golpe seria um ultimato. Então veio o sábado de manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia havia começado como sempre começava, mas aquela sensação de inquietude enervava seus passos e cada movimento parecia exigir a força que deslocasse uma montanha. Questionou-se se deveria ficar na cama pois olhou para baixo e via apenas os dois pés esquerdos. Mesmo assim resolveu levantar. Apoiava-se em seu único fio que o ligava de fato à realidade, o único que o fazia se sentir ainda humano, ainda capaz de derrotar essa doença. E em alguns segundos, ele decepou os laços faltantes com suas decrépitas mãos e viu, descrente, o último feixe de esperança sendo selado além de seu alcance. Naquele momento, as raízes de sua doença que haviam se espalhado no silêncio com velocidade vertiginosa, trouxeram à tona a percepção, mesmo irracional, de que finalmente havia perdido o pouco que lhe faltava. Ecoou dentro de si um grito alto que foi contido pelos lábios e semblante inabalado. Não era um grito de dor apenas, era um grito de desespero. De desistência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa doença é um mal que avança aos poucos, devastando corpo, alma e espírito. Ainda não contente com o sucesso, consegue minar a personalidade, fazendo com que os expectadores vejam não mais a pessoa que antes ali vivia, mas apenas a doença. Aos poucos, até o seu nome abre espaço e deixa de ser. Ele se encontrava neste estágio - olhava para o passado e viu, golpe a golpe, seu alicerce sendo destruído. Mais que seu corpo sendo atacado, ele via sua fé, sua esperança, ruindo com as muralhas de seus valores. "Quanto tempo mais até que esqueçam meu nome?", ele se perguntava. E, naquele sábado, ele não viu mais motivo para se perguntar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum dos recém-chegados planos ou desejos era capaz de subsistir esse levante. O único sonho antigo que ainda estava vivo era diretamente ligado ao elo destruído. E, por fim, viu-se novamente nas trevas, envolvido pela doença, sem cura. O resto do sábado foi andando sem rumo, repouso sem descanso, tudo por detrás de uma máscara que não fazia mais sentido usar. Mas, por um tempo, resolveu guardá-la. Era apenas uma questão de tempo para que ela também fosse esquecida. O sono foi pesado, permeado de desejos intensos para que se tornasse eterno. Mas quem ele queria enganar? Se não havia sido fácil até então, porque seria neste sábado à noite? Não morar sozinho e se sentir como se assim fosse é muito pior do que estar sozinho de fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no domingo, chegou o mar de interrogações que estavam estocados dentro do peito. Vez ou outra ele emergia, mas logo era contido pela represa da responsabilidade e necessidade. E, mesmo sabendo de algum modo que tinha valor, que era amado e que talvez houvesse saída, não conseguia achar motivo para que aquilo existisse. Pior ainda, não via como fazer com que durasse. Olhou para suas mãos que estavam feridas por se segurar com tanta força ao resto de vida que lhe sobrava e resolveu que era hora de largar. Cumpriria seu papel por mais um tempo, como se fosse seu aviso-prévio à existência. E assim seria abraçado completamente pela doença, que agora se tornara sua cura. O veneno que é remédio. Sabia que os braços dela, quando envolvem, são carinhosos e cálidos, são também aqueles que te levam para o abraço gélido da morte. Não havia mais motivos, se é que um dia houve, para querer se segurar, querer viver. Soltou da corda e começou a cair lentamente para o doce abraço da solidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Domingo só não é o pior dia porque logo depois vem a segunda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-8248419029001931528?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/8248419029001931528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=8248419029001931528&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8248419029001931528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8248419029001931528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/05/mergulho.html' title='Mergulho'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-3390146252292712205</id><published>2009-05-18T10:34:00.000-03:00</published><updated>2009-05-18T10:35:59.676-03:00</updated><title type='text'>As letras que (in)definem a vida nas entrelinhas</title><content type='html'>(Um pouco de quem escreve, pois essa é a prova de que eu acredito nisto que faço. Escrevo.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca gostei de limites, acho que foi por isso que abandonei a igreja por um tempo e abandonei a religião definitivamente. Afinal, se eu mal consigo limitar a minha imaginação, como poderia limitar um Deus que vai além de tudo que eu consigo pensar e imaginar? E hoje a minha fé, mesmo sendo tão pequena, é toda dEle, não esbarra em nenhuma regra, lei, dogma ou doutrina. E, por isso, que voltei a ir pra igreja. Porque lá, quando as pessoas falam dEle e com Ele, eu consigo vê-Lo assim, tão simples, sem pompa ou vestes brilhantes, sem regras ou restrições. E eu aprendo a vê-Lo também aqui, do lado de fora. A velha história de quem faz a escola é o aluno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, o intuito de falar dessa aversão a limites é tentar explicar porque eu gosto tanto de ler e escrever. Acho fantástico o fato de que nos livros se pode inventar histórias, contos, personagens. Pode-se até criar palavras, cores, sentimentos. Mesmo a página tendo suas margens e limitações, entre os quatro cantos da folha, não há restrição alguma. As palavras extrapolam das linhas, das folhas e perde-se a noção das páginas que se foram, das que faltam e em uma frase se constrói um mundo. Há quem diga que essa visão romanceada de tudo faz com que eu deixe de enxergar a vida como ela é. Eu comecei a aceitar essa idéia mas hoje eu percebo que resolvi ver a realidade como ela é, mas sem ignorar o que ela pode ser. Sem ignorar as entrelinhas. Vou tentar explicar com um exemplo. Hoje de manhã eu vi uma menina de uns 3 anos com uma mochila nas costas. Ela estava nas costas do pai, que ia de bicicleta levando a menina pra escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A primeira constatação é que eu sempre parto do detalhe para o cenário completo. Acredito que cada peça do quebra-cabeça tem sua história para contar e que, na história, ela explica o motivo de ter se encaixado naquela figura toda. Por isso um amigo meu me disse um dia (e também é o título do blogue), "vejo o macro no micro".)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No começo achei bonita a cena, coisa de pai e filha. Depois achei graça de ver a menina carregando a mochila e sendo ela mesmo uma mochila para o pai. Depois de alguns segundos, achei interessante o fato de que a menina carregava em sua mochila os materiais que a fariam aprender e a crescer. E do mesmo modo, a filha, sendo mochila, carregava dentro de si tantas coisas que faria o seu pai crescer. E do mesmo modo que na mochila da filha se escondia coisas que até ela mesma desconhecia (tem sempre um livro com uma parte não lida, um caderno com linhas não escritas), nela também havia coisas desconhecidas que serviriam de aprendizado para o pai. Ao chegar na outra rua, uns 150 metros mais tarde, já via todos como  mochilas e mochileiros, cada qual guardando dentro de si tanto para ensinar e que muitas vezes desconhecendo a sua capacidade. Do mesmo modo, cada um carrega a mochila que julga interessante para dela aprender. Assim escolhemos as pessoas (ou mochilas) que carregamos para lá e para cá em nossas vidas. Uns escolhem porque são bonitas ou de marcas famosas e caras, outros porque acreditam que dentro delas (mesmo sem elas mesmos acreditarem), tem algo que vale muito a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que não escondi a realidade ou menti pra mim mesmo vendo uma ilusão. Eu vi a cena mas, na minha mente, seria pequeno demais aceitar que uma cena tão interessante fosse apenas uma imagem de um pai levando a filha para escola. E tenho certeza que se conhecesse a história deles, de onde vieram e para onde estavam indo, tudo ficaria tão mais interessante e amplo. Uma imagem vale mais do que mil palavras, mas aprendi que uma palavra pode render mil imagens também. (Acho que por isso que enxego parênteses em tudo). Pra tentar resumir tudo, resolvi não abdicar do meu modo de ver o mundo, mas aprendi com as "mochilas" que eu levo comigo, que não posso abdicar de ver a realidade como ela é. Vivo aqui, mas vivo também lá, "detrás do mundo quando começo a pensar". E essa visão de estrangeiro é que me permite querer ouvir, entender e aprender sempre que acordo de manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leio e, principalemte, escrevo, porque gosto de tentar colocar no papel que tudo vai além do que se vê. Tento relatar um pouco de como vejo o mundo, falar um pouco sobre o que carrego aqui na minha "mochila". E, assim como o pintor que mescla as cores e coloca na tela branca para revelar algo que acontece dentro de si, eu também o faço. Só que o meu pincel é o lápis, as minhas cores são as letras e palavras e a minha tela é o papel em branco. Mas as definições e os motivos mudam com o tempo, não há limites ou encaixes fixos. Sigo um pré-escritor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-3390146252292712205?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/3390146252292712205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=3390146252292712205&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3390146252292712205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3390146252292712205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/05/as-letras-que-indefinem-vida-nas.html' title='As letras que (in)definem a vida nas entrelinhas'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-7981497693693387014</id><published>2009-05-12T17:37:00.002-03:00</published><updated>2009-05-12T17:41:00.852-03:00</updated><title type='text'>Tragi-comique</title><content type='html'>Era um sorriso simples, sem pretensões ou segundas intenções. Mas havia um grito surdo que ecoava dentro de si, um som terrível que seria capaz de causar agonia aos mais calmos de espírito. E era este clamor ininterrupto que impedia que os olhos se secassem por completo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-7981497693693387014?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/7981497693693387014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=7981497693693387014&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7981497693693387014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7981497693693387014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/05/tragi-comique.html' title='Tragi-comique'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-7219428349514937786</id><published>2009-05-08T13:28:00.000-03:00</published><updated>2009-05-08T13:29:52.253-03:00</updated><title type='text'>Um dia após o outro</title><content type='html'>&lt;p&gt;Naquela manhã fria de sexta-feira, as calçadas do parque estavam estranhamente vazias. Nas árvores as últimas folhas se desprendiam e caiam em câmera lenta até o chão. Ou talvez era o topor do sono que não me deixava ver direito pelas pálpebras entre-abertas. Era aquele momento em que não se vê nem se ouve claramente, as imagens e os sons formam uma cornucópia inteligível que se mistura com as vozes reverberando do mundo onírico. Ainda sonolento, fiz uma prece, a única que tenho conseguido fazer. Pedi paz, aquela de que Paulo falou aos moradores de Filipo, a que excede compreensão. No trecho em que caminhei, o vento estava frio mas o ar agradável. Sem peso nem receio, mesmo consciente do que haveria de vir. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sempre gostei de olhar para o céu. Quando criança, o maior desejo era voar - até enfiei o dedo na tomada pensando que um choque poderia me dar poderes. Acabei tomando um choque e ainda com um pulso torcido por ter tentado voar pulando da janela. Mas algo lá em cima sempre me fascinou. Olhar para o alto era a confirmação que tudo aqui embaixo não era tão importante assim. Era como se algo puxasse pra cima, além das nuvens, além da chuva, na luz direta do sol do meio-outono ainda feita-tímida pelas primeiras horas da manhã. Foi esquisito não sentir os braços gelados, as dores nos joelhos e o sono capaz de sobrepujar as doses mais cavalares de cafeína. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aos poucos, assim como Pedro ao olhar para a tempestade, comecei a afundar novamente na minha realidade. A mochila nos ombros, os carros, as buzinas, uma risada estridente, um xingamento cá e lá. Quando o farol abriu, eu já sentia os joelhos doloridos e bocejava. O relógio marcava oito e meia quando entrei no banco e o tempo começou a passar novamente. O céu não é igual visto daqui de dentro, mas além do concreto o sol começou a brihar. Um momento lá em cima era tudo que eu precisava. E sigo assim, meio sem jeito, até o dia em que não haja vidros entre o céu e eu.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-7219428349514937786?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/7219428349514937786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=7219428349514937786&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7219428349514937786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/7219428349514937786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/05/um-dia-apos-o-outro.html' title='Um dia após o outro'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-2982348570471776435</id><published>2009-05-04T10:23:00.004-03:00</published><updated>2009-05-04T10:24:40.025-03:00</updated><title type='text'>And so came Fall</title><content type='html'>Se fumasse, acho que seria o momento ideal para acender um cigarro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vento estava frio e as mangas curtas começavam a ficar nos armários. Já era outono, as folhas secas se moviam com o vento, serpenteando no chão entre as pernas dos transeuntes. Naquele canto, a praça, mesmo que diminuta, parecia englobar o mundo todo. O monumento no centro que antes fora ridicularizado, parecia mandar mensagens indiretas, como se corroborando aquilo que queria ouvir mas ninguém ousava falar. As respostas vem quando as perguntas certas são feitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que a segunda-feira parecia quarta e o bla-bla-bla ritmado da sala de aula era uma mistura de suco de maracujá com calmante. Por mais que o assunto fosse interessante, não havia como manter-se focado e aquele passeio na noite quase-fria pareceu ser a melhor opção. Meia hora depois, mesmo não sendo novos ares, o sono tinha dado uma trégua e resolveu que estava tarde demais pra ficar pensando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhou de soslaio duas meninas que estava no canto da praça, esticou as pernas e voltou pra sala.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-2982348570471776435?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/2982348570471776435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=2982348570471776435&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/2982348570471776435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/2982348570471776435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/05/and-so-came-fall.html' title='And so came Fall'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-5385508449635970512</id><published>2009-04-23T00:07:00.003-03:00</published><updated>2009-04-23T09:19:29.215-03:00</updated><title type='text'>Solve et Coagula</title><content type='html'>Véspera de feriado, pouco depois das nove da noite. Olhar fixo no caminho, não ousava fazer contato visual. Trajado de modo peculiar, com a calça jeans surrada, a camiseta de malha e a mochila nas costas. Nas mãos, um livro para ler até chegar sua vez no guichê de comprar o ingresso para o cinema. Ele, obviamente, iria terminar a noite do mesmo modo que começou - sozinho. Já fazia tempo que deixara de acreditar que encontros fortuitos aconteciam. Isso era coisa do cinema e ele tava muito longe de ser protagonista de obras da sétima arte. Mas na vida real, ele sempre cumpriu bem seu papel. Nada que rendesse um Oscar. Talvez um festival de cinema independente aqui ou ali.&lt;br /&gt;Era, sem dúvida, um tipo diferente. Mas, assim como havia deixado de acreditar na chance de encontrar ao acaso alguém interessante, também deixou de acreditar que estava sozinho no mundo. Talvez um pouco mais tarde do que havia admitido, mas mesmo assim. Não era o único que lia livros na fila do cinema (mesmo que fosse naquele cinema), não era o mais tenebroso dos seres humanos, não era o mais misterioso, não era o mais desprezível nem o mais amado. Era, como a maioria dos seres humanos, alguém comum. Um amálgama, há quem diga mal-feito, de diversos fatores que formavam aquele indivíduo, mesmo que não desprezível, ainda sim desprezado, não visto e deixado de lado. Nada que o incomodasse, afinal, ele estava fazendo exatamente o mesmo.&lt;br /&gt;Viu-se em uma posição familiar. Talvez porque também guardasse certo desprezo por si mesmo. Desde jovem, sempre viveu naquela velha história de estar entre os melhores alunos, melhores profissionais, melhores empregos, melhores salários, melhores notas. Viu-se, mais do que nunca, frustrado e ridículo, um misto de vergonha e covardia que comia suas entranhas. Alguém que se contentava com a média, com apenas passar de cá pra lá.&lt;br /&gt;Mas reconhecia seu potencial, uma capacidade além da média de fazer algo, mesmo sem identificar qual potencial e quais "algos". Reconheceu também que esse potencial fora explorado anteriormente, porém sem preparo para que pudesse ser desenvolvido e tirado o máximo dele. Como os atletas que não se preparam devidamente pois devem jogar para que a torcida se anime e eventualmente acabam contundidos, obrigados a se contentarem com uma carreira medíocre vivendo do passado ou, até mesmo, obrigados a se aposentarem precocemente.&lt;br /&gt;Vez ou outra tinha estes momentos de reflexões, alguns raros com epifanias, mas este fora estranho, alheio a todos os outros. Viu-se não tão velho a ponto de desistir, mas não tão novo a ponto de abrigar-se na segurança do amanhã. Viu-se não tão medíocre a ponto de embrenhar-se na mata do ordinário, mas não tão extraordinário a ponto de elevar-se acima de todos. Viu-se não tão rápido, como quem busca a todo custo atingir um alvo, mas não tão lento a ponto de confundir a letargia com paralisia. Talvez, pela primeira vez em anos, viu-se. Uma visão não poluída pelas bajulações, enaltecimentos, críticas infundadas, descrenças e auto-destruição. Viu-se não através da janela ou no reflexo de um espelho, viu diretamente - acreditou que esse processo lento de destuição de barreiras tenha valido a pena. Mesmo não sendo aquele menino que era encarado por olhos admirados, ainda sentia em si a centelha abrasando o peito aparentemente oco.&lt;br /&gt;Viu-se novamente acreditando em ser professor, escritor, conselheiro e representante. Viu a fé que crescia em si. Fé em si mesmo. E jurou que ia atrás, ia se preparar, treinar para poder usar esse talento, esse dom. Por ora, permaneceria ainda escondido, afinal, não gostava de mostrar rascunhos para o mundo. O livro em suas mãos reforçava sua idéia de apenas publicar o que estivesse pronto, respeitando todas as etapas. Talvez sua obra-prima não fosse um livro, um tratado. De repente, seria a própria vida.&lt;br /&gt;Finalmente chegou ao guichê e decidiu adiar os planos até que o filme acabasse.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-5385508449635970512?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/5385508449635970512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=5385508449635970512&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5385508449635970512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5385508449635970512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/04/solve-et-coagula.html' title='Solve et Coagula'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-3347277297830824221</id><published>2009-04-15T19:43:00.000-03:00</published><updated>2009-04-15T19:44:17.708-03:00</updated><title type='text'>O pouco que me resta</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Romântico veterano, invertebrado&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Mesmo assim, um arquétipo bem articulado&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Sem artimanha, nem armadilha&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Sem prumo, nem rumo &lt;/span&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Sigo a trilha&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Romântico treinado, vacinado&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Contra raiva, contra-ataque&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Contraído, ora distraído&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Sem eira, nem beira&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Beira-mar, profundo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Mas no fundo, não deixei&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Sigo a acreditar&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;No quarto e no bolo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;As velhinhas velam e se apagam&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Caquéticas e esqueléticas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Antevendo o inefável destino&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;A vela e o dente &lt;/span&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Vencidos pelos anos &lt;/span&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;A chama perdida e o doente&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;O tempo segue fugaz&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Sigo atrás, sem mais&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;nem menos&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-3347277297830824221?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/3347277297830824221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=3347277297830824221&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3347277297830824221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3347277297830824221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/04/o-pouco-que-me-resta.html' title='O pouco que me resta'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-2840684693821107654</id><published>2009-03-30T12:09:00.002-03:00</published><updated>2009-03-30T13:43:05.522-03:00</updated><title type='text'>The same amount of hours in a day</title><content type='html'>&lt;p&gt;I don't like birthdays. I mean, what is the pointing of celebrating the day you were born? It might seem a forlorn observation but believe me, it is not. I think we should celebrate (if supposed to celebrate at all) the days in which we had great achievements - and I had no contribution whatsoever in being born. But, let us leave the even-more-useless discussion aside.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It all started on friday, the d-day per se. In the office, that bunch of people that could not careless about you see in the intranet that it is your birthday and decide to call to congratulate you. There are a few, obviously, that somehow know you and that does not only wish you a happy birthday just to carry out the social standard procedure. Anyways, during the day, I just keep the office-face on and smirk at every display of fake-caring. Late, that night, I went out with some friends from previous working places, and it was really nice to see these guys. MC dropped by a little later to become the center of attention, do the usual pranks, trying to act cool-I-don't-care-ishly and then talking a little about daily stuff and, also as usual, some gigs. The good part of it all is that at no moment I was the "main event" and it surely is much better this way.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yesterday, although some faces were missing, it was altogether great. Barbeque, pool, a little soccer, cards, chit-chat, laughs and also making plans for the future. There were also serious moments and the discussions went on and on. Choices are made and realizing the lack of importance that is given to crucial issues is very disappointing. So many different ways of seeing things and even so I am able to grasp it all, although disagreeing most of the times. I also realize when I cross the line here and there, and I just hope they understand also. It's not so easy to keep up the pose when you're confronted, so we just linger back to a laid back position and don't show up that much anymore. But the change is so obvious that it is kind of ridiculous. But, then again, why should I care?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;And so it ends the alledged celebration.&lt;br /&gt;Happy Birthday.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-2840684693821107654?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/2840684693821107654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=2840684693821107654&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/2840684693821107654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/2840684693821107654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/03/same-amount-of-hours-in-day.html' title='The same amount of hours in a day'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-5594980918105774001</id><published>2009-03-26T22:06:00.003-03:00</published><updated>2009-03-27T14:07:28.068-03:00</updated><title type='text'>How to build</title><content type='html'>Aprende-se&lt;br /&gt;a parar de falar quando ninguém irá ouvir.&lt;br /&gt;a parar de explicar quando ninguém irá entender&lt;br /&gt;a parar de querer quando não se pode ter&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida te dá recursos e são eles que você pode usar para conquistar alguém, para fazer alguém te amar.&lt;br /&gt;Não se trata de alguém ser bom demais ou bom de menos para o outro. Mas se a pessoa tem o recurso demais ou de menos.&lt;br /&gt;Não se pode comprar algo que não cabe no bolso.&lt;br /&gt;Não se pode carregar algo que não cabe nas mãos.&lt;br /&gt;Não se pode ser visto quando não há o que se ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não importa pra onde eu olho, nem para onde tento ir&lt;br /&gt;Estou sempre em falta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-5594980918105774001?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/5594980918105774001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=5594980918105774001&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5594980918105774001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5594980918105774001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/03/how-to-build.html' title='How to build'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-189077151280845492</id><published>2009-03-23T17:52:00.001-03:00</published><updated>2009-03-23T17:53:24.198-03:00</updated><title type='text'>'cause I can't look straight to the sun</title><content type='html'>Nessa vida de planta.&lt;br /&gt;Gira só, girassol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vento bate e dobra a folha&lt;br /&gt;Caule entorta e se encurva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não sei, quebrou?&lt;br /&gt;- Não! Se quebrou?&lt;br /&gt;- Não se quebrou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gira-gira girassol&lt;br /&gt;Gira só, girassol&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-189077151280845492?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/189077151280845492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=189077151280845492&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/189077151280845492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/189077151280845492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/03/cause-i-cant-look-straight-to-sun.html' title='&apos;cause I can&apos;t look straight to the sun'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-1153237762044242349</id><published>2009-03-13T16:45:00.002-03:00</published><updated>2009-03-13T16:47:00.721-03:00</updated><title type='text'>(Re)construir</title><content type='html'>Hoje é um dos dias em que eu só quero chegar em casa, deitar na minha cama e esquecer. Esquecer que existe um amanhã e que houve um ontem. Esquecer que preciso levantar, esquecer os desejos, as vontades e os planos ainda embrionários. Deixar na minha mente o único objetivo de aceitar que nada fora do meu colchão vale a pena, ao menos neste momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro de quando acreditava que era apenas uma questão de tempo até eu ir lá fora e mudar tudo, fazer o mundo girar de um jeito melhor. As mãos eram firmes, preparadas e tinham certeza absoluta do que fazer. Mas as coisas mudam e todo a força que tínhamos acaba sendo usada para não deixar o seu mundo desmoronar. Quiçá ser capaz de fazer algo além.O bastante para não deixar tudo cair, mas não para erguer algo novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos aprendi que não se trata de segurar o mundo para ele não cair. Mas sim de fazer os pedaços que vem giraram, como malabares e deixar que caia aquilo que não deve mais fazer parte do mundo. Admito que em algumas vezes eu olhava para tudo aquilo e não reconhecia mais o que era, nem quem eu sou. Mas alguns muros caem porque separam, porque escondem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alguns dias, eu só quero esquecer que há um mundo lá fora. Nos outros, eu construo com uma mão e luto com a outra. Reconstruo meu mundo, preferindo pontes a muros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-1153237762044242349?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/1153237762044242349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=1153237762044242349&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/1153237762044242349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/1153237762044242349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/03/reconstruir.html' title='(Re)construir'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-8376941092882349119</id><published>2009-02-27T16:36:00.002-03:00</published><updated>2009-02-27T16:40:24.730-03:00</updated><title type='text'>Macro no micro</title><content type='html'>E nem usando outro idioma conseguiam falar a mesma língua. Acabou por falar sozinho.&lt;br /&gt;------&lt;br /&gt;Ela hesitou na hora do beijo. Ele nem precisou abrir os olhos pra saber que não tinha mais jeito.&lt;br /&gt;------&lt;br /&gt;Decidiu mudar o dito popular. "Antes só, agora também".&lt;br /&gt;------&lt;br /&gt;Era tão rabugento que até as vozes na sua cabeça pararam de conversar com ele.&lt;br /&gt;------&lt;br /&gt;Enquanto ele lia os lábios, ela lia a mente. Ambos mentiam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-8376941092882349119?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/8376941092882349119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=8376941092882349119&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8376941092882349119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8376941092882349119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/02/macro-no-micro.html' title='Macro no micro'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-3400993713052264674</id><published>2009-02-26T18:01:00.001-03:00</published><updated>2009-02-26T18:04:48.063-03:00</updated><title type='text'>'Cause tomorrow is another day</title><content type='html'>Dias como hoje me fazem ponderar sobre a relevância da minha vida. O resultado quase sempre é aquém do que eu pensava e isso é geralmente gradual. Prefiro, vez ou outra, privar-me de pensar nisso receando que me encontre tão dispensável que perca de vez a gana de ir um pouco além e esperar um pouco mais. Viver apenas para si mesmo é algo que ainda cai na categoria de inconcebível no meu padrão de análise e, talvez por isso, o tópico inicial de análise de relevância tende a ser a minha relação com as pessoas que me cercam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria presunçoso demais alegar saber a intensidade dos sentimentos de outrem. Quiçá seja capaz de conhecer os meus sentimentos considerando a superficialidade da exposição deles face aos relacionamentos atuais. Independente da profundidade ou convivência da amizade, dificilmente se percebe a real importância de alguém no curso natural da vida. São os pontos cruciais que revelam a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A saudade aparece - inclusive a saudade de algumas pessoas que eu não faço questão de reencontrar. Algumas delas, de fato, faço questão de manter distância apesar do incômodo nostálgico. É tudo passageiro, é tudo etéreo. Dura apenas até a próxima emoção, a próxima curva, o próximo farol verde. Agora, sentir falta é algo mais complexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É apenas natural que haja a mesma expectativa no caminho oposto. Que no dia da ausência, falte de fato um pedaço aqui dentro. Que as lágrimas surjam, mesmo que apenas para lavar os olhos da alma. No dia a dia, a questão não é tão clara. A importância dada e recebida é apenas perceptível em pequenas ocasiões. Um email recebido, um café no meio da semana, uma ligação, perguntar a opinião sobre alguma coisa ou alguém, a vontade de contar sobre algo que aconteceu no dia. Cada um demonstra (ou não) a seu modo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que se alguém é importante, você se preocupa se a mensagem é compreendida do lado de lá. Se não há a preocupação, a pessoa é bem-quista. Mas até que ponto se gosta de alguém e não se importa se há ou não reciprocidade? Acredito que até o ponto em que a pessoa não faz falta e mesmo assim não deixa de ser incômodo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostar e ser desgostado é difícil, mas é natural, ocorre frequentemente. O questionamento surge do dissabor gerado quando se importa em vão. Em tese, só nos importamos com alguém que já faz parte da nossa vida e que adquiriu um status elevado em nossa rede de pessoas. E importar-se com alguém que despreza esse ato é extremamente frustrante. Mas não deve gerar arrependimento. Aos poucos, aprendemos quem é importante e quem se importa. Talvez a pergunta a se fazer é quando somos importantes. Essa questão é assustadoramente elucidativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quando nos ajuda a identificar pessoas importantes. A pessoa quis saber de você no dia bom e no dia ruim? Ela quis te contar sobre a briga e também sobre a reconciliação? Ela disse que gostava de você ontem e continua a gostar hoje? Ou decidiu que hoje você não precisa mais saber se está tudo certo ou não?&lt;br /&gt;O que decide de fato é o hoje. Se eu lembro ou sou lembrado, se envio ou recebo mensagem, se consulto ou sou consultado. Amanhã é outro dia e para cada dia cabe o seu mal. Quanto ao legado, só posso construir o que me comporta fazer hoje. O legado não começa quando a vida termina. De certo modo, ele apenas muda de nome, até o fatídico dia se chama exemplo - a exemplo do legado, em sua essência, o exemplo não necessariamente deve ser seguido ou citado. OU seja, tudo é feito no hoje, no agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que diferença faz se sentiram falta ontem?&lt;br /&gt;Que diferença faz se irão sentir falta quando você se for?&lt;br /&gt;Aos importantes, eu presenteio o hoje.&lt;br /&gt;Aos outros, o amanhã dirá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-3400993713052264674?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/3400993713052264674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=3400993713052264674&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3400993713052264674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3400993713052264674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/02/cause-tomorrow-is-another-day.html' title='&apos;Cause tomorrow is another day'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-5469887747068545659</id><published>2009-02-18T11:31:00.000-03:00</published><updated>2009-02-18T11:32:02.472-03:00</updated><title type='text'>Mens sana</title><content type='html'>Portas entreabertas, meias palavras, subentendidas, entrelinhas&lt;br /&gt;Não há mais como acreditar em aparência nem no falar&lt;br /&gt;Nem mesmo em promessas e juras de mal-amor&lt;br /&gt;Doce elogio envolto no veneno do desprezo&lt;br /&gt;Palavras torpes que abrem uma miríade de sentidos sem sentido&lt;br /&gt;Olhares para o nada, olhos vazios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciclo da vida, ciclo do tempo&lt;br /&gt;Decisão entre vida e morte em apenas um momento&lt;br /&gt;Em momentos sem guerra nem paz&lt;br /&gt;Há aliados que se enfrentam nas trincheiras&lt;br /&gt;A mão que afaga é a que ataca&lt;br /&gt;A boca que beija é a que escarnece&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que analogias e teorias&lt;br /&gt;Não explicam nem definem&lt;br /&gt;O que as pessoas são&lt;br /&gt;Mas sei também que são essas idéias&lt;br /&gt;e pensamentos que insistem e resistem&lt;br /&gt;Para me manter são&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-5469887747068545659?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/5469887747068545659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=5469887747068545659&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5469887747068545659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5469887747068545659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/02/mens-sana.html' title='Mens sana'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-5283686127938169127</id><published>2009-02-17T11:28:00.000-03:00</published><updated>2009-02-17T11:29:49.055-03:00</updated><title type='text'>Audaces fortuna adiuvat</title><content type='html'>I admit that every now and then I wish I could get to the core business in here. And, just as before, I wouldn't be doing it for some ideological belief - just the will to do something different and seeing the result of you actions. At least for me, this sensation is usually followed by my departure of working venue. Departure for good. I don't see myself as an ambitious person, at least I haven't seen so far - mainly because I see no reason whatsoever to pursue further achievements. It's like I have an expiration date and it is something around 2 years. In the first I display a small part of what I am able to do and it already stands out of the lot - I am not saying it to brag, just a fact. Nowadays, if you read two books in your entire life so far you are already standing out. Low standards, I believe.&lt;br /&gt;Then, in the second, I just mantain the level and then things start to fade. I desperately try to find something to cling on to and I just go back to ordinary. That's when I leave to start over in some other place. All in all, I never had to burn out bright. Just a sparkle is enough to get by and I am probably wrong to accept getting by, but, then again, no reason to try to change things. It's kinda complicated to be called forth to fight and your general is not willing to let you learn how to handle your weapon. Definitely not worthy to get killed over.&lt;br /&gt;At least, this time, I am trying to change myself. It might be an improvement, it might be just another worthless effort. Deadline is next january.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;If you asked me a few weeks ago I would never say nor believe that her words would have any effect on me. Firstly, because it never crossed my mind that I would end up hearing such words. Moreover, I also thought that I was not in the reach, at least not yet. And, a few weeks ago, long before any thing had changed, I went to check things out. It turned out to be so great that it had a strong impact in me, stronger than anticipated. Distance is not a problem, lack of trust is. And things went again from one side to another in a matter of hours - what struck me as a pleasant surprise and a glimpse of hope, turned into a equally surprising altough unpleasant situation and along came the questioning that threatened the recently-acquired firm status. I tried several other times, but it is simply impossible when the other party is not willing to listen, not willing to try. Every single word of mine was distorted into something that, although not trustworthy, made me recheck my condition. Fortunately, the few I listen are the few that were straight to me. As everything in this case, those words had a stronger-than-expected effect on me. It hurted, it made me sad. And it made me not want to insist on it, altough I had been asked another chance. It was the first time I was loose, first time I went along, first time I had real fun, first time in a long time I believed it was worthy, first time I had to slam the door shut, first time I gave up and acted accordingly. All in all, I am glad I did it. Happy birthday, by the way.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It is a strange period in which you are too young for half of things and too old for the other half. Time is passing too slow and too fast. Every day is way too boring and also is filled with different things to do. I dislike this condition the same way I find it fascinating.&lt;br /&gt;Left foot in one extreme, right foot in the opposite side. As if there were no inbetween.&lt;br /&gt;One can only walk in such condition for a limited time before falling to one of the sides and expanding the recent conquered space, at least that is what theory states. I am currently skating on the edges. Should I stay or should I go?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Lately I have been wondering why We go to so much trouble to postpone the unavoidable and prolong the pain of being alive.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As we talk, the threads of life are being intertwined. A message exchange here, a dinner there, accepting an offer every now and then. There is no need to prolong the pain and doubt. There is no need to live diminishing yourself and suffering with what is beyond control.&lt;br /&gt;After all, there will be no lose ends.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-5283686127938169127?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/5283686127938169127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=5283686127938169127&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5283686127938169127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/5283686127938169127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/02/audaces-fortuna-adiuvat.html' title='Audaces fortuna adiuvat'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-3427288324502669353</id><published>2009-01-23T14:53:00.002-02:00</published><updated>2009-01-24T11:15:35.821-02:00</updated><title type='text'>Three Evidences</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;The 23rd is always a disturbing day, filled with the few recent memories that should be kept in the depths of my mind. Although it is her day and that somehow it would be nice to wish her well, I reckon it would definitely be a bad idea. Not that it would cause discomfort, the reason is a little more selfish than that. I mean, why bother doing something for someone that won't even care? You call, say hi and then comes that tone of voice that almost shouts "why the hell are YOU calling me?". The indifference is quite effective when it come to these cases. Whether you want or not, it is impossible not creating any expectation. And it also happens on the 13th and every now and then on the 24th. At least I could keep, although sometimes I do forget, the 14th and the 18th.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lately, making plans has become just as seldom as meeting interesting people. Not that one thing is directly related to the other - but knowing me a bit is enough to get the picture. Nevertheless, I started to plan, rearranged some things, researched about others. And I was excited, after all it is the fulfillment (or at least the beginning of) of a dream, and they are so scarce. Then comes the change and it is not something that is manageable. All of the sudden I have to make a choice that will most likely end or postpone the plan. Further to that, the decision will unleash inevitable consequences. At first, the shock and disappointment. So, I went out for lunch and once again I am reminded of what really matters. All of a sudden, this change is exactly what it takes to make other plans that were on hold starting moving again. In this case, it is not a matter of where but a matter of whom.&lt;br /&gt;Anyway, it's not easy, although necessary, maintaining the stoic pose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It was a pleasant evening, we had dinner and talked about life and the past month-or-so since we last met. The topic was mainly about relationships and how our perspective changes along with our "lifetime elapsed". Bottom line is that we can group the main problems of a relationship within two topics - condition and search.&lt;br /&gt;Condition is your current state of mind and state of life. If a relationship starts when one or both are in a bad state, it will most likely fail. Unless you don't get better, which is sick. Sometimes, people have to feign "illnesses" to make the relationship go on. Nonsense.&lt;br /&gt;Search is about what you look for and that must be the corner stone of how to start a good relationship. Once settled, it must be pursued without wavering. Don't close doors but don't be afraid to slam them shut when it is not what you seek.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Mr. Carroll once wrote: If you do not know where you want to get to, it doesn't matter which way you go. That is why the search is so arduous. Who searches anyone, becomes anyone. And will certainly find anyone.&lt;br /&gt;This has nothing to do with the finding-the-one-and-living-happily-ever-after-crap. It is about finding someone that can make you happy and that can be happy with you.There is no way to face it with a half-assed attitude. After all, there is no such thing as being half-happy.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-3427288324502669353?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/3427288324502669353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=3427288324502669353&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3427288324502669353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3427288324502669353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/01/three-evidences.html' title='Three Evidences'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-43647010361249761</id><published>2009-01-20T16:59:00.000-02:00</published><updated>2009-01-20T17:00:16.226-02:00</updated><title type='text'>Puzzled</title><content type='html'>Desde criança, sempre gostou de montar quebra-cabeças. O encaixe perfeito das peças e o fato de ver aquele bando de peças aparentemente deformadas e sem sentido se tornarem juntas em algo tão bonito o deixavam fascinado. Ele não entendia, mas sabia que por mais que tudo estivesse desorganizado, uma hora tudo faria sentido.&lt;br /&gt;Aos poucos, ele se tornou viciado no inebriante sabor do controle. Sabor que tem o aroma doce do mel mas, o gosto é de fel misturado com o amargor da desilusão. Mas até então, ele era apenas criança e sabia pouco. Talvez o bastante para entreter os seus iguais, mas não chegava no limite necessário para fazê-lo sentar-se à roda dos adultos.&lt;br /&gt;Logo, os quebra-cabeças vinham com mais peças, desenhos mais complexos. E o tempo era tão fugidio, mal encontrava as beiradas e já era tempo de montar um outro. Ora se é montador, ora se é apenas peça. E, por crescer vendo o mundo se encaixar, acreditava piamente que tudo era um gigantesco quebra-cabeça. E que, mais cedo ou mais tarde, ele haveria de achar onde se encaixar. Pouco mais tarde, perceberia que mais importante que o onde é o em quem. E quebrou a cabeça para encontrar a tal da peça de encaixe, mas não conseguiu.&lt;br /&gt;Em tese, encontrar essa peça não é tão difícil. O espectro é amplo, as opções variadas e os pontos de possível convergência são diversos. Mas aí entra a questão do encaixe perfeito. Quando montava um quebra-cabeça, tentava vez ou outra encaixar peças que pareciam ser corretas, mas que não eram de encaixe perfeito. Uma aresta era mais arredondada ou o desenho não fazia sentido. Não adianta apenas encaixar, tem que fazer sentido para quem vê lá de cima.&lt;br /&gt;Na vida, ele aprendeu que as peças não são como as dos quebra-cabeças que não mudam. Na vida real, as peças mudam o encaixe e até ocultam o desenho sobre si. Além disso, não se consegue ver a peça inteira logo de cara. É preciso tempo para conhecer os lados, ver o desenho e perceber se há ou não o encaixe.&lt;br /&gt;Há de se lidar com a realidade de que se pode não ver o desenho completo, que se pode não achar a tal da peça de encaixe perfeito e, pior ainda, de já ter se relacionado com a peça e por não aceitar que haveria mudança ou por não ter se empenhado em descobrir mais sobre ela, tem que vê-la encaixada com outra. De ontem em diante, aprendeu a não abrir mão da chance de conhecer as peças que lhe parecem encaixáveis. Mas, independente da ignorância, pagamos pelos nossos atos.&lt;br /&gt;Para ele, não há nada mais frustrante que um quebra-cabeça incompleto. E ele torce. Faz figa com todos os dedos. Dobra os joelhos para que peça. Pede que a sua peça não tenha se encaixado. E pede também que volte a acreditar que, mesmo sem entender, uma hora tudo se organize e faça sentido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-43647010361249761?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/43647010361249761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=43647010361249761&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/43647010361249761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/43647010361249761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/01/puzzled.html' title='Puzzled'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-8329121145507351794</id><published>2009-01-19T23:36:00.005-02:00</published><updated>2009-01-19T23:51:59.314-02:00</updated><title type='text'>Ainda dói quando faz frio</title><content type='html'>Quando nos preocupamos demais com os outros é quando estamos sendo mais egoístas. Não permitimos que aprendam, cresçam ou vivam sozinhos. Queremos de um jeito ingênuo estar sempre perto, saber se está bem, falar falar falar, tentar aconselhar e guiar pelo caminho em que cremos ser o mais correto a seguir. Apenas para impedir que a pessoa se mostre como realmente é. As dificuldades do dia a dia é que revelam quem de fato é cada pessoas. É perante a pressão e a tentação que nos revelamos. Fracos, infiéis, ineptos, titubeantes, humanos. E aí que aprendemos que estamos mais sozinho do que pensávamos e que no dia em que seu coração empurrar esse nó para sua garganta, a única pessoa de quem você pode de fato depender é você mesmo. Ninguém vai segurar a sua mão a não ser que você a estenda e peça ajuda. E mesmo assim podemos ficar com a mão estendida ao vazio. Então nós temos que nos apoiar, nos erguer, nos limpar e seguir. No espelho estão os únicos olhos que podem de fato olhar nos nossos e dizer que sabe o que sentimos. E talvez nem eles saibam. &lt;br /&gt;E um dia nos deparamos com uma realidade que não conhecemos. Que não somos tão carinhosos ou caridosos assim, que não somos tão bons quanto nos relatam. Que somos frios, calculistas, vazios e egoístas. E nos perguntamos quando nos tornamos assim. Quando foi que isso nos aconteceu? Quando deixamos de amar, cuidar e escolhemos seguir um caminho voltado a nós mesmos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a realidade é mais assombrosa quando nos diz: "E quem disse que você mudou, que você se tornou assim? Será que você não foi sempre deste modo e, por um resquício de humanidade, você tentou mudar e falhou?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No espelho, há apenas uma peça quadrada, sem encaixes e com o centro gelado.&lt;br /&gt;No espelho, não há nós. Apenas eu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-8329121145507351794?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/8329121145507351794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=8329121145507351794&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8329121145507351794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/8329121145507351794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/01/ainda-di-quando-faz-frio.html' title='Ainda dói quando faz frio'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-4420042168323060080</id><published>2009-01-16T11:48:00.004-02:00</published><updated>2009-01-16T18:01:37.033-02:00</updated><title type='text'>Nova edição</title><content type='html'>&lt;i&gt;Quis a sina de ser escritor, assina o escritor.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não era um exímio escritor, mas fazia o seu melhor para escrever certo mesmo nas linhas tortas que lhe eram oferecidas. No caderno, as letras estavam apagadas, mesmo que o significado fosse indelével. Forçando a vista, ainda era possível ver o que estava escrito. Forçando a memória, ainda era possível lembrar-se de como havia sido traçada cada letra. E aí começa o novo ano, e dessa vez há um novo acordo ortográfico que altera a escrita em diversos modos. Se até os dicionários tiveram que ser reescritos, não há outra saída a não ser escrever de novo. Aproveitando para corrigir também o que foi escrito errado ou, talvez, melhorar aquilo que já havia sido escrito corretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Perdeu-se em palavras, perdeu as palavras.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São nessas oportunidades que ele escolhe usar para acertar os trechos em que usou vírgulas e deveria ter usado pontos, prolongando as frases até perder o sentido. Ou quem sabe as vezes que mudou de linha ou trocou o parágrafo quando deveria ter escrito mais, explicando ou se fazendo entender. No texto da vida, ele era culpado por ora abreviar ora ser prolixo. Ele sabe que em certos pontos deveria ter insistido mais, ido além, deixar que suas letras se envolvessem e se tornar personagem e autor. Em outros, porém, deixou-se envolver demais, mesmo sabendo que o correto era soltar a caneta em um breve (e talvez dolorido) ponto final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O que nunca foi e não deveria ter sido. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ele poderia dizer então das palavras que insistem em ficar juntas, mesmo quando desde o início deveriam estar separadas? A diferença é que na vida não há borracha e o que foi escrito assim permanece. Então ele recorre ao (não tão) bom e velho traço para separar o que não tem que estar junto e nunca é agradável, nunca é bonito. Apenas uma mancha que evidencia o erro. E ele escreveu assim a frase: "Por/&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;isso, a/&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;partir de hoje, con/certeza a/&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;gente vai ficar juntos." E assim como as palavras separadas toscamente, foi também o destino das suas uniões equivocadas, serem encerradas deixando bem claro que a mão cursou o erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Água mole, pedra dura.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos se acostumou com as regras do jogo, mas encarava com certa aversão o acento grave. Mal aparecia um “a” e lá estava ele craseando tudo, colocando gravidade em lugares que ás vezes não precisava. Lidar com o artigo feminino definido é difícil, pois se não tomar cuidado, o artigo se torna mais importante que a frase toda. E ele, como qualquer outro escritor masculino definido, tem a tendência absurda de deixar o artigo definido tomar conta.&lt;br /&gt;E aí, sempre se acaba pecando pelo excesso e a situação, mesmo que seja um período simples, acaba recebendo uma gravidade exacerbada. Ele havia se envolvido com os artigos femininos errados na sua escrita e dá-lhe crase agravando a sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Metendo os pés pelas mãos.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ortograficamente falando, ele não podia ser considerado um ás. Não sabia escolher as “&lt;em&gt;amisades&lt;/em&gt;”, sempre estava “&lt;em&gt;ancioso&lt;/em&gt;” com tudo. “&lt;em&gt;Acim&lt;/em&gt;” que via alguma coisa que não gostasse, já ficava “&lt;em&gt;nervozo&lt;/em&gt;”. Até com “&lt;em&gt;dezenho&lt;/em&gt;” animado ele se irritava. No "&lt;em&gt;ápse&lt;/em&gt;" do problema, aprendeu que devia usar mais a vírgula, afinal, é sempre bom dar uma pausa para respirar de vez em quando. Mas, bastava ficar irritado que tudo, que, ele, escrevia, era, separado, por, vírgulas. E lá se foi a paciência de novo.&lt;br /&gt;O problema da vírgula é que ele acabava separando o que não se pode separar. E assim fica o sujeito de um lado e o predicado do outro, deixando os dois sem sentido, assim de um modo bem subjuntivo, mas sem a conjunção. E de tantas vírgulas que ele usou, entristeceu-se, pois até no seu prato de um lado o feijão e outro o arroz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Edição de colecionador&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo escritor é também um leitor. E cada leitor tem um gênero, um escritor, um livro e um trecho favoritos. Todo leitor é um colecionador. Ele não era diferente, guardava com carinho cada rascunho escrito, mesmo aqueles que foram escritos completamente errados. Aprendeu a colecionar as edições passadas da vida. Cada ano, cada edição lançada, há uma revisão, uma correção da anterior.&lt;br /&gt;E no seu caderno, com as letras apagadas, as marcas ainda estão lá de cada volume (re)escrito.&lt;br /&gt;Não se comete (em tese) os mesmo erros das edições anteriores. Mas na sua estante estão lá cada uma das edições que foram publicadas, servindo para si e para quem quer que interesse como base para se escrever melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao revisar o seu texto, ele não se esqueceu dos erros. Ele não se esqueceu de si.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-4420042168323060080?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/4420042168323060080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=4420042168323060080&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/4420042168323060080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/4420042168323060080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/01/nova-edio.html' title='Nova edição'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-3722192663313410314</id><published>2009-01-03T23:18:00.002-02:00</published><updated>2009-01-03T23:27:29.487-02:00</updated><title type='text'>Setting landmarks</title><content type='html'>Feliz ano nove.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;False starts generate penalties.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-3722192663313410314?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/3722192663313410314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=3722192663313410314&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3722192663313410314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/3722192663313410314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2009/01/setting-landmarks.html' title='Setting landmarks'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1355531482219169145.post-2072733805557399264</id><published>2008-12-29T16:24:00.001-02:00</published><updated>2008-12-29T16:27:23.231-02:00</updated><title type='text'>When the dawn dawned on me</title><content type='html'>Algumas vezes, eu deito na cama e penso que o dia acabou. Estou cansado e já dirigi demais. Já andei demais, ri demais e falei demais. Aí chega uma mensagem e eu, um pouco contrariado, abandono o edredon e pego mais uma vez a chave do carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já fazia tempo, tempo demais. Muitos sóis se passaram enquanto o monstro estava debaixo da pedra. E da pedra tinha apenas o receio de ficar como Sísifo e ficar empurrando para cima aquilo que certamente cairia. O sol havia se posto outra vez, e eu não queria vê-lo de novo com essa pedra no sapato. A cabeça estava recostada na pedra e a pedra teria que ser removida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento específico, faltavam 4 dias pro sol nascer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi-se a pedra e amarrada nela a lista de pensamentos e suposições que eram mais pesadas que a pedra em si. E ela foi pra bem longe, pro fundo do mar do esquecimento. Debaixo da pedra, apenas a marca do que um dia foi. Mas na fenda deixada, mesmo que não parecia ter nada, havia um algo pequeno e de muito valor. Algo familiar. Então guardei de volta aquilo que ainda era meu. De volta para o peito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caminho de volta, nem mesmo a porta se fechou, veio o riso. Nada melhor que olhar para trás e ver que não há mais nada que luta para te prender por lá. Alguns segundos passaram e a mensagem já havia propagado o que fora cultivado nos últimos meses - os frutos de uma decisão correta. Não foi agradável, não foi fácil. Mas pela primeira vez, em tanto tempo, o mesmo caminho de volta pra casa que havia sido trilhado com receio e dúvidas, desta vez foi corrido com inigualável paz e com um sorriso igualmente extenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente, a insônia me ajudava com a ilusão de empurrar o sol adiante. E, faltando 3 dias pro sol nascer, enquanto alguns dos raios já despontam indicando o fim da aurora, pela primeira vez em tempos desejei ver o sol nascer de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que um ano que "promete", vejo que esse será um ano que "cumpre".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1355531482219169145-2072733805557399264?l=macronomicro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macronomicro.blogspot.com/feeds/2072733805557399264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1355531482219169145&amp;postID=2072733805557399264&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/2072733805557399264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1355531482219169145/posts/default/2072733805557399264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macronomicro.blogspot.com/2008/12/when-dawn-dawned-on-me.html' title='When the dawn dawned on me'/><author><name>junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11310173396878151594</uri><email>nor
